30.9.15

Depois da chuva

 O sol voltou a brilhar e o céu a ficar azul. A chuva finalmente passou.

Crônica diária

 Fazendo ficção

Que delícia é escrever ficção. Que delícia criar personagens, dar-lhes vida com características próprias, fazerem interagir dentro de uma trama inicialmente imaginada por você, autor, mas que com o desenrolar da trama eles tomam as rédeas e dão destinos que nunca suspeitávamos. Enquanto o "desgoverno" da Dilma não cede lugar a qualquer outro governo, que certamente, pela única e simples razão, diferente do PT, será salutar para o país, vou me divertindo com o romance que estou escrevendo. Pelo menos lá, apesar dos voluntariosos personagens que criei, ainda posso participar. Na história do Brasil, infelizmente, minha insignificante colaboração tem sido inútil.

29.9.15

Fogo amigo

Gift

Crônica diária


Alguém acredita na Dilma?

Quanta perda de tempo. De dinheiro. De energia. Quem acredita nas metas da Dilma? Não foi ela quem disse que não tinha metas? E pior, que quando atingisse as metas, (que não tinha) as dobraria?  Pois bem, voa à custa do tesouro para NY, se hospeda em hotel de luxo, paga os atrasados para poder falar na ONU, e lá solta um monte de metas ao léu. Alguém acredita em alguma coisa que a Dilma diz? Que a Dilma escreve? Ela não sabe o seu próprio dia de amanhã. Esta completamente à mercê do seu vice presidente, e do PMDB, que até a semana passada falava, abertamente, em apoiar o seu impeachment. Ninguém mais acredita na Dilma, nem mesmo seu inventor, que segundo a insuspeita senadora Marta Suplicy, mandou dizer que esta arrependido, e que ela Marta, estava certa, quando alertou-o para o perigo da Dilma transformar o pais numa Argentina. A comparação a meu ver não cabe. O rombo, criado pelo PT, por si só é maior do que nosso vizinho. Mas eles tem a vantagem de ter como um filho, o Papa Francisco. Que espetáculo de Papa! E aí reside minhas esperanças. Não em Deus, mas que descubramos entre os duzentos milhões de brasileiros, pelo menos um, com a inteligência, carisma, simpatia, simplicidade, e liderança do Papa Francisco. Alguém que seja respeitado e seguido, e que possa dar um novo e certeiro  rumo ao Brasil, como ele vem fazendo com a Igreja.

28.9.15

O velho VARAL

Recebi esta imagem de um simpático VARAL da amiga Maria de Fátima. Além de sensual serve para relembrarmos os nossos velhos VARAIS de todos os dias, nos anos passados. Saudade sua Maria.

Crônica diária

E na represa de Guarapiranga falta água

Aqui onde moro, em Santa Catarina, chove há mais de dez dias sem parar. As fossas estão encharcadas, há goteiras nos telhados, as estradas erodidas, e cheguei até a encravar com uma camionete 4x4. Mas o tempo fechado, a ausência do sol, e do azul no  céu, faz com que o mofo da  alma azede meu humor. Ando desanimado com o rumo que esta tomando a operação Lava Jato. Estou completamente descrente da imparcialidade dos Ministros do Supremo Tribunal Federal. E quando se perde a esperança na justiça, não se conta com mais nada. Os políticos, sem uma exceção, si quer, para confirmar a regra, só estão preocupados em tirar vantagens para si, ou seus partidos, não levando em conta a opinião popular ou o desejo de quem os elegeu. Muito menos no bem do país, que deles depende. Sem a voz de um líder confiável. Sem um partido, ou movimento social que me represente. Sem conseguir mobilizar uma dúzia de  amigos leitores, que se negam a assinar manifestos, porque apesar de concordarem  com os propósitos,  não acreditam mais nos resultados acabamos nos sentindo isolados, perdidos, derrotados. E quando as crises políticas não são resolvidas pelos políticos, quando as crises econômicas não são resolvidas pelos governantes, quem as resolve é o mercado. O mercado é essa entidade etérea, sem um dono ou chefe, e suas soluções nem sempre agradam a sociedade. A solução de mercado nem sempre é a mais indolor. Mas na falta de outros atores, é ele quem age no regime capitalista. O mercado pode absorver o preço do dólar, no altíssimo patamar em que se encontra. Pode aumentar  o desemprego. Diminuir a produção. Pode elevar os preços dos produtos e serviços, gerando inflação e carestia. Vai certamente recolher menos impostos.  O rombo no orçamento aumentara. A crise se realimenta, se agrava. Se não parar de chover, e se não abrir o céu, e o sol voltar, não sei o que pensar para o Brasil.


