30.4.15
Crônica diária
Crime de responsabilidade
Se os números absurdos apresentados pela operação Lava Jato não são suficientes para incriminar os responsáveis, não sei o que é crime. O prejuízo das empresas, cuja presidente do Conselho era a Dilma, é monstruoso. E ela não é responsabilizada. Os desvios, propinas, e sobre preços nas licitações da Petrobras, quando a Dilma era presidente do Conselho, não servem para responsabiliza-la, não sei o que é crime. Esses membros de Conselhos são pagos para que? Seus salários não implicam em nenhuma responsabilidade? Seus crimes prescreveram? Ah, não foram cometidos no exercício do atual mandato. Mas como pode um presidente exercer o cargo se é um Ficha Suja, inconteste? Não, só depois de julgado e condenado passa a ser um Ficha Suja. Mas aí Inês é morta. As imunidades dos cargos eletivos não deveriam servir para blindar bandidos. O camarada apronta, se candidata, e na campanha usa dinheiro sujo, roubado, extorquido, se elege e não pode ser julgado? Isso seria uma aberração. Esse político eleito, em qualquer lugar do mundo, ou renunciaria ao cargo, ou como no Japão, se suicidaria. O impedimento da Dilma é mais do que merecido. Não se trata de oposição. É caso de polícia. E perante a lei, todos deveriam ser iguais.
Se os números absurdos apresentados pela operação Lava Jato não são suficientes para incriminar os responsáveis, não sei o que é crime. O prejuízo das empresas, cuja presidente do Conselho era a Dilma, é monstruoso. E ela não é responsabilizada. Os desvios, propinas, e sobre preços nas licitações da Petrobras, quando a Dilma era presidente do Conselho, não servem para responsabiliza-la, não sei o que é crime. Esses membros de Conselhos são pagos para que? Seus salários não implicam em nenhuma responsabilidade? Seus crimes prescreveram? Ah, não foram cometidos no exercício do atual mandato. Mas como pode um presidente exercer o cargo se é um Ficha Suja, inconteste? Não, só depois de julgado e condenado passa a ser um Ficha Suja. Mas aí Inês é morta. As imunidades dos cargos eletivos não deveriam servir para blindar bandidos. O camarada apronta, se candidata, e na campanha usa dinheiro sujo, roubado, extorquido, se elege e não pode ser julgado? Isso seria uma aberração. Esse político eleito, em qualquer lugar do mundo, ou renunciaria ao cargo, ou como no Japão, se suicidaria. O impedimento da Dilma é mais do que merecido. Não se trata de oposição. É caso de polícia. E perante a lei, todos deveriam ser iguais.
29.4.15
Crônica diária
Lívia Garcia-Roza
Li desta escritora "Amor em dois tempos ". Não achei nenhuma graça. Creio até que cheguei a fazer uma resenha. Agora acabo de ler "Meu marido" de 2006, e que me surpreendeu positivamente. Escreve como mulher, mas como escritora competente. Grande poder descritivo, ritmo perfeito, diálogos convincentes, humor permeando todos os capítulos. Só não posso deixar de registrar meu desapontamento em encontrar duas abomináveis palavras, em todo o bom texto: "desfalecer" e "adentrar". Imperdoável. De resto uma leitura agradável que recomendo.
PS- Realmente em 14/11/2014 escrevi sobre Amor em dois tempos
Li desta escritora "Amor em dois tempos ". Não achei nenhuma graça. Creio até que cheguei a fazer uma resenha. Agora acabo de ler "Meu marido" de 2006, e que me surpreendeu positivamente. Escreve como mulher, mas como escritora competente. Grande poder descritivo, ritmo perfeito, diálogos convincentes, humor permeando todos os capítulos. Só não posso deixar de registrar meu desapontamento em encontrar duas abomináveis palavras, em todo o bom texto: "desfalecer" e "adentrar". Imperdoável. De resto uma leitura agradável que recomendo.
