31.1.15
Crônica diária
Não deu IBOPE
Fazia algum tempo que uma crônica dava tão baixo índice de
aprovação. Eu que pensava ter achado uma pérola literária, ao comparar a
luz vermelha do aparelho eletrônico para espantar pernilongo, com a luz
do puteiro de Cataguases, me enganei. Os costumes estão mudados.
Crônicas do "bas-fon" parisiense, ou mesmo do Rio de Janeiro faziam
sucesso. Hoje a simples comparação da iluminação vermelha, que ativou a
memória juvenil do autor, não é mais permitida pelo abominável:
"politicamente correto". A mais velha das profissões com o afrouxamento
dos costumes perdeu espaço, clientes e seu lugar de destaque na prosa e
literatura. Falar das putas ficou machista. A hipocrisia anda solta com o feminismo na moda.
Da minha parte vou continuar falando das putas, das mulheres de
verdade e das luzes vermelhas, sem me impressionar com o desprezo dos
meus leitores. É preciso ler as crônicas com o espírito aberto e sem
preconceitos. Policiar temas é censura, e como já disse em outras tantas
crônicas recentemente: JE SUIS CHARLIE. E parodiando os libertários
defendo o direito de não gostarem do que escrevo, mas garantam o meu
direito de escrever.
30.1.15
Crônica diária
Patrick Modiano
Foi meu filho que me presenteou com dois livros do festejado "Premio Nobel de Literatura de 2014". O primeiro que li "Dora Bruder" que na verdade não me disse muito. Concordo com a clareza e fluência de seu estilo, mas o tema não me agradou. Agora lendo "Ronda da Noite" destaco algumas linhas das páginas 18 e 19 para dar uma ideia, aos meus leitores, do estilo e maneira que Modiano escreve:
"Em
seguida contemplaria seus óculos, chaveiros, lenços, gravatas-- pobres
objetos que só tem importância para seus donos e que comovem ainda mais
do que os rostos dos mortos. Antes de matá-los não tiraria os olhos de
uma das partes mais humildes de suas pessoas: os sapatos. Engana-se quem
crê que a excitação febril das mãos, as mímicas do rosto, o olhar, a
entoação da voz sejam as únicas coisas capazes de comover,
imediatamente. O patético, para mim, encontra-se nos sapatos.Foi meu filho que me presenteou com dois livros do festejado "Premio Nobel de Literatura de 2014". O primeiro que li "Dora Bruder" que na verdade não me disse muito. Concordo com a clareza e fluência de seu estilo, mas o tema não me agradou. Agora lendo "Ronda da Noite" destaco algumas linhas das páginas 18 e 19 para dar uma ideia, aos meus leitores, do estilo e maneira que Modiano escreve:
29.1.15
Crônica diária
Acabaram os bons modos e gentilezas
O assunto que trato hoje não cabe
no espaço a que me imponho usar. São muitas as causas e consequências do
desmantelamento familiar em nosso século. Por desmantelamento
entenda-se os divórcios, separações, e novos casamentos. Eu mesmo faço
parte dessa estatística. Mas meus pais foram casados a vida toda, e
minha mãe foi responsável pela educação dos cinco filhos. Naquele tempo
era assim. Os pais davam exemplos morais, e as famílias tinham educação
dentro de casa. Com a desestruturação familiar, a emancipação da mulher,
e afrouxamento dos costumes, as crianças deixaram de ter essa educação a
que me refiro. Pai e mãe trabalham fora durante o dia, e a educação
ficou só por conta das escolas. Estas perderam qualidade e conteúdo ao
longo do tempo. Resultado: temos uma sociedade muito mal educada.
Percebe-se à mesa, no trânsito, e nas relações do dia a dia. As mulheres
já não merecem nenhuma prioridade, pois exigiram igualdades. Os idosos
já não são tratados com as deferências de antigamente. No trânsito se
percebe a falta de educação dos motoristas que se comportam agressiva e
prepotentemente. Não há mais gentilezas.