27.9.15

José Carlos Ferreira - BOI

José Carlos Ferreira - BOI
Foto: Ana Theóphilo
Este post é uma justa homenagem ao meu amigo e artista plástico José Carlos Ferreira, BOI e à fotógrafa Ana Theóphilo pelo magnífico retrato.

Crônica diária

ACORDEI, ERA UM SONHO
A presidente Dilma estava em NY, num hotel de Luxo, e tinha ido ouvir o discurso do Papa Francisco, na ONU. Ela não poderia voltar a usar a tribuna enquanto o Brasil não pagasse as contribuições atrasadas. O Temer e toda a cúpula do PMDB, além dos presidentes da Câmara e do Senado estavam em São Paulo para o ato de inscrição da senadora Marta Suplicy, que depois de trinta anos deixou o PT e se filiou ao PMDB, já como candidata a prefeita da capital em 2016. Nas redes sociais e nos jornais se discutia a possibilidade de uma "desobediência civil" eclodir no país. Enio Mainardi chegou a registrar a marca do movimento Re-União, e marcar um primeiro encontro, que logo foi cancelado, porque, advogados consultados por ele, desaconselharam incentivar uma "desobediência civil" neste momento. Leitores do Enio chegaram a propor boicote aos jogos das casas lotéricas, como uma forma de protesto. Faltava a espoleta para detonar a bomba. E foi o garçom do ex presidente Lula, envolvido nas delações premiadas da Operação Lava Jato quem acionou. Cometeu um atentado contra pessoas da família do Juiz Sérgio Moro. Bastou essa notícia cair nas redes sociais para que a indignação popular se alastrasse como fogo em rastro de pólvora. As pessoas, adultos, crianças, idosos de todas as classes, religiões, credos ou partidos começaram a saírem de suas casas silenciosas mas raivosas, e se concentraram nas principais avenidas das suas cidades. Eram milhares de cidadãos que lotaram a Avenida Paulista, de ponta a ponta, e de espraiavam para as ruas e bairros no sentido do centro e no sentido das marginais do Rio Pinheiros. Os transportes públicos foram suspensos. Em toda a cidade havia gente saindo às ruas e silenciosamente, sem carro de som, sem comando de grupos, sem liderança dando a palavra de ordem, espontaneamente, alguns batiam panelas, outros portavam cartazes, manuscritos às pressas, com "BASTA", e outros "EU SOU MORO". Essas imagens eram divulgadas pelas TVs que suspenderam as programações normais e passaram a cobrir a gigantesca manifestação em todas as grandes cidades do Brasil. De Porto Alegre a Belém no Pará, o povo saiu as ruas, não em passeata, mas para ficar. A intenção era a de permanecer ocupando as avenidas, praças e ruas até que a Dilma renunciasse. Aos poucos, os pontos exigidos pela população esgotada de tantos desmandos, assaltos ao dinheiro público, e impunidade, as demandas começaram a se materializar: "Fora Dilma", "Pixuleco na cadeia", "Lava Jato sem ser fatiada, toda nas mão do Sergio Moro", "Uma nova constituinte", "reforma do Judiciário", "reforma da Previdência", "reforma político partidária", "implantação do Parlamentarismo". O descontentamento era geral. A falta de credibilidade dos três poderes e do regime presidencialista era patente. Só uma reforma geral e profunda poderia salvar o Brasil. O serviço de informação do exército comunicou ao Palácio do Planalto que não havia condições de segurança para o avião da Presidente pousar em nenhum aeroporto do país. O presidente em exercício mandou que informassem a Dilma de que aguardasse para retornar. As vigílias nas ruas das grandes cidades só fazia aumentar. O dia seguinte, Domingo o povo continuava nas ruas, em muitas cidades sob fortes chuvas. Os bancos, escolas e o comercio avisaram que não iriam voltar a funcionar enquanto não voltasse a normalidade. Dilma resolveu sair dos Estado Unidos e foi recebida como exilada política na Venezuela. Temer convocou uma reunião de emergência com o Conselho Político. Depois de sete horas reunidos, consultando todas as lideranças empresariais, políticas, OAB, e militares concluíram que a presidente estava deposta, pela maioria absoluta da população que a havia eleito nove meses antes. Que o vice presidente assumiria o cargo de presidente por trinta dias, quando seria convocada eleições para uma nova Constituinte. Nenhum político de carreira poderia ser candidato nessa nova eleição. Seriam criados cinco novos partidos políticos, e todos os ministros do STF, STJ, TRE, TCU, seriam compulsoriamente aposentados, a Operação Lava Jato continuaria integra e comandada pelo Sérgio Moro. O povo foi convocado a fazer espontaneamente depósitos em cofres, em forma de um pato amarelo, das importâncias que desejassem. Os patos em forma de cofrinhos foram espalhados por todo Brasil. As grandes contribuições foram feitas pelos Bancos, Empresas Industriais e pelo comércio, e em poucos meses os rombos da previdência e das contas do governo central estavam sanadas. O dólar voltou rapidamente à casa dos R$ 2,00 e as agencias de risco voltaram a subir a nota do Brasil. Os capitais estrangeiros voltaram em massa a investir na infra estrutura e propiciar um rápido e consistente desenvolvimento econômico. Mas acordei, e era um sonho.