PS- Realmente em 14/11/2014 escrevi sobre Amor em dois tempos
Ontem falei da importância de um título. Hoje confesso que o título
acima, que também da nome ao livro da Lívia Garcia-Roza não me levariam a
compra-lo. Li por curiosidade em saber como, e o que escrevia, a esposa
do Luiz Alfredo Garcia-Roza de quem sou velho leitor. A literatura da
Lívia é feminina na forma e no tema. Dito isso posso ser questionado
sobre o que significa literatura feminina. Me chamarão de machista. Pode
até ser, mas tenho comigo que há delicadezas na forma e no conteúdo que
agradam mais a alma feminina. Outras agradam o espírito masculino. A
Lívia escreve delicadamente muito bem. Li de cabo a rabo, e ela jamais
usaria uma expressão dessas em seus textos. Recomendo às minhas queridas
leitoras, mas faço restrições aos amigos leitores. A eles volto a
recomendar o marido, que sem as veleidades intelectuais da Lívia,
constrói e narra histórias policiais interessantes.
Comentários que valem um post
Valter Ferraz , TRANSPARÊNCIA
É incrível como não conseguimos conhecer a nós mesmos, embora sempre estejamos tentados a achar que sim.
Ontem num comentário da amiga Professora Elza Gabriel da Silva ela deixou claro essa característica de enxergar em mim aquilo que teimo em não ver.
Lembrei-me imediatamente desse retrato que guardo carinhosamente na
parede da sala. Foi um presente do amigo mais que especial, Eduardo Penteado Lunardelli, que assina no verso da tela CIMITAN, característico da região da Itália de onde vieram seus parentes longinquos. Por que lembro-me agora disso?
Porque à época em que fui presenteado com o retrato (2007) o amigo
pintor executou o retrato baseado apenas em fotos dos blogs. Fiquei
impressionadíssimo com a capacidade que ele teve de captar o momento de
profunda depressão que eu atravessava à época, embora ele nunca tivesse
visualizado uma foto minha naquele estado. Observando atentamente à
tela, pode-se perceber um homem escondido atrás dos óculos tentando
esconder de sí mesmo o estado lastimável em que se encontrava.
Somos transparentes, sim. E quem possui a sensibilidade para captar essas nuances devem ser celebrados.
Sempre grato ao amigo artista plástico. Salve, Eduardo Penteado Lunardelli, o nosso Cimitan.
28.4.15
Oliver Jamies em São Paulo
Jamie´s Italian em São Paulo
Os guardamapos são vendidos a vinte reais cada. Mas quatro podem custar setenta e seis reais...
Lulas fritas maravilhosas
O carneiro foi o melhor que já comi. Tábua sobre quatro latas de tomate pelado. Original.
Crônica diária
Marcelo Mirisola – “Charque”
Charque é o nome do livro (autobiográfico) do
Marcelo Mirisola. Estou tentando lembrar que autor e livro me fizeram
referência a ele, como um dos melhores da geração 90. Fui conferir comprando o
mais curto, e com tipos maiores e largos espaços entre as linhas. Sabia, por
ter lido críticas, que o melhor seria ler "Fátima fez os pés para mostrar
na choperia" (1998). Me agradava o título e o fetichismo que
também curto. Mas não quis arriscar com um livro mais extenso. Acho que vou
lê-lo um dia. Confesso que por ora não tenho muito a comentar. Dei boas
risadas, li de uma sentada, mas cheguei a pensar que não escreveria uma nota ou
resenha sobre o Charque. No meio da leitura minha impressão era de que o autor
cabotino, pretensioso, só conseguiu um livro híbrido, capenga, um
verdadeiro inventário sexual e auto panfletário, por se tratar de biografia.
Por essa razão não vou recomendar nem fazer outras considerações, sem antes ler
mais alguns livros, e no mínimo dar outras boas risadas.
Wikipédia, a enciclopédia livre.
Marcelo Mirisola (São Paulo, 9 de maio de 1966)
é um escritor brasileiro de literatura contemporânea, autor de contos,
crônicas e romances.
