28.2.14

TABOA no vento

 Chantal Velloso e Marcelo Aranha são os colecionadores que exibem em suas casas essa tela. Fico muito feliz de reve-la de quando em quando. E ainda mais sabendo que o casal gosta dela.

Crônica diária

Todos temos nossas cores favoritas. O que seria do amarelo, se todos gostassem do azul, já dizia o velho ditado. Mas há cores que caem bem em determinadas circunstâncias outras que não vão tão bem em determinadas coisas. Por exemplo, cores de camisa social e gravata não devem ser tão vivas e berrantes quanto as de uma gelatina. Ao escolher uma balinha de goma vou direto nas verdes e roxas. Gosto mais delas do que das vermelhas e laranjas. Sapatos só preto ou marrom.  Carro prateado  ou azul marinho. Tem também a questão da cor da moda. Dessa fujo como o diabo da cruz, expressão tão velha como do tempo que homem não usava camisa cor-de-rosa, mulher não fumava e criança usava calça curta até ter pelo na perna.

27.2.14

Uma, duas e três esculturas na PIACABA




As três juntas

Crônica diária

Quando comecei, há seis semanas atrás, uma rígida dieta de gordura por conta de excesso delas no meu fígado, órgão importante no meu complicado tratamento para controlar minha mielodisplasia ( disfunção da medula) não desconfiava que até uma miséria de legumes e verduras sem tempero me alimentaria. A supressão de pão e correlatos, de carne vermelha em suas mais diversas formas, me abateu profundamente. O novo cardápio composto de verduras, legumes e frutas passou a ser minha refeição. No início dolorosíssimo. Sonhava comento churrascos maravilhosos. Ainda hoje o cheiro de churrascarias me faz salivar. Mas meu organismo se habituou. Essa pequena miséria culinária passou a ser o suficiente para me alimentar. Mais magro três quilos, principalmente perdidos na barriga e laterais, fizeram as roupas voltarem a caber folgadas e elegantes. As três sessões semanais de academia de ginástica, no princípio torturantes, passaram a ser prazerosas.  Não há situação em que o homem não se adapte. A natureza é sábia e os mecanismos de adaptação humanos são automáticos.

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Jorge Pinheiro deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Crônica diária":

Como sabe, eu sou um "implicante" continuado. Detesto expressões óbvias e frases comuns. Mas um verdadeiro escritor não está nem aí. Um escritor não fica no formal. É como um fotógrafo de enquadramento ou um músico do improviso. Um escritor escreve. Não brinca com palavras.

Postado por Jorge Pinheiro no blog . em terça-feira, 25 de fevereiro de 2014 22:41:00 BRT 
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26.2.14

Lagarto doméstico

Meu companheiro lagarto na PIACABA ( Fevereiro 2014 )

Crônica diária

Não são nada animadoras as percepções que podemos aferir com os recentes acontecimentos políticos na Ucrânia. Haja visto a deposição de um Presidente recém eleito pelo voto popular. Ainda que pelo Congresso, que tem mandato constitucional para isso. Mas o Congresso só o fez porque o povo estava nas ruas à beira de uma guerra civil. O motivo da discórdia era o futuro do país. O Presidente deposto queria a volta à submissão Russa, e os opositores uma maior integração à União Europeia. Os primeiros partidários de "um filme já visto", seus adversários jovens esperançosos e idealistas. A Rússia jogando pesado para não perder o parceiro, e a União Europeia mais sóbria, aguardando os acontecimentos. É evidente que a Ucrânia tem mais a ganhar como um país livre e independente no longo prazo. No curto, os rubros russos falam mais alto, mas já se conhece o final do "filme". Feliz o país que pode determinar seu destino. Certo ou errado, o povo da Ucrânia, esta construindo sua história. Triste do nosso que por não ter oposição, não ter um perigo eminente, caminha inexoravelmente para o calabouço da mediocridade. Com um Congresso venal ( haja visto a votação secreta ,defendendo um deputado condenado e preso na Papuda), com uma classe C e D completamente cooptada pelas benécies governamentais, com governos sem estratégias de médio e longo prazo, sem visão dos verdadeiros problemas brasileiros, nosso fim é melancólico.