Crônica diária

Ato criativo

Sexta feira passada contei que estava escrevendo um "possível" romance policial. Isso não significa, literalmente, um livro tratando de amores de uma policial. A história de ficção policial pode ser considerada, na categoria de romance, sem tratar de situações amorosas. Por mero acaso a minha personagem, que é a delegada Moema, encontrou seu grande amor no desenvolvimento da trama. Foi casual. Esta apaixonada, e correspondida. Foi uma surpresa para os inspetores Dinho e Felipe, que trabalham há muito tempo com ela, e  que a tinham como uma solteira convicta. Em linhas gerais a história esta escrita. Faltam agora os arremates, acertos, eventuais floreios, e cortes de excessos. A fase de criação da trama é muito dolorosa, chamada parto. Pode levar vários dias, meses. Escrever, propriamente, é mais prazeroso. Estou na terceira fase que é, a meu ver, a mais divertida: testar as situações, encontrar contradições, e sentir a reação das pessoas para quem conto partes da trama. Se meus ouvintes começam a bocejar, e piscar duro, fico preocupado, e vou atrás de saber a razão. Se ficarem vivamente interessados com o que estão ouvindo, é porque a história esta no caminho certo. Em breve vocês poderão me dizer se tenho ou não razão. Acho que escrevi um Romance Policial.

26.9.15

Cágado

 Recebemos a visita deste Cágado na Piacaba
Estamos recepcionando da melhor forma possível

Crônica diária

Estou lendo o livro de crônicas da Martha Medeiros de quem minha amiga Maria Tomaselli é amiga, e sempre falou dela. Bem, claro! Escritora e jornalista jovem, escreve para os jornais gaúchos e para  O Globo. Os assuntos são os do cotidiano de uma mulher jovem. Nem poderia ser diferente. A gente só escreve sobre o que conhece. E nosso público acaba sendo também gente com os mesmos gostos, gênero, e faixa etária. Mas tenho me divertido com os contos da Martha. O livro é "Simples assim", como suas crônicas. Vale a leitura leve e descompromissada.