O autor é conhecido por escrachar a sociedade
através de uma linguagem escatológica, recheada de humor e muita ironia1 e também por, segundo críticos,
manifestar o seu desagrado em não ser lembrado para as feiras literárias e
prêmios, o que ele próprio nega.É formado em Direito2 e é considerado uma das revelações dos escritores da geração da década de 1990 no país.
27.4.15
Crônica diária
Gentrificação
( Wikipédia, a enciclopédia livre).
"Chama-se gentrificação, (do inglês gentrification) o fenômeno que afeta uma região ou bairro pela alteração das dinâmicas da composição do local, tal como novos pontos comerciais ou construção de novos edifícios, valorizando a região e afetando a população de baixa renda local. Tal valorização é seguida de um aumento de custos de bens e serviços, dificultando a permanência de antigos moradores de renda insuficiente para sua manutenção no local cuja realidade foi alterada."
Leio pela primeira vez esse termo no texto de Sheila Leirner publicado no Facebook, e dou o devido crédito, que me cobrou em outra citação. Ela reside num bairro de Paris, e se refere ao fenômeno para classificar os moradores do seu prédio. Na definição acima, a Wikipédia da uma conotação mais abrangente. Preocupação dos arquitetos e urbanistas contemporâneos. Como colocar as pessoas de renda mais baixa próximas dos seus empregos, evitando deslocamentos demorados e caros. O ideal seria o operário morar ao lado da fábrica e ir a pé ou de bicicleta para o trabalho. O empregado do comércio idem, e finalmente aqueles que trabalham como domésticos. Antigamente esses últimos dormiam no emprego. Conviviam com as famílias para quem trabalhavam. Muitas vezes por dezena de anos e por mais de uma geração. Esses trabalhadores, na maioria mulheres passaram a ser desprezados, estigmatizados. Ninguém mais quer ser considerada empregada doméstica. Até o termo passou hipocritamente a ser substituído por "colaboradora" ou "secretária do lar". Uma besteira. Quanta dignidade havia numa boa cozinheira de forno e fogão, como diziam. Quanta dignidade numa boa faxineira , copeira, ou babá. Mas não, preferem ser operárias, ganhando menos, numa fábrica (que hoje se chama Indústria) ou atrás de um balcão de loja na periferia. As que ainda se submetem aos trabalhos domésticos, também se submetem a longas e cansativas jornadas dentro de trens, metros e ônibus para trabalharem as oito horas de praxe. Muito lógico que pudesse haver bairros, prédios, moradias perto dos bairros residenciais de classe alta e média, onde esses empregos ainda existem. E isso é gentrificação.
(Dois dias após ter escrito o texto acima leio a matéria do link: http://oglobo.globo.com/…/em-nova-york-88-mil-tentam-entrar…
( Wikipédia, a enciclopédia livre).
"Chama-se gentrificação, (do inglês gentrification) o fenômeno que afeta uma região ou bairro pela alteração das dinâmicas da composição do local, tal como novos pontos comerciais ou construção de novos edifícios, valorizando a região e afetando a população de baixa renda local. Tal valorização é seguida de um aumento de custos de bens e serviços, dificultando a permanência de antigos moradores de renda insuficiente para sua manutenção no local cuja realidade foi alterada."
Leio pela primeira vez esse termo no texto de Sheila Leirner publicado no Facebook, e dou o devido crédito, que me cobrou em outra citação. Ela reside num bairro de Paris, e se refere ao fenômeno para classificar os moradores do seu prédio. Na definição acima, a Wikipédia da uma conotação mais abrangente. Preocupação dos arquitetos e urbanistas contemporâneos. Como colocar as pessoas de renda mais baixa próximas dos seus empregos, evitando deslocamentos demorados e caros. O ideal seria o operário morar ao lado da fábrica e ir a pé ou de bicicleta para o trabalho. O empregado do comércio idem, e finalmente aqueles que trabalham como domésticos. Antigamente esses últimos dormiam no emprego. Conviviam com as famílias para quem trabalhavam. Muitas vezes por dezena de anos e por mais de uma geração. Esses trabalhadores, na maioria mulheres passaram a ser desprezados, estigmatizados. Ninguém mais quer ser considerada empregada doméstica. Até o termo passou hipocritamente a ser substituído por "colaboradora" ou "secretária do lar". Uma besteira. Quanta dignidade havia numa boa cozinheira de forno e fogão, como diziam. Quanta dignidade numa boa faxineira , copeira, ou babá. Mas não, preferem ser operárias, ganhando menos, numa fábrica (que hoje se chama Indústria) ou atrás de um balcão de loja na periferia. As que ainda se submetem aos trabalhos domésticos, também se submetem a longas e cansativas jornadas dentro de trens, metros e ônibus para trabalharem as oito horas de praxe. Muito lógico que pudesse haver bairros, prédios, moradias perto dos bairros residenciais de classe alta e média, onde esses empregos ainda existem. E isso é gentrificação.