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Tomaselli Maria mas às vezes uma história interessante se sobrepõe ao mero estilo.. . a velha briga forma e conteúdo..... e quando a forma vira o conteúdo, os leitores se vão, via de regra,
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Nelson de Souza Simpático: verdade, requer vocação e não é para qualquer um não! Sou um dos que não tem... Te leio sempre mas nem sempre encontro a forma ou maneira de tecer meu comentário. Deixo então para depois. Com mais tempo. Aí, o tempo passa e meu comentário ficou sómente na intenção... Abraços e continue dedicado. Tens talento e leitores...

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Jacinto Gomes mencionou você em um comentário.Jacinto escreveu: "Escrever requer tenacidade. E é por isso que eu não escrevo. Não fui dotado dessa qualidade. E é esse trabalho diário, esse ofício diário, como lhe chama o nosso querido Eduardo Lunardelli, que eu admiro nos escritores e que me faz ler diariamente, não só pelo prazer de fruir a literatura como arte, mas também por ter uma certa "inveja" de não conseguir ter o afinco suficiente para engendrar uma história ou crónica com pés e cabeça."
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  Li Ferreira Nhan deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Crônica diária":

"VIA DE REGRA" nunca mais terá o mesmo significado depois de que vc escreveu....
:)  
Postado por Li Ferreira Nhan no blog . em terça-feira, 25 de fevereiro de 2014 15:37:00 BRT 
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25.2.14

Regime na PIACABA

Regime na PIACABA é mais divertido. Peito de frango com cuscus marroquino, maçã, cenoura, beterraba e cebolinha

Crônica diária

O ato de escrever é um hábito, ou ofício, como outro qualquer. Requer vocação, dedicação, e muita transpiração. Essa coisa de inspiração é para os poetas. Não é para qualquer um. O tema surgiu quando meu leitor Claudino Nóbrega disse que eu tinha "facilidade" e descoberto "o caminho das pedras". Minha querida leitora, escritora e jornalista Paula Dip retrucou dizendo que escrever era duro e trabalhoso. Quem escreve sabe disso. Nem sempre, quem lê, se da conta. Os escritores costumam prestar atenção e admirar formas e maneiras novas. O leigo não percebe. O profissional da escrita valoriza um bom texto. O leitor desavisado nem percebe a diferença. Mas não é diferente com o cinema, teatro, fotografia, pintura, arquitetura, com as artes em geral. Só os iniciados notam e entendem os detalhes. Estou lendo a longa biografia de Tolstói da escritora Rosamund Bartlett, com tradução de Renato Marques. Nem Tolstói, nem Rosamund são responsáveis, mas o tradutor usou dezena de vezes a expressão "veio a lume", e algumas "via de regra". Que horror! Nós escritores acabamos implicantes

24.2.14


Borboleta

Fevereiro de 2014 - E.P.L.

Crônica diária

Assisti esta semana dois programas jornalísticos falando da violência do brasileiro. Um do Gabeira onde questionava a fama do brasileiro cordial. Outro na Globo News na mesma linha. Todos os entrevistados davam a entender que o brasileiro é, e sempre foi violento. Discordo totalmente. Usar número de mortes, estatísticas, sem comparar com outros povos, proporcionalmente, não se pode chegar a conclusões honestas. O espanhol, o russo, os turcos são muito mais violentos que os brasileiros. Comparar número de mortes do Vietnã com mortes nas favelas brasileiras, é comparar duas guerras diferentes, em tempos diversos, por causas dispares. O brasileiro já foi mais cordial, mas esta longe de ser um povo violento. Acontece que as aspirações das pessoas vão aumentando com o tempo, e os meios pacíficos para demonstrar suas insatisfações vão se esgotando, e a ação violenta advém naturalmente. A solução não é instrumentalizar mais a polícia, mas resolver objetivamente os problemas demandados.

