23.8.15

Crônica diária



Crônica sobre o autor

Fazer uma resenha do livro "Réquiem para um assassino", romance policial, é menos importante do que falar sobre seu jovem autor: Paulo Levy (Paulo Fernando Prada Levy). Num sábado lá pela uma da tarde, à beira de uma piscina, conversava com dois velhos amigos de juventude, Laodse Duarte e Cesário Ramalho, quando um casal, com a idade dos meus filhos, ela uma morena lindíssima, e ele um jovem com um ar conhecido, cumprimentaram o Cesário, combinaram almoçar, se despediram de nós, e foram procurar u´a mesa. O Cesário saiu para o almoço logo em seguida. O papo e as cervejas continuaram com o Laodse por mais uma hora, mais ou menos. Em seguida o Cesário volta à nossa mesa, senta e me conta que a moça era sua filha, e que o marido filho do Dadiche. Não me diga, respondi surpreso. Fui muito amigo do Dadiche, e a mãe do rapaz, que se chama Paulo, é parenta da minha mãe. Que linda sua filha, disse eu, ao Cesário, que agradeceu com um sorriso orgulhoso. E me contou: "ele é escritor". Eu novamente: "Não me diga!". E contou um pouco dos livros do genro. Cheguei em casa, entrei na internet, e como um dos dois livros publicados por ele estava esgotado, comprei os dois no Sebo virtual. Três dias depois recebi os exemplares em perfeitas condições. Um deles com dedicatória. Escrevi para o Paulo, me apresentado, e solicitando seu endereço para enviar pelo menos o meu livro com contos policiais. Nunca respondeu. Acabo de ler "Réquiem para um assassino". Li em duas gostosas sentadas. A história tem bom ritmo. O delegado Dornelas é muito bem descrito. A cidade Palmyra, é na verdade Paraty, e como a conheço, a graça aumenta. Para não dizer que não achei defeito na narrativa, em duas passagens a licença poética poderia ter sido evitada. Mas nada grave. Muito pelo contrário, há duas outras passagens magníficas. Uma quando descreve a entrada de u´a mulher maravilhosa na delegacia. A descrição da dita, e a reação provocada nos policiais, auxiliares do Dornelas, é estupenda. Logo em seguida, a descrição da mesma mulher, que era uma prostituta, em casa, desarrumada, e sem esperar a visita do delegado, é também muito boa. Agora vou começar a ler o segundo livro do Paulo, "Morte na Flip", uma nova aventura do delegado Dornelas.

Um comentário:

João Menéres disse...

Como o mundo é mesmo pequeno, Eduardo...

AS POSTAGENS ANTERIORES ESTÃO NO ARQUIVO AÍ NO LADINHO >>>>>

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