25.9.15

Uma nova churrasqueira portatil




No deck da Piacaba

Crônica diária



Na construção de um crime
 
O Paulo se uniu à Maria, e cá estou eu, novamente, escrevendo uma crônica sobre o romance que ainda não escrevi. O Paulo tem a idade dos meus filhos, talvez menos, e não nos conhecemos. O vi, com sua linda esposa, filha de um amigo de longa data. Ele também é filho de outro velho conhecido.  O Paulo é escritor. A Maria, também, além de famosa artista plástica. Dele li seus dois romances policiais e gostei muito. Entrei em contato para cumprimenta-lo e mandei os meus livrinhos. Agradeceu, e semanas depois, escreveu me sobre o que havia achado de dois contos que leu. As melhores e mais úteis observações que até então alguém já me havia feito. Opiniões de amigos não servem para nada. Como os inimigos não nos leem...! As do Paulo foram importantes, construtivas. Resolvi voltar a tentar escrever um romance levando em conta as lições do Paulo. Pensei na Maria Tomaselli que me cobra um romance há muito tempo. Será que agora vai? Perguntei-me. Acabei escrevendo a biografia da personagem que o Paulo achou pouco detalhada nos contos por ele lidos. Quarenta laudas que não interessam absolutamente a ninguém. A personagem que só havia sido citada nos contos ganhou uma história, personalidade, até uma biografia, além de um grande amor. Mas e daí? A quem interessa a biografia de uma delegada de polícia? É preciso um mistério ou crime momentoso para intercalar nos dados biográficos da delegada. Estou trabalhando nisso. Alguém tem alguma outra sugestão? Mesmo não tendo, recomendo lerem os dois romances do Paulo Levy ( Morte na Flip, e Réquiem para um assassino) e o romance biográfico da Maria Tomaselli, Kai.
Eu, pelo meu lado, vou continuar tentando.

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João Menéres deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Myra, João e Jorge em livro":

Na verdade, o Eduardo é o responsável por este livro existir.
Foi através do VARAL DE IDEIAS que conheci virtualmente o Jorge Pinheiro, salvo erro no Quem conta um conto...
Já lá vão sete anos !...
Depois, aconteceu um ENCONTRO DE BLOGUEIROS, em Lagos, no Algarve, a que se seguiu, no ano seguinte, outro ENCONTRO, desta vez em Beja.
Se da primeira vez, o conhecimento pessoal facilitou alguma familiaridade, o segundo, cimentou-a.
A AMIZADE era para perdurar !
Nessa altura, o Jorge disponibilizou-se para escrever um texto para um livro meu.
A crise chegou a Portugal e tudo se complicou, porque os habituais patrocinadores de livros foram-se evaporando.
Nessa altura, andava eu a pensar num terceiro livro sobre esta cidade, agora tão na moda.

E à Myra Landau como cheguei ?
Também graças ao seu VARAL DE IDEIAS !
Ainda a Myra morava em Velletri, perto de Roma.
As postagens que fazia ( e faz ! ) de pinturas, entusiasmaram-me sobremaneira desde o primeiro contacto com a sua obra arrebatadora.

Os anos iam passando e eis que chega o ano de 2014, em que atingiria o meu octogésimo aniversário.
Pensei que era uma data propícia para a assinalar com uma edição de um livro.

Agarrei o oferecimento do Jorge e coloquei o desafio à Myra que, sem titubear, o aceitou com prazer.

Mas nem sempre as coisas são como imaginamos.
No fim do Verão desse ano, comecei a pressentir que algo não estava lá muito bem com a minha saúde e tive que adiar esse projecto, que já estava pronto para ser editado.
Foram seis longos meses de espera para que estabilizasse.
E antes que outra má notícia surgisse, avancei !
Encontrei no Presidente do Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto, Dr. Manuel de Novaes Cabral, o inestimável apoio para que a apresentação do IMAGINI se realizasse no auditório a 29 de Junho.
O resto, já o Eduardo sabe.

Um abraço do atlântico norte até ao atlântico sul por me honrar com esta postagem.
 
Postado por João Menéres no blog . em quinta-feira, 24 de setembro de 2015 11:32:00 BRT

24.9.15

Myra, João e Jorge em livro

O livro, meu caro João, já tão cheio de histórias, supera em muito o que poderia IMAGINAR dele. Linda apresentação. Papel e impressão compatíveis e impecáveis. A ideia de colocar um texto, uma foto e um trabalho da Myra é formidável. Não por acaso os três elementos estão magnificamente casados. Um livro de arte para se deixar sobre a mesa de centro da sala principal da casa. Um livro para deliciar os olhos e a IMAGINAÇÃO das pessoas. Um livro que por mais que se visite, se olhe, e se leia, continua propondo novas ideias, novas combinações, novas possibilidades. Como bem disse o Jorge Pinheiro, uma verdadeira "poesia abstrata". Muito obrigado, por fim, à linda dedicatória. Me sinto um pouco responsável pelo livro em si. Tenho orgulho e honra de ter proporcionado no Varal o encontro do talento de vocês três, autores dessa obra. Um forte abraço do seu amigo e admirador.
Eduardo.

