23.1.16

Crônica diária

Por falar em antigamente

Quando a conversa descamba para o saudosismo, para as coisas do passado, numa roda de gente com mais de sessenta anos, as lembranças não tem fim. Uns lembram os fotógrafos de praça pública, precursores das polaroide, que tiravam e revelavam as fotos na hora. O fundo da fotografia invariavelmente  era a igreja matriz, o coreto ou o chafariz. Outro retruca com o realejo, aquela espécie de órgão portátil acionada por uma manivela e que portava  uma casinha de madeira com um periquito que tirava a sorte. Isso é que era exploração de aves. O indivíduo, geralmente idoso, vivia às custas da pobre avezinha. As latas de Toddy tinham uma "chave" para abri-las. E assim vai a conversa passadista. Esta semana assisti um filme sobre um astronauta que é deixado em Marte* pelos seus companheiros. Datado de 2015 me fez lembrar o seriado**, em preto e branco, do Flash Gordon. A tecnologia melhorou, mas o cenário de Marte continua inóspito, e sem graça. Areia e montanhas  rochosas. A grande novidade é que os astronautas atuais fazem coco em saquinhos metálicos.  No tempo do Flash Gordon esses detalhes comezinhos não tinham sido resolvidos. 

* "Perdido em Marte" um filme de Ridley Scott com Matt Damon, Jessica Chastain : O astronauta Mark Watney (Matt Damon) é enviado a uma missão em Marte. Após uma severa tempestade ele é dado como morto, abandonado pelos colegas e acorda sozinho no misterioso planeta com escassos suprimentos, sem saber como reencontrar os companheiros ou retornar à Terra. 

 **Em 1936, a Universal Pictures, inspirada no sucesso dos quadrinhos, resolveu fazer o seriado Flash Gordon, sob direção de Henry McRae e estrelado por Buster Crabbe. O seriado teve 13 capítulos, e estrelou, além de Crabbe, Jean Rogers, James Pierce. Em 1938, foi realizada a continuação, Flash Gordon's Trip to Mars (1938) (no Brasil, “Flash Gordon no Planeta Marte”), também com Buster Crabbe. Em 1940, realizou-se Flash Gordon Conquers the Universe (1940) (no Brasil, “Flash Gordon Conquistando o Mundo”), também com Crabbe.

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