20.4.16

Crônica diária

Caso de política ou de polícia?

Muita gente foi contra o processo de impeachment por conta da atuação do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha. Em que pese contra ele todas as acusações contra esse deputado, o Brasil será sempre grato e devedor à sua atuação no referido processo. Se não fosse Eduardo Cunha, não teríamos tido o processo admitido na Câmara. Disso ninguém duvida, ou discorda. Eu pessoalmente não defendo as ações corruptas que esse parlamentar do PMDB do Rio tenha cometido, mas não o condeno por ter agido da forma corajosa e competente como conduziu todo o processo. Se não fosse ele o Presidente, o PT, essa Organização Criminosa, Dilma e toda a quadrilha ainda ficariam no pode por muitos anos. A  oposição, em que pese terem alguns políticos sérios e competentes, não tem condições de exterminar a praga que assola a nação. Corruptos, corruptores, e corrupção foi institucionalizada como prática "normal", "comum" no meio político. Por mais execrável que seja essa ideia, é a verdade incontestável. Ou se promove a decantada reforma política partidária, ou não se acabará com a corrupção e seus efeitos nefastos. Diante do crime praticado pelo Eduardo Cunha, segundo denuncias, (cinquenta milhões de dólares) de propina achacados da Petrobras, são muito menores do que os crimes cometidos pela Dilma. Não vamos falar das pedaladas, por si só, bastante para caçar qualquer administrador público, segundo a Lei de Responsabilidade Fiscal, mas da compra de Pasadena , e de todas as outras acusações que são feitas à sua administração, como presidente do Conselho da Petrobras, e como Presidente da República.  Quebrou o Brasil. Nem os mal feitos do Eduardo Cunha, nem os 54 milhões de votos que obteve numa eleição fraudada, com já esta provado com a confissão de seu marqueteiro Santana, são motivo para mantê-la no cargo. O impeachment é legal, e golpe seria o contrário. O caso do Eduardo Cunha é policial, e me abstenho a comentar sua atuação política, onde é meu herói. Haja visto como é escrita a história. Pedro Collor denunciou o irmão. Infelizmente morreu antes de vê-lo completamente desprezado pelo mundo político. Roberto Jefferson, responsável pelas denúncias do mensalão, cumpriu sua pena, de longos anos na cadeia, mas estava livre e presidindo o PTB, com sua filha deputada na seção da Câmara dos Deputados. O Lula não pode sair para jantar num restaurante, em qualquer parte do país.

Um comentário:

Jorge Pinheiro disse...

Diz-se por aqui que o tal Cunha só aceitou o processo de destituição depois do PT ter votado um inquérito contra ele... Será? a Dilma ao pé da "deputalhada" até parece uma senhora. Quanto ao Lula ainda se vai candidatar a Presidente... e ganha (uma profecia pessimista que fica a pairar). O Brasil está impichado.

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