Crônica diária

 Cuidado com as buscas

A internet pode ser o céu ou o inferno. Claro que depende do ângulo que se vê. Tudo que você digita nela vai ficar gravado em algum lugar. Uns dizem que é na memória, outros que são nas nuvens, mas o certo que é perto do inferno. Como bumerangue, tudo o que a ela for perguntado, voltará para você em diversas formas. Por exemplo, cometi o erro de querer saber o endereço de uma empresa Limpa Fossas na minha região. Com mais de dez dias de intensas chuvas, as fossas da minha casa estão transbordando. O solo esta de tal forma encharcado que não dá vazão ao que nela chega. Você pode não encontrar o que procurava, um livro, um carro, um computador, mas eles não se esquecerão de você por um bom tempo. No caso específico da fossa, tenho recebido um enxame de anúncios, de spans, de "limpa" tudo. Além de limpa fossas no Acre, em Rondônia, no Amapá, completamente inúteis para mim, limpa C.P.F por cem reais, limpa pontos na carteira de motorista, limpa forno, limpa tapete, e por aí vai. Deve haver uma forma de limpar o computador dessa infestação, mas sou um dinossauro digital. Estou fadado a conviver com essas ofertas por um longo tempo.

23.9.15

Ângulo inusitado

Motorista do Jeep e a Coca-Cola

Crônica diária

13-171

Com os números autoexplicativos 13 (do PT) e 171, o artigo do Código Penal que trata de estelionato e outras fraudes, o Pixuleco, em pouco tempo, se tornou o símbolo do impeachment da Dilma. Tormento do PT e desespero do Lula. Essa vai ser a peça merecedora de ganhar todos os prêmios publicitários do ano. Passará para a história como um ícone do bom marketing  político.

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Jorge Pinheiro deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Imagem":

O lençol digere-se mal. Acho que é prazer.

Postado por Jorge Pinheiro no blog . em terça-feira, 22 de setembro de 2015 06:49:00 BRT

Absolutamente certo !
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Ricardo Blauth ... como assim ? desobediência civil ?...

  • Valter Ferraz Desobediência Civil seria a melhor opção se o povo fosse esclarecido o suficiente. Dois meses sem recolher imposto de espécie alguma. Parava o país e eles caíam fora.
    ******************************************

22.9.15

Imagem

Fome? Dor? ou Prazer?

Crônica diária

Não vou pagar o pato

Não votei uma única vez no PT
Não sou responsável por esse governo
Não vou pagar o pato

21.9.15

Duas graças


Carmem Miranda não usava calcinha...

