27.9.15

Crônica diária

Ato criativo

Sexta feira passada contei que estava escrevendo um "possível" romance policial. Isso não significa, literalmente, um livro tratando de amores de uma policial. A história de ficção policial pode ser considerada, na categoria de romance, sem tratar de situações amorosas. Por mero acaso a minha personagem, que é a delegada Moema, encontrou seu grande amor no desenvolvimento da trama. Foi casual. Esta apaixonada, e correspondida. Foi uma surpresa para os inspetores Dinho e Felipe, que trabalham há muito tempo com ela, e  que a tinham como uma solteira convicta. Em linhas gerais a história esta escrita. Faltam agora os arremates, acertos, eventuais floreios, e cortes de excessos. A fase de criação da trama é muito dolorosa, chamada parto. Pode levar vários dias, meses. Escrever, propriamente, é mais prazeroso. Estou na terceira fase que é, a meu ver, a mais divertida: testar as situações, encontrar contradições, e sentir a reação das pessoas para quem conto partes da trama. Se meus ouvintes começam a bocejar, e piscar duro, fico preocupado, e vou atrás de saber a razão. Se ficarem vivamente interessados com o que estão ouvindo, é porque a história esta no caminho certo. Em breve vocês poderão me dizer se tenho ou não razão. Acho que escrevi um Romance Policial.

Um comentário:

João Menéres disse...

Aguardaremos com a certeza de umas belas horas de leitura, Eduardo !

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