28.1.15
Crônica diária
Criador X criatura
Em política, desde que me conheço por gente, todos os que inventaram um sucessor acabaram se desentendendo com eles. Não me lembro de nenhuma exceção. Na verdade só faltava o Lula se desentender com a Dilma e com o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad. Com a Dilma o distanciamento já se iniciou. Estratégia, ou desentendimentos verdadeiros, já se manifestam nos recados que a Martha Suplicy tem mandado ao Planalto, em nome do seu líder. Essa estratégia é pueril. Se o governo da presidente der errado ele se elege como opositor. Se der certo, ela é inelegível, e o lugar dele esta garantido. Quanto ao prefeito ainda é cedo para se desentenderem Mas podem aguardar.
Em política, desde que me conheço por gente, todos os que inventaram um sucessor acabaram se desentendendo com eles. Não me lembro de nenhuma exceção. Na verdade só faltava o Lula se desentender com a Dilma e com o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad. Com a Dilma o distanciamento já se iniciou. Estratégia, ou desentendimentos verdadeiros, já se manifestam nos recados que a Martha Suplicy tem mandado ao Planalto, em nome do seu líder. Essa estratégia é pueril. Se o governo da presidente der errado ele se elege como opositor. Se der certo, ela é inelegível, e o lugar dele esta garantido. Quanto ao prefeito ainda é cedo para se desentenderem Mas podem aguardar.
27.1.15
Crônica diária
José Dirceu, mártir do PT
Se continuar assim vou acabar ficando com pena do Zé Dirceu. Por que só ele paga o pato? É sabido que o Lula era um pobretão, operário desqualificado que perdeu um dedo no torno que não soube operar. É sabido, também, que amealhou uma fortuna enorme nestes últimos doze anos que o PT se encontra no poder. Os honorários de presidente do PT, ou da República, não justificam tal fortuna. Logo... Mas continua blindado como se ilibado e impoluto fosse. Por que? Por que só seu fiel escudeiro Zé Dirceu vai para cadeia, por conta do mensalão, e volta a ser investigado pela operação Lava Jato? Será que entre a cúpula dos políticos do PT só ele é culpado? Se continuar assim vou acabar ficando com dó do Zé.
Se continuar assim vou acabar ficando com pena do Zé Dirceu. Por que só ele paga o pato? É sabido que o Lula era um pobretão, operário desqualificado que perdeu um dedo no torno que não soube operar. É sabido, também, que amealhou uma fortuna enorme nestes últimos doze anos que o PT se encontra no poder. Os honorários de presidente do PT, ou da República, não justificam tal fortuna. Logo... Mas continua blindado como se ilibado e impoluto fosse. Por que? Por que só seu fiel escudeiro Zé Dirceu vai para cadeia, por conta do mensalão, e volta a ser investigado pela operação Lava Jato? Será que entre a cúpula dos políticos do PT só ele é culpado? Se continuar assim vou acabar ficando com dó do Zé.
26.1.15
Crônica diária
Meu arsenal contra pernilongos
Resolvi declarar guerra. Tolerância
zero. Depois que esses pequenos insetos devoraram minha netinha de seis
meses, a ordem é extermina-los. Cortinado esquenta muito e nestes dias
de calor africano é insuportável. Ventilador também ajuda contra o
calor, e prejudica o pouso desses pernilongos. Prejudica mas não evita.