Crônica diária

XÔ ATRASO

 A fragilidade a que esta exposta a presidente dá dó. Aquela chefona, gerentona, que tratava mal seus subalternos, e era deseducada com seus ministros e auxiliares, esta no fundo do poço. Resolveu posar de carneirinho. Pergunta aos líderes da base do governo o que acham disso ou daquilo. Passou a ser mais modesta. Fruto não de um temperamento suave, muito pelo contrário, é uma agressiva à beira de um ataque de nervos. Não sabe falar num tom civilizado. Discursa aos gritos. Aos berros. É desconexa. É insegura. É atrapalhada. E essa fragilidade ela tem passado para seu governo. Imaginem vocês um pais das dimensões territoriais do nosso, com os problemas monumentais que temos, ficar a espera de soluções através de CPMF ou liberação dos cassinos! Se fôssemos uma Cuba, ou Venezuela, só para citar dois países que a Dilma aprecia, tais propostas poderiam ser ridículas mas eficazes. Tanto num, como em outro, as demandas vão de papel higiênico a um prato de comida. A população brasileira é numérica e economicamente mais exigente. Estamos cobrando ensino de melhor qualidade, sistema de saúde, transporte e segurança minimamente condizente com o que já tivemos dez anos atrás. Estamos regredindo. Demos as costas para o mundo desenvolvido e nos espelhamos no que há de pior em matéria de desenvolvimento social, político, e empresarial. Bolívia, Venezuela, Colômbia e Paraguai passaram a ser nossos interlocutores preferenciais. Deu no que deu. De manhã vai ter CPMF, à noite foi descartada. Vai voltar a ter CPMF, mas por dois anos. Logo após um desmentido, ficam mantidos os quatro anos. E que tal arrecadar dos jogos de azar? Legalizar os cassinos. Apesar de urgente a necessidade de cobrir os rombos da previdência, e da folha do governo, sem falar que o país parou completamente todas as obras que tinha projetado, e estavam em execução,  não será com "esmolas" do CPMF, 0,20% sobre as transações financeiras, que penaliza a todos igualmente, que vamos salvar o Brasil. Muito menos com o imposto do jogo. Imposto, como seu próprio nome diz, não é "desejável", "bem vindo", mas "imposto". E chega deles. É preciso tirar a crise do palácio da Alvorada, e aí sim recomeçar a árdua e custosa tarefa de reerguer o país. São 39 ministérios. Precisam ser cortados vinte e oito. São 23000 cargos comissionados. Cortar 20000. Dar o exemplo. A crise se chama Dilma, que significa incompetência administrativa, incompetência gerencial, compadrio, aparelhamento do estado, e falta de credibilidade. Quem mentiu, como ela, para se eleger, não pode depois do estelionato eleitoral, continuar propondo que a "vaca tussa". O Congresso não aprovará as medidas saneadoras com ela no poder. Quem assaltou a Petrobras para fazer campanhas milionárias e enganar o povo mais humilde, o eleitor de "rabo preso", e o cidadão crédulo, não tem moral para reivindicar  esforço da população. O Brasil precisa se livrar dessa gente que o assaltou. Xô Pixuleco, xô Dilma, xô PT, xô atraso.

20.9.15

CASA TODY

De avô para neto, A CASA TODY na Rua Augusta calçou gerações. Os sapatos do uniforme do Dante eram de lá. Agora o primeiro tênis da Lara também.

Crônica diária

Voltando à vaca fria

Essa expressão usada pela minha mãe, no século passado, exprime bem o que tenho feito nos últimos meses. Retornar ao assunto que já não é novidade para ninguém, mas que por falta de outro mais importante, ou precisando ser melhor discutido ou aprofundado, voltamos a falar da Dilma, do PT e da falência brasileira. O desespero da presidente que já não sabe mais a que recorrer para salvar o que resta do seu governo, nos primeiros oito meses de um mandato de quatro anos. Um absurdo, por si só. Não tem metas, como já havia confessado à sessenta dias atrás, e portanto não há como dobra-las... Seu Plano A, só tem um lado. Não tem Plano B, segundo o Ministro da Fazenda Joaquim Levy. E por falar nele, cabe uma observação: notaram como ele esta deprimido, tímido, amedrontado? Lembram das primeiras aparições quando assumiu, onde era realmente o principal Ministro do governo? Ao seu lado, sem nenhuma expressão, sentava um coadjuvante, modesto, tímido, chamado de Ministro do Planejamento. Pois bem, aos poucos houve uma completa inversão. Nelson Barbosa, que era o apagado Ministro, hoje posa de principal homem do governo. Mal olha para seu coadjuvante sentado ao lado. Não sorri, não é nada amistoso com o Joaquim a quem se refere sem, ao menos, olha-lo. Depois da perda do grau de investimento, o prestígio do Joaquim caiu muito. Ele lutou bravamente para evitar. O Congresso não colaborou. O Nelson Barbosa também não facilitou a vida do Joaquim. Sem dizer tudo que o Mercadante não fez para torpedear o Ministro da Fazenda. Acontece que a Dilma não tem nem condições de dispensa-lo, que é o que ele próprio gostaria, uma vez que seu Plano inicial foi por água a baixo. Esta lá por imposição do Presidente do Bradesco. Sem o Levy, o impeachment, ou a renúncia, que volta a ser cogitada, seriam mais rápidos. Com ele, virão também. Talvez até Dezembro. Não seria melhor acabar de vez com essa novela?





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João Menéres deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Crônica diária":

O funcionário dos correios ( vulgo CARTEIRO ) não pensa !
A burocracia começa ( ou acaba ? ) no rés do chão !
 