(Dois dias após ter escrito o texto acima leio a matéria do link: http://oglobo.globo.com/…/em-nova-york-88-mil-tentam-entrar…
26.4.15
Crônica diária
Três manchetes e uma verdadeira avacalhação
"Preso envia pedido de liberdade ao STJ escrito em papel higiênico". Corte havia recebido pedidos de habeas corpus do mesmo detento em pedaços de lençol no ano passado.
"Em carta a amigos, Palocci diz que consultorias prestadas são ‘legítimas relações comerciais’"Ex-ministro afirma ter realizado serviços para as empresas Pão de Açúcar, JBS e Caoa
"Cunhada de Vaccari diz que recebeu R$ 200 mil do PT por ‘danos morais’". Marice Corrêa de Lima usou o pagamento para comprar apartamento investigado na Operação Lava-Jato
Só poderia acontecer no Brasil. No mesmo dia, no mesmo jornal, três manchetes com três notícias para nos matar de rir, ou chorar de vergonha. As duas primeiras nem carecem de comentários. Mas a desculpa para justificar os R$200 mil do PT, que a "cunhada do Vaccari" usou, é fantástica: "Danos morais". E pior, pasmem os senhores, o partido nega ter pago, por conta de que seu nome (impoluto) tivesse sido citado no processo do mensalão. Essa gente é realmente extraordinária. Não lhes falta ousadia. Papuda nela.
PS- Dias depois foi colocada em liberdade. É o Brasil. Ela nega ser ela que esta na cena do crime. Diz ser a irmã. A irmã, mulher do Vaccari nega também. Que avacalhação...
Comentários que valem um post
Eduardo Penteado Lunardelli, Estão, finalmente, chegando perto do responsável por tudo, desde sempre. Só um ingênuo não vê. Ou petista de rabo preso. Todos tem rabo. Só uns poucos estão presos.
Matéria de capa da revista Veja. O Lula no centro do furacão.
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Matéria de capa da revista Veja. O Lula no centro do furacão.
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Ducha Dorei Que imaginação... ser feliz com tantas idéias assim é sensacional
25.4.15
Crônica diária
Fellini reclamaria de bullying
Na crônica "Trono do corno", dias atrás, escrevi que certas palavras nos remetiam a pessoas, fatos, ou coisas. Agora volto às recorrências lembrando que algumas cenas do cotidiano nos fazem lembrar outras de filmes, e de grandes diretores do cinema. Uma dessas aconteceu comigo na sala de embarque do aeroporto de Florianópolis. Estava a espera do voo, com minha pasta, um livro e o meu laptop, quando uma pequena anãzinha senta ao meu lado. Era tão pequena que colocou a mochila (infantil cor de rosa) que carregava, no chão, para apoiar os pezinhos e alcançar o assento da cadeira. Ficou com as perninhas balançando sobre a mochila. Eu fingia não estar atento a toda essa movimentação. Mas era impossível não vir a mente duas coisas: os filmes fantásticos do mestre Fellini, onde anões sempre tinham uma participação preponderante. A outra foi exatamente o abominável "politicamente correto" dos dias atuais. Fellini seria tachado de preconceituoso, e outros adjetivos da moda, por usar e abusar, em seus filmes das gordas, dos anões, dos coxos e das prostitutas. Ele sempre os tratou com respeito e até amor. Mas o simples fato de exibi-los, sob a ótica hipócrita atual, poderia ser molestado. E ao ser molestado, o cineasta poderia perfeitamente recorrer a outra hipocrisia, alegando ser vítima de bullying.