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Aloísio De Almeida Prado Não exagere Dudu, os Penteado, quase todos, são gente fina, culta, simpática e bonita. A beleza do povo paulista é devida, em grande parte, pelo rico DNA deles, sobretudo quando esses estão cruzados com os vênetos de Cimitá.

Cassio Penteado Está vendo Eduardo Lunardelli pessoas com apurado substrato social, afinal um Aloísio De Almeida Prado nos elogia...criticar quem há de??? kkkk
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 Eduardo Penteado Lunardelli Aloísio De Almeida Prado, mas há desvantagens. Além do peso, o autor (no caso autora) abusou das repetições, exagerou nos detalhes, e óbvio, em se tratando de 1800, a maioria imaginados e ficçionados. Logo por mais interessante que tenha sido a rica vida de Tolstói não há como não enfarar. Passei da metade, mas não sei se vou chegar ao fim, a não ser que queira me especializar no russo, e dele fazer uma tese de doutorado.
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Jorge Pinheiro deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Crônica diária":

O prefácio está excepcional, mas nunca pensei ser comparado ao Putin. Vou olhar melhor para o homem :))

Postado por Jorge Pinheiro no blog . em domingo, 23 de fevereiro de 2014 17:18:00 BRT
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23.2.14


Pratinhos do meu regime

 Babem de prazer. Mas é só regime. Zero de gordura. Ou o mais próximo de zero.
Peito de frango grelhado, palmito assado e purê de beterraba. Comidinhas da PIACABA.

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Gustavo Doro mencionou você em um comentário.
Gustavo escreveu: "Caro Eduardo Penteado Lunardelli, a única vantagem da atitude de seus pais e sua família em não estimular seu ego, é que não existe cantor de axé, MC e funkeiro que não se achem o máximo. Portanto qdo nós começamos a elogiar e venerar nossos filhos, começamos a criar estes "famosos"."

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Valentim Marcia só por alguns comentários Eduardo Penteado Lunardelli, dá prá perceber quem está no centro da vida e quem está na periferia da vida... sociedade hipócrita... e sem consciência do coletivo... se não está pegando no circulozinho do próprio umbigo que se dane o resto... por isso o brasiliuiuiu vai de mal a pior... a maioria que poderia fazer algo não quer saber de porra nenhuma a não ser do empinamento da ponta do nariz...triste a falta de consciência... e consciência se adquire com o infrigir dos ovos... é preciso se autoconhecer...aqui um trabalho honesto não tem valor algum... td gira em torno do ganhar, a sociedade do me engana que eu gosto...sociedade do levar vantagem em td... mas brasil só quer mostrar socialmente bulshits
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Crônica diária



Um sonho com a Rússia

As madrugadas me são férteis. Não se trata de fornicação ou fecundação ao raiar do dia, mas de uma enorme ejaculação de ideias matinais. Para tanto mantenho um caderno pautado e caneta no criado mudo. Se não anoto, ao acordar não me lembro de tudo. Estou lendo a biografia de Liev Tolstói que ganhei da leitora Rosa Moreira. Nada autoriza ninguém a falar sobre um livro de setecentas páginas quando se esta na página 207. Mas acredito que tenha sido a leitura que me fez sonhar (ou foi pesadelo) com a Rússia. Não a de 1780, mas a de nossos dias. Corrupta, agitada, violenta, e fazendo parte do BRICS. (acrônimo que significa Brasil/Rússia/Índia/China  e África do Sul). No sonho os russos devassos haviam renunciado ao PIB (que em russo quer dizer: " Paus intra bucetas") e a vida voltara a ser serena, calma, alegre como nos dias feriados onde não há transito, nem de veículos, nem de gente pelas ruas. A calma voltou à agitada Rússia. O trabalho ético e honesto  voltou a ser o foco do povo russo. Homens pequenos em estatura, como era o gigante leão Tolstói em sua época, voltaram a imperar na Rússia na figura franzina do Vladimir Putin. E mais uma vez esse curioso sonho tem contato com a realidade quando há dias atrás escrevi o prefácio para um futuro livro do amigo Jorge Pinheiro, onde comparo escritores e artistas de pequeno físico, com obras e atuações de grande porte. Tolstói, Putin entram nessa lista. E para completar o sonho alguém me disse que o significado de "vertiginosamente", em russo é " virgensnãomentempranós". Eta língua complicada.