Postado por João Menéres no blog . em sábado, 19 de setembro de 2015 09:02:00 BRT

19.9.15

O MAIOR RESPONSÁVEL PELO IMPEACHMENT

Depois da Operação Lava Jato, da Polícia Federal, o maior responsável pelo impeachment da Dilma é o Pixuleco. Nem o TRE, nem TCU, nem o STF e muito menos a nanica e tímida oposição política fizeram tanto quanto o boneco inflável. Acaba de levar mais quinze facadas. Voltará às ruas e praças, remendado, e cada dia com mais poder de comunicação. Símbolo do Brasil que não queremos. Vale por mil palavras, e mil ações. Fala por si só. Mudo e cheio de vento.

Uma boa capa

Uma velha ilustração para uma boa CAPA de livro policial
From

Crônica diária

Sou obrigado a falar mal dos Correios
Quem acompanhou minhas duas crônicas nos dias quatro e cinco  de Setembro entenderão o que se segue. A encomenda que meu amigo da cidade do Porto, em Portugal, enviou com o número da minha casa (apartamento no sétimo andar), equivocado, jamais chegou, via Correios, no meu endereço correto. E foi entregue no prazo de nove dias (contando com um "passeio" em Curitiba(?)) no endereço que constava do pacote. Não é uma obrigação de quem recebe "indevidamente" descobrir o endereço correto do destinatário. Foi o que fez o funcionário do Restaurante Jam,  no dia 17 de Agosto. Guardou, no caixa do restaurante, sem comunicar a administração do mesmo. Quando procurei no site dos Correios, quarenta e cinco dias depois da entrega, e constatei o engano, o restaurante, por mim questionado, solicitou o nome de quem havia recebido a encomenda, a fim de localiza-la. Restaurante do porte do Jam, com dois turnos, duas casas em São Paulo, e um escritório administrativo e muitos funcionários, não fez nada além do razoável. Ao tentar, telefonicamente, por quatro vezes,  resolver com os Correios, um assunto tão banal, não obtive sucesso. Só o preenchimento formal de um formulário específico, cujo prazo de retorno era de cinco dias úteis, como de fato foi, seria possível obter qualquer informação além da que já tínhamos. Pelo site dos Correios eu já sabia dia e hora em que foi despachada, todo o itinerário, com dia e hora, e finalmente a entrega, também com dia, local e hora. Só me faltava saber quem recebeu. Tudo isso foi descrito no formulário que recebeu um número de protocolo 37302573. Para agilizar a burocracia da instituição tentei reclamar para a Ouvidoria, que de pronto rechaçou a tentativa alegando (automaticamente) que o processo ainda estava em curso. Não restava outra coisa se não esperar pelos cinco dias úteis. Minha surpresa foi com a resposta dada, por e-mail, ao meu questionamento. "Prezado Cliente, como deve ser de seu conhecimento, informamos que seu objeto mencionado foi entregue, conforme sistema de rastreamento". (sic) 
Disse o óbvio e não respondeu à minha pergunta. Voltei a protocolar minha solicitação agora num tom um pouco mais veemente. Mais cinco dias úteis para uma resposta. Por que tanta complicação para uma informação tão simples? Eu não pretendo responsabilizar ninguém pelo equivoco do número do endereço. Só preciso do nome do funcionário para atender uma justa demanda do estabelecimento comercial, involuntariamente, envolvido. Os Correios em nada facilitaram as coisas. Muito pelo contrário, nas quatro tentativas telefônicas, conseguia sensibilizar as operadoras que me atenderam, mas segundo elas nada podiam fazer. Nem mesmo com minha presença física no local do processamento das entregas, onde certamente havia um cadastro com o nome, cpf e assinatura de quem recebeu a encomenda. Não há outra forma de se perguntar a não ser pelo formulário. Acontece que quem leu o formulário sequer entendeu a pergunta. Respondeu o que já sabíamos e não fora perguntado. A isso se da o nome de burocracia. A resposta ao segundo questionamento ainda não chegou depois de nove dias úteis. No mesmo dia que preenchi o primeiro formulário, e tentei a Ouvidoria, já certo de que estava lidando com um órgão público, resolvi voltar um contato com a gerencia do Jam. Como já sabem, fui muito bem atendido e em menos de seis horas localizaram a encomenda, e tudo ficou resolvido. Me perguntarão: Por que continua questionando os Correios para saber o nome da pessoa que recebeu a encomenda? Porque os Correios tinham a obrigação de me informar no primeiro telefonema, no primeiro minuto. Porque eles foram incompetentes em entregar uma encomenda num sobrado (casa de um andar), quando o endereço dizia que eu morava no sétimo andar, no apartamento 72. O que o Correio deveria ter feito era devolver a encomenda por falta de coerência com o número do imóvel, com o tipo de habitação. Um prédio de sete andares não se confunde com uma casa de um andar. Por implicância com órgãos públicos. Por ojeriza a coisa gerida pelo Estado. Por ser um crítico da burocracia. Por amar a liberdade, e o liberalismo. Por ser um defensor da iniciativa privada.  Vou continuar aguardando a resposta dos Correios.

