11.1.16

Crônica diária

Os oito odiados, Quentin Tarantino

Tarantino é daqueles grandes diretores que fazem filmes para se amar ou odiar. Não se fica indiferente diante de suas obras. Gosta de verborragia e a usa com grande humor e graça. Gosta de tiro e sangue. Não é fácil, para um diretor do seu calibre (por falar em armas), deixar de comparar um filme com outro. Inegável que todos tem seu DNA. No "Os oito odiados "que assisti ontem, acabei só nos dois terços finais do filme. Minha mulher saiu da sala, assim como sete outras pessoas que ''odiaram" o filme. É longo (167 minutos). As ações se passam numa diligência no meio de uma tela enorme repleta de neve, e numa estalagem de madeira. As tomadas internas parece peça de teatro. Muitos diálogos, bom trabalho de atores, e muito tiro e mais sangue. Tarantino faz uma crítica severa aos costumes norte americanos. Fala de intolerância racial, e consegue numa trama engenhosa e surpreendente fazer dos oito odiados nenhum herói. Um filme só de bandidos.

Um comentário:

Li Ferreira Nhan disse...

Há filmes que são amor ou ódio a primeira vista. E ainda bem que o consenso varia!
Gosto de alguns Tarantinos. Vamos ver esse.
Certa vez deixei o cinema nos primeiros 10
minutos, ou nem isso. E o filme é aclamado como um dos melhores; odiei o tal " amores perros".

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