22.2.14

MYRA LANDAU

Lugar de trabalho de MYRA LANDAU

Crônica diária

Para entender o momento presente numa síntese de dez pontos:

1) O trabalhador brasileiro paga uma carga brutal de impostos.
2) Os poderes públicos nas três esferas são ineficientes e corruptos.
3) Houve no governo passado uma distribuição de renda através de aumentos reais de salários e benefícios para a classe mais pobre, promovendo uma ascensão social.
4) O governo federal abriu mão de impostos para fomentar e favorecer o consumo.
5) Uma quantidade grande de gente que não tinha nada, passou a ter um pouco.
6) Quem já tinha um pouco, quer mais e com melhor qualidade.
7) Os serviços públicos, na saúde, educação e transportes são deficientes e de baixíssima qualidade.
8) A mobilidade urbana nos grandes centros é precária. Gasta-se mais tempo no transporte do que em horas de trabalho.
9) O povo insatisfeito sai às ruas para se manifestar e reivindicar.
10) Os governos não tem como atender as demandas.

Simples assim.

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Jose Papa Junior mencionou você em um comentário.
Jose escreveu: "Familia a Parte.Tenho apreço pessoal,profissional e poliktico peloescritor Eduardo Eduardo Penteado Lunardelli."

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Jorge Pinheiro deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Crônica diária":
ELOGIO AOS FILHOS ÚNICOS

Ser filho único de uma família pequena (é o meu caso) tem as suas vantagens. Somos mimados sem escrúpulos ou invejas, não temos que repartir afectos, nem dar lições aos mais novos ou receber dos mais velhos. Podemos exibirmos à vontade que todos acham graça e não temos a difícil tarefa de nos impor no seio da própria família. Ficamos, assim, mais disponíveis para "atacar o mercado externo". Se tivermos um mínimo de inteligência, acabamos por perceber que "isto não é tudo nosso" e moderamos a nosso egocentrismo. Aliás, esse egocentrismo já está implícito e nem carece de se afirmar. Uma outra vantagem: a herança é toda nossa. Desvantagens: libertarmo-nos das mães excessivas (não é o meu caso;estarmos totalmente sozinhos sempre que há dificuldades ou momentos críticos na família.

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21.2.14

Telhado novo


Foto de Eduardo Novaes. Fazenda Santa Rita do Mato Dentro, Fevereiro de 2014. Telhado novo.

Crônica diária

Estímulos familiares

Nossas famílias, tanto pelo lado paterno, como pelo materno, nunca foram de estimular muito seus membros. Tanto assim que aqueles tios e tias que incentivavam seus filhos eram notados e motivo de pilhéria. O resultado no frigir dos ovos ( expressão daquele tempo) foi inócuo. Lembro disso agora, passados setenta anos, no meu caso, porque os tios já morreram, mas temos primos irmãos que herdaram essa característica. O Cassinho, aqui conhecido como Cássio Penteado,dia desses chamou a atenção do meu leitor Claudino Nóbrega por conta dos elogios que me fez. Disse que se continuasse fazendo "eu iria me achar!" Ouvi isso na casa dos meus pais e irmãos quando tinha 12 ou 15 anos. Mas ouvir agora aos setenta, é demais. Se não me "achar" agora, quando vou poder? Definitivamente estou perdido, se depender dessa família.

20.2.14

Rui Silvares

Crônica diária

Saúde não se improvisa

Os governos do PT se notabilizaram por escândalos (mensalão), improvisações,  e maquiagens. Programas emergenciais, tapa buraco, e sujeira sob o