Na crônica "Trono do corno", dias atrás, escrevi que certas palavras nos remetiam a pessoas, fatos, ou coisas. Agora volto às recorrências lembrando que algumas cenas do cotidiano nos fazem lembrar outras de filmes, e de grandes diretores do cinema. Uma dessas aconteceu comigo na sala de embarque do aeroporto de Florianópolis. Estava a espera do voo, com minha pasta, um livro e o meu laptop, quando uma pequena anãzinha senta ao meu lado. Era tão pequena que colocou a mochila (infantil cor de rosa) que carregava, no chão, para apoiar os pezinhos e alcançar o assento da cadeira. Ficou com as perninhas balançando sobre a mochila. Eu fingia não estar atento a toda essa movimentação. Mas era impossível não vir a mente duas coisas: os filmes fantásticos do mestre Fellini, onde anões sempre tinham uma participação preponderante. A outra foi exatamente o abominável "politicamente correto" dos dias atuais. Fellini seria tachado de preconceituoso, e outros adjetivos da moda, por usar e abusar, em seus filmes das gordas, dos anões, dos coxos e das prostitutas. Ele sempre os tratou com respeito e até amor. Mas o simples fato de exibi-los, sob a ótica hipócrita atual, poderia ser molestado. E ao ser molestado, o cineasta poderia perfeitamente recorrer a outra hipocrisia, alegando ser vítima de bullying.
Comentários que valem um post
Silvares deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Crônica diária":
Pessoalmente nunca seria tão peremptório na afirmação (a menos que o meu objectivo fosse a provocação pura e simples). Diria que "há quem pense que as mulheres escrevem e cozinham pior do que os homens" ou que" algumas mulheres escrevem e cozinham pior do que os homens", até porque me parece que se aproxima mais da verdade. Sim, porque há muitos homens que cozinham uma merda e escrevem uma caca! Eheheheh
Postado por Silvares no blog . em sexta-feira, 24 de abril de 2015 07:20:00 BRT
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Silvares deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Simbologias":
É aquela cena de "Leda e o cisne" uma das inúmeras aventuras sexuais de Zeus transmutado em bicho, neste caso com penas e pescoço comprido. Zeus gostava mesmo de mulheres. Não sei se pelos seus dotes culinários se pelos seus dotes literários.
Postado por Silvares no blog . em sexta-feira, 24 de abril de 2015 07:24:00 BRT
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Pessoalmente nunca seria tão peremptório na afirmação (a menos que o meu objectivo fosse a provocação pura e simples). Diria que "há quem pense que as mulheres escrevem e cozinham pior do que os homens" ou que" algumas mulheres escrevem e cozinham pior do que os homens", até porque me parece que se aproxima mais da verdade. Sim, porque há muitos homens que cozinham uma merda e escrevem uma caca! Eheheheh
Postado por Silvares no blog . em sexta-feira, 24 de abril de 2015 07:20:00 BRT
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Silvares deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Simbologias":
É aquela cena de "Leda e o cisne" uma das inúmeras aventuras sexuais de Zeus transmutado em bicho, neste caso com penas e pescoço comprido. Zeus gostava mesmo de mulheres. Não sei se pelos seus dotes culinários se pelos seus dotes literários.
Postado por Silvares no blog . em sexta-feira, 24 de abril de 2015 07:24:00 BRT
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24.4.15
Crônica diária
Síndrome de Estocolmo
Natuza Nery (de
Brasília), no jornal Folha de São Paulo, nos informa sobre a curiosa
"Síndrome de Estocolmo". É o transtorno mental no qual alguém
submetido a certo grau de privação ou intimidação se afeiçoa pelo algoz. Já
havia lido sobre isso quando do caso de sequestrados em relação aos seus
sequestradores. Desta feita Natuza fala sobre Paulo Roberto Costa, ex diretor
de abastecimento da Petrobras. De tão emocionado que ficou ao ser solto, depois
da "delação premiada", foi diagnosticado como portador da
Síndrome, ao abraçar em lágrimas os Policiais declarando: "obrigado por
tudo".
Comentários que valem um post
Jorge Pinheiro deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Crônica diária":
Pois eu conheço mulheres que cozinham, pintam, escrevem, criam filhos, tomam conta dos maridos e ainda computam.
Agora falando sério. Uma grande diferença está em que as mulheres fazem tudo isso e ficam se queixando. Os homens fazem isso e se orgulham. Alguém quer filosofar sobre isto?
Postado por Jorge Pinheiro no blog . em quinta-feira, 23 de abril de 2015 10:55:00 BRT
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Pois eu conheço mulheres que cozinham, pintam, escrevem, criam filhos, tomam conta dos maridos e ainda computam.
Agora falando sério. Uma grande diferença está em que as mulheres fazem tudo isso e ficam se queixando. Os homens fazem isso e se orgulham. Alguém quer filosofar sobre isto?
Postado por Jorge Pinheiro no blog . em quinta-feira, 23 de abril de 2015 10:55:00 BRT
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23.4.15
Crônica diária
Machista e misógino outra vez
Bastou voltar afirmar que as mulheres escrevem e cozinham pior do que os homens, minha leitora Gislaine Andrade comentou: " Que machismo é esse, amigo?...
O que dizer de tantas poetas, escritoras de mãos cheias de inspiração?
O que causa espécie é, que os homens agora resolveram enfrentar as panelas e com o machismo, que impera no nosso planeta, fazem mais sucesso na mídia! Não que tenham usurpado o lugar das mulheres no fogão!...Sendo atual sito Galeano:
"Não consigo dormir. Tenho uma mulher atravessada entre as minhas pálpebras. Se pudesse, diria a ela que fosse embora; mas tenho uma mulher atravessada em minha garganta."
Todos os homens tem alguma mulher atravessada, de alguma forma!....risos..."
Bastou voltar afirmar que as mulheres escrevem e cozinham pior do que os homens, minha leitora Gislaine Andrade comentou: " Que machismo é esse, amigo?...
O que dizer de tantas poetas, escritoras de mãos cheias de inspiração?
O que causa espécie é, que os homens agora resolveram enfrentar as panelas e com o machismo, que impera no nosso planeta, fazem mais sucesso na mídia! Não que tenham usurpado o lugar das mulheres no fogão!...Sendo atual sito Galeano:
"Não consigo dormir. Tenho uma mulher atravessada entre as minhas pálpebras. Se pudesse, diria a ela que fosse embora; mas tenho uma mulher atravessada em minha garganta."
Todos os homens tem alguma mulher atravessada, de alguma forma!....risos..."
Minha
amiga Gislaine Andrade, menos hipocrisia. Que história é essa de toda
vez que alguém afirma uma verdade inconteste, sobre as mulheres, como
argumento de defesa é chamado de machista? Nunca neguei que houvesse
escritoras e poetisas talentosas. O que tenho afirmado é que nunca
conseguiram a qualidade da literatura criada pelos homens. O ser humano
(para usar o eufemismo usado pela leitora Silvia Büller Souto) do gênero
feminino nunca alcançou o gabarito dos chefes de cozinha renomados. É
estatística, não o uso da mídia. E para completar minhas observações
sobre a primazia masculina, vou citar mais um nicho onde as mulheres
praticamente não existem. Só "seres humanos do gênero masculino" são
nerds ou geeks, no Vale do Silício. Por que razão nas artes, na música,
na literatura e agora na indústria da computação, as mulheres não se
destacam? E não venham me chamar de misógino outra vez. Se não tiverem
dados objetivos, argumentos sólidos, e estatísticas que comprovem o
contrário, que se calem.Por outro lado me conforta ler comentários
lúcidos e inteligentes como o da leitora Angela Marques da Costa: "As mulheres não cozinham, as mulheres alimentam".
Comentarios que valem um post
- Eduardo Penteado Lunardelli Como levantei o tema, vou arriscar definir, Marta Mercadante, fidelidade é honrar os compromissos acordados. No casamento, se houve votos de fidelidade sexual, a traição existe. Mas num relacionamento onde isso não esta implícito, não há a figura da infidelidade. E indo mais fundo, lembro as figuras da prostituta e do seu gigolô, que se amam. Ela sai a noite para trabalhar, e volta de manhã para ama-lo. Não há traição, nem infidelidade.
Valter Ferraz Faltou dizer que não existe ex-corno. Feito tatuagem que era para sempre. Essa última já conseguem remover com um certo esforço, já a primeira marca ainda é permanente. No restante concordo com vc em (quase) tudo. O conceito de fidelidade sexual parece-me uma saída pouco habitual, como meio-grávida, meio honesto, ou para ficar no tema: meio puta.**********************************************
Eduardo Penteado Lunardelli Como pouco habitual, Valter Ferraz?
O que fazem as pessoas quando se casam jurando FIDELIDADE, na alegria e
na tristeza, diante do padre e dezenas/centenas de convidos como
testemunha? Nessa fidelidade esta implícita a liberdade sexual até a
cerca. Quem
pula a cerca é infiel, e comete o adultério, logo há um corno nessa
história. Quando o casal não prometeu nada nem para o padre, nem para
centena de testemunhas, o pasto é livre, não há cercas, nem pecado
abaixo do equador.
22.4.15
Crônica diária
O trono do corno
Certas palavras nos remetem, inevitavelmente, a algumas pessoas,
lugares, ou coisas. Corno é uma delas. O título desta crônica foi a
legenda que dei a uma imagem postada no meu blog Varal de ideias. Uma
cadeira, um suporte com vaso, um tapete artesanal, e na parede um par
de chifres. "O trono do corno". E daí para associarmos os textos do
Nelson Rodrigues é um átimo. Ou às letras dos tangos argentinos. Tem
palavras que ficam estigmatizadas, e tem dono. Corno é uma delas. Pode
ser uma dor ou estado de espírito. Hoje muito mais ligada às letras das
músicas, e crônicas literárias, que exatamente ao ato de traição. As
liberdades sexuais, e o afrouxamento dos costumes, acabaram com a figura
trágica e triste do corno. Esta mais para o folclore popular do que nas
inter relações amorosas. Deve continuar existindo, mas ninguém mais se
auto define. O trono esta vazio.
Comentários que valem um post
Maria V. Moreira Fagundes Coitados alguns como eu sao como o antigo movie " Gone with the Wind" sem parceiro nao se toca o pandeiro.
No FB
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No FB
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21.4.15
Crônica diária
Muçulmanos e Judeus
Todos os animais, incluso
o homem, foram concebidos para praticarem sexo para a reprodução. Notem que não
disse exclusivamente. A natureza deixou aberta outras possibilidades. Algumas
seitas e religiões pregam o contrário. Não aceitam essas outras possibilidades.
Mas sexo por prazer e divertimento é uma prerrogativa humana. Uma evolução da
espécie. Esta diretamente relacionada com a reprodução consciente. As outras
espécies vegetais, e animais se reproduzem para a sua manutenção. Os homens
controlam a reprodução levando em conta a situação econômica, cultural, e
demográfica de onde habitam. Não há nenhum pecado abaixo do equador. A prática
do sexo recreativo, ou por prazer, é saudável e importante para o equilíbrio mental
das pessoas. Nos dias de hoje, a velha e surrada frase, continua sendo oportuna:
“Façam amor, não façam guerra”.
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Falaram do Varal:
"...o Varal de Ideias é uma referência de como um blog deve ser ." Agnnes
(Caminhos e Atalhos, no mundo dos blogs)..."parabéns pelo teu exemplo de como realmente se faz um blog...ou melhor tantos e sempre outstandings...".
(Vi Leardi )









