21.9.15

Crônica diária

XÔ ATRASO

 A fragilidade a que esta exposta a presidente dá dó. Aquela chefona, gerentona, que tratava mal seus subalternos, e era deseducada com seus ministros e auxiliares, esta no fundo do poço. Resolveu posar de carneirinho. Pergunta aos líderes da base do governo o que acham disso ou daquilo. Passou a ser mais modesta. Fruto não de um temperamento suave, muito pelo contrário, é uma agressiva à beira de um ataque de nervos. Não sabe falar num tom civilizado. Discursa aos gritos. Aos berros. É desconexa. É insegura. É atrapalhada. E essa fragilidade ela tem passado para seu governo. Imaginem vocês um pais das dimensões territoriais do nosso, com os problemas monumentais que temos, ficar a espera de soluções através de CPMF ou liberação dos cassinos! Se fôssemos uma Cuba, ou Venezuela, só para citar dois países que a Dilma aprecia, tais propostas poderiam ser ridículas mas eficazes. Tanto num, como em outro, as demandas vão de papel higiênico a um prato de comida. A população brasileira é numérica e economicamente mais exigente. Estamos cobrando ensino de melhor qualidade, sistema de saúde, transporte e segurança minimamente condizente com o que já tivemos dez anos atrás. Estamos regredindo. Demos as costas para o mundo desenvolvido e nos espelhamos no que há de pior em matéria de desenvolvimento social, político, e empresarial. Bolívia, Venezuela, Colômbia e Paraguai passaram a ser nossos interlocutores preferenciais. Deu no que deu. De manhã vai ter CPMF, à noite foi descartada. Vai voltar a ter CPMF, mas por dois anos. Logo após um desmentido, ficam mantidos os quatro anos. E que tal arrecadar dos jogos de azar? Legalizar os cassinos. Apesar de urgente a necessidade de cobrir os rombos da previdência, e da folha do governo, sem falar que o país parou completamente todas as obras que tinha projetado, e estavam em execução,  não será com "esmolas" do CPMF, 0,20% sobre as transações financeiras, que penaliza a todos igualmente, que vamos salvar o Brasil. Muito menos com o imposto do jogo. Imposto, como seu próprio nome diz, não é "desejável", "bem vindo", mas "imposto". E chega deles. É preciso tirar a crise do palácio da Alvorada, e aí sim recomeçar a árdua e custosa tarefa de reerguer o país. São 39 ministérios. Precisam ser cortados vinte e oito. São 23000 cargos comissionados. Cortar 20000. Dar o exemplo. A crise se chama Dilma, que significa incompetência administrativa, incompetência gerencial, compadrio, aparelhamento do estado, e falta de credibilidade. Quem mentiu, como ela, para se eleger, não pode depois do estelionato eleitoral, continuar propondo que a "vaca tussa". O Congresso não aprovará as medidas saneadoras com ela no poder. Quem assaltou a Petrobras para fazer campanhas milionárias e enganar o povo mais humilde, o eleitor de "rabo preso", e o cidadão crédulo, não tem moral para reivindicar  esforço da população. O Brasil precisa se livrar dessa gente que o assaltou. Xô Pixuleco, xô Dilma, xô PT, xô atraso.

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