PS- 
Valmir deixou um novo comentário sobre a sua postagem "O quase impossível acontece":

Esse número de encomenda chegou ao meu e-mail este fim de semana. Não cliquei, pois quando passava o mouse em cima, aparecia o endereço do Google Drive. Fui até o site dos Correios e percebi que havia número a mais. Joguei no pesquisador e cheguei ao seu blog. Eu, diferente de você, não aguardava nenhuma entrega. Na verdade, eu que postei um livro para um amigo que mora em Recife, mas ele já o recebei tem dois meses. Deve haver algum vírus que rouba as informações dos Correios e gera estes e-mails falsos. Não parece brincadeira de quem recebeu seu livro.

Postado por Valmir no blog O ÚLTIMO BLOG em 14 de setembro de 2015 09:47

Valmir <noreply-comment@blogger.com>


Comentários que valem um post

Li Ferreira Nhan deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Crônica diária":

O futuro assusta. Muito!!!
O estrago que essa corja egoísta e irresponsável causou na economia é imenso e as consequências nem te falo.
O nosso ramo (fundição e metalúrgica) está praticamente parado. Estamos num caminho  assustador. Os coitados dos nossos operários  (velhos de "casa") que acreditaram nas falácias  do molusco metalúrgico mentiroso agora estão sentindo o barco afundar. Inquietos e inseguros  ficam como as baratas; pra lá e pra cá sem o que fazer.
Uns até "viraram" evangélicos.

Postado por Li Ferreira Nhan no blog . em sexta-feira, 18 de setembro de 2015 03:25:00 BRT

Li Ferreira Nhan

 


18.9.15

A velha Mel


A Vida, sua mãe já morreu. Ela hoje é uma cadela idosa. Muito triste sem a presença da mãe.

Crônica diária



Podem chamar de GOLPE, se quiserem
 
Agora que o impeachment  é consenso  e ninguém mais duvida, ou discute sua oportunidade, nem mesmo a Dilma tem como fingir que não o teme. A ordem é atacar as iniciativas chamando-a de GOLPE. Os senadores e deputados comunistas, e os da base aliada, já vinham fazendo essa cantiga. Agora virou mantra do PT e da própria vítima. Tá bom. Deem o nome que quiserem. Digam o que quiserem. Contra fatos não há argumentos. O que nos preocupa é que cada mês que a renúncia, ou o próprio impeachment atrasa, o buraco nas contas e dívidas brasileiras também se deterioram, alongando o prazo para uma possível recuperação. Como todo mundo sabe, reverter esse quadro terá um alto custo político, econômico e financeiro. A reconstrução sempre é mais custosa e demorada que a destruição. Esses últimos doze anos e meio foram suficientes, e bastantes, para acabarem com tudo que os governos do FHC havia construído. Quantos anos vamos precisar para recompor a casa? O modelo atual esta exaurido. Precisamos reformas profundas na política, no sistema eleitoral e partidário, no sistema de saúde, educação, e muito investimento em infra estrutura. Não é pouco. As tarefas são para médio e longo prazo, mas devem ser iniciadas imediatamente. Não vejo clima para isso.  Sem capital externo, nada feito. E quem é louco de investir neste país? Golpe foi o PT quem deu no Brasil.

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