Tenho como parte do meu arsenal loções contra insetos, mas duvido que
seu uso constante e prolongado não faça mal à saúde. Os sprays com
inseticidas são muito eficazes mas também pouco recomendável
principalmente em se tratando de recém nascidos. Tenho as aspirais que
queimam a noite toda e exalam uma fumacinha de cheiro enjoado, que não
mata, mas espanta os insetos durante o período que estão ardendo. Tenho a
raquete que eletrocuta com um estalo formidável os pernilongos, moscas
ou qualquer insetos que se consiga acertar. O problema durante a noite é
acerta-los. Alguns se identificam pelo zumbido no pé da orelha, outros
agem como verdadeiros drones. Silenciosos só são percebidos depois do
pouso. E por derradeiro ainda tenho o espanta pernilongo eletrônico, que
se coloca na tomada elétrica, e um som, só audível por determinados
ouvidos humanos, espanta os insetos indesejáveis. Esta noite acordei com
um pernilongo na orelha. Estava com a espiral de fumacinha e o
eletrônico ligado. A luz vermelha do aparelhinho me fez lembrar os
quartos das putas da ilha de Cataguases. Me explico: quando estudava no
colégio interno de Cataguases, MG, nos idos de 1959, portanto no século
passado, a zona de baixo meretrício ficava numa ilha do rio Pomba que
banha a cidade. Nós internos frequentávamos a ilha. Os quartos eram
iluminados com abajures com luz vermelha. Acho que essa tonalidade
quente dava o calor necessário para as atividades a que nos propúnhamos.
Escondia as estrias, cicatrizes, ou marcas roxas que eventualmente as
prostitutas tivessem. Dessa época só me lembro da luz vermelha e do
cheiro de talco vagabundo. Concluindo: meu arsenal contra pernilongos
não tem sido tão eficaz contra os insetos, mas tem proporcionado
lembranças memoráveis.
PS- Sobre a Ilha podem ler mais aqui: http://elunardelli.blogspot.com.br/2011/02/ilha-prostibulo-de-cataguases.html
(21 de Fevereiro de 2011)
PS- Sobre a Ilha podem ler mais aqui: http://elunardelli.blogspot.com.br/2011/02/ilha-prostibulo-de-cataguases.html
(21 de Fevereiro de 2011)
25.1.15
Crônica diária
A crônica esta servida
Foi pensando na crônica de hoje que estabeleci um paralelo entre o
cronista e o dono de um restaurante. O primeiro tem que estabelecer um
cardápio de assuntos para agradar o apetite de seus leitores. Em ambos
os casos, por mais que renovem os cardápios, por mais variados que sejam
os temperos, os comensais que são muito exigentes, reclamam novidades.
Comidinhas ou crônicas banais às vezes fazem mais sucesso do que pratos
refinados ou muito complexos. Como saber? Nunca se sabe. A única certeza
é que a maioria dos leitores preferem refeições leves, digestivas.
Procuro não servir o prato quente do dia. Não comentar assuntos muito
frescos. Prefiro repercutir matérias já degustadas por outros cronistas e
temperadas por outras cozinhas. Assim meu leitor já tem ponto de vista
firmado sobre o assunto. Nem sempre há novidades a serem comentadas. Ou
novidades que valham a pena comentar. Mas como há fome a ser saciada, e o
restaurante não pode deixar de abrir todos os dias, muitas vezes os
pratos são os de sempre, e as crônicas repetitivas.
24.1.15
Crônica diária
Suicídio a la Argentina
Nosso vizinho de boas carnes e bons vinhos acaba de se consagrar o país dos mais inverossímeis suicídios do mundo. O promotor público Alberto Nisman não foi o primeiro a ser encontrado morto, matado, evidentemente, e que a polícia e o governo decretam suicídio. Anos atrás um certo cidadão passou três dias sequestrado e numa determinada noite seu automóvel foi encontrado a uma distância de quatro quadras de uma torre. Em determinado andar usando óculos escuros, o indivíduo se enforcou, tendo sido encontrado com o jornal, e a notícia de seu sequestro, na boca. Normal para um suicida. Outro caso escabroso um morto, matado, evidentemente, deixa uma carta manuscrita, cuja letra não era sua, e o final se desculpa pela caligrafia. Os suicidas argentinos são humoristas. Agora Nisman, um dia antes de depor sobre as acusações contra a presidente Cristina Kirchner, se mata no banheiro de sua casa, com arma que não era sua, com um disparo à vinte centímetros da têmpora. Detalhes: as portas do apartamento não estavam trancadas, e não havia pólvora nas mãos do morto. É ou não é para a Argentina se gabar como país dos mais inverossímeis suicidas?
23.1.15
Crônica diária
Marimbondo
terrorista
Essa classe de
marimbondos pode ainda não ter sido classificada pelos entomologistas de
plantão. Em síntese agem como todo terrorista. Fui vítima de um deles. Um
marimbondo solitário. A caminho da praia, ao passar por uma pequena ponte sobre
um braço da lagoa de Ibiraquera, fui subitamente (como diria o Frederico
Nasser) atacado com uma ferroada na mão esquerda. Só tive tempo, ao sentir a
picada ardida, de levar a mão direita sobre o local onde já não havia mais o
terrorista. Nem cheguei a vê-lo. Suponho tenha sido um marimbondo pelo teor da
picada, inchaço e dor. Eu não o agredi, não o vi, para dizer a verdade, e ele
me atacou covardemente. Assim agem os terroristas.
22.1.15
Crônica diária
Anônimo
O meu amigo e parceiro de tantas aventuras literárias, e na blogosfera,
Jorge Pinheiro, esta semana esteve às voltas com um anônimo. No seu
blog só comentei o necessário: "Não perca tempo com essa gente". Aqui
posso me alongar um pouco mais. Pessoas que não tem alma e nome não
merecem nossa atenção ou respeito. Só o desprezo Esconder-se no
anonimato para fazer críticas ou comentários desairosos, são
práticas covardes, próprias dos fracos, despeitados, invejosos, e
desprezíveis. Quem ainda não foi alvo desses crápulas?
21.1.15
Crônica diária
Morar na beira do mar
Faz quinze anos que moro em Santa Catarina, na praia de Ibiraquera.
Escolhi o lugar a dedo. Comecei a busca por Pernambuco, e fui descendo. O
nosso litoral tem paisagens maravilhosas. O clima vai mudando a medida
que se vai caminhando para o sul. O povo que habita esse litoral
também. Na minha escolha pesou mais o povo do que o clima. Não me
arrependo. Não teria aguentado, também, o calor do norte ou nordeste.
Tenho meses de verão quente, mas suportável, com água do mar ou da lagoa
(Ibiraquera) com temperaturas agradabilíssimas. O inverno é frio como
gostam os amantes das montanhas. E continuo a beira mar. Nessa época do
ano tenho a companhia de baleias em frente de casa. No verão ou no
inverno a lagoa propicia banhos paradisíacos. Vinte a trinta centímetros
de água salobra, transparente, com areia branca ao fundo. Fico deitado
imerso num silêncio dos deuses, cercado por cardumes de pequenos peixes,
alguns caranguejos, uma paz celestial. Uma hora pela manhã, outra
horinha no final do dia, é o bastante para suportar a eventual falta
d´água, nos meses de verão, quando as praias são literalmente invadidas
pelos turistas. O bastante para suportar o trabalho e custo de
substituir aparelhos elétricos e eletrônicos danificados pela maresia.
Desde a geladeira, aquecedores, máquina de lavar, TV, modem, roteador,
notebook, aparelhos telefônicos, ar condicionado, motores e bombas,
apresentam defeito. Invariavelmente um ou dois deles estão com problema.
Mas o prazer dessas dois banhos diários não há problema e custo que não
pague. Porque na vida tudo tem um preço. Morar em Ibiraquera é
altamente vantajoso.
PS- Eu havia acabado de escrever as linhas acima quando me deparei com esta frase da Beatriz Portugal: "Aqui ainda é um lugar onde se pode encontrar silêncio. Não só aquele silêncio que é realmente uma ausência completa de som, mas um silêncio que é uma presença de paz." Ela não se referia à minha praia, mas a frase cabe como uma luva.
PS- Eu havia acabado de escrever as linhas acima quando me deparei com esta frase da Beatriz Portugal: "Aqui ainda é um lugar onde se pode encontrar silêncio. Não só aquele silêncio que é realmente uma ausência completa de som, mas um silêncio que é uma presença de paz." Ela não se referia à minha praia, mas a frase cabe como uma luva.
20.1.15
Crônica diária
I had a dream
O sonho era completo e cheio de detalhes. Tudo
fazia o maior sentido. O Vaticano havia sido fechado e reabriria daí a dois
meses como o maior museu do mundo. O Papa Francisco voltara para a
Argentina e agora era técnico do San Lorenzo, onde desde 2008 era sócio
torcedor. Os ex padres saíram casando e outros tantos desfilando em paradas
GLS, mundo a fora. O seu antecessor morrera e tinha ido para o inferno
por ter renunciado. Os muçulmanos rasparam as barbas e as mulheres tiraram as
burcas, passaram a usar roupas claras, saias acima dos joelhos, blusas com o
colo à mostra, cabelos cortados e largos sorrisos nas bocas pintadas. Os judeus
abandonaram seus kipá e cortaram os cabelos, passando a usar roupas de tons claros,
leves e esportivos. As mulheres passaram a tomar sol nas praias e piscinas, e
se preocupar menos em andar com a família toda enfeitada com roupas antigas.
Estabeleceu-se a paz no mundo. As três maiores religiões monoteístas deixaram
de existir abrindo espaço para o Bispo Edir Macedo, que comprou as maiores e
melhores igrejas católicas, mesquitas e templos islâmicos, em todo o mundo. Com
o fim das religiões, acabaram-se as guerras e o terrorismo, e a almejada paz
mundial foi alcançada.
Vale a pena ler
Esta é a conclusão do estudo de Jumentus Frederic Skipper, psicólogo e pensador americano inventado por mim, fundador do "behaviorismo radical nas redes sociais", grandemente influenciado pelos trabalhos de Pavlov. Depois de vários anos de experiências sobre o "condicionamento de tipo III" com a famosa “Caixa de Skipper” - também inventados por mim - ele verificou que quando os ratinhos populares e brilhantes postavam idéias brilhantes recebiam um reforço negativo, pois obtinham escassos "curtir". Verificou também que, quando aqueles mesmos ratinhos postavam asneiras, o reforço era positivo pois alcançavam 700 "curtir". Estas respostas e suas consequências reforçadoras provocaram os efeitos colaterais relatados no último e também imaginário "Encontro da Comunidade Las Vigas”, no México: "As redes sociais, sobretudo Facebook, são destruidoras de cabeças brilhantes. Grande parte tornou-se imbecil."
19.1.15
Crônica diária
Muita comoção por nada
Com relação a
execução por fuzilamento de dois traficantes brasileiros, presos e condenados
na Indonésia, não chego a perceber por que tanta comoção. Quantos traficantes,
muito menores, são mortos, fuzilados nos morros e favelas cariocas? Alguém se
importa? E por que tanta comoção com esse Marco Moreira? Sou contra algumas
leis ou regras, mas absolutamente a favor de que leis e regras sejam
obedecidas. As leis na Indonésia são claras a esse respeito. Trafico de drogas
é punido com fuzilamento. O Marcos Moreira sabia disso. Resolveu correr o
risco. Aqui no morro carioca, onde o trafico também é proibido, e não há pena
capital para esse crime, são executados dezenas de traficantes por mês. Da para
entender tanta comoção com relação ao traficante brasileiro na Indonésia?
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Falaram do Varal:
"...o Varal de Ideias é uma referência de como um blog deve ser ." Agnnes
(Caminhos e Atalhos, no mundo dos blogs)..."parabéns pelo teu exemplo de como realmente se faz um blog...ou melhor tantos e sempre outstandings...".
(Vi Leardi )











