14.8.16

Crônica diária

Cheirinho de pólvora

Os tempos mudam, e nem tudo para melhor. O tema do qual trato hoje, vou logo avisando, é muito polêmico, e não me venham com mimimi politicamente correto. Não vou aqui defender o desarmamento, porque sou contra. Quem mata não é a arma, mas o indivíduo. Um caminhão dirigido por um terrorista mata mais do que uma metralhadora sofisticada. Os aviões de onze de Setembro, nem é bom pensar. Posto isso, vou ao que me propus comentar. Tenho uma lembrança de infância que as crianças de hoje estão privadas. A do cheirinho de pólvora das espoletas dos revolveres de brinquedo. Dito assim até parece crime. Minha nora me censurou, dois anos atrás, por ter dado pistolas de água para meus netos, incluindo aí, minha neta Glória. Há nessas atitudes um exagero hipócrita. Não chego a defender o uso do lança perfume, que também me trás boas e inesquecíveis lembranças carnavalescas. O mundo apesar de hipócrita e mais chato, continua mais violento, e com cheiro de outra pólvora e entorpecentes cada vez maiores. A proibição pura e simples não tem resolvido as questões.

2 comentários:

João Menéres disse...

Claro que não é a proibição de uso de armas que vai resolver o problema !
Nem esse, nem nenhum.
É preciso ( não sei como ) mudar a mentalidade das pessoas.

Jorge Pinheiro disse...

A facilidade de compra facilita sim o recurso à arma de fogo. O caso dos USA é gritante. Não resolve, mas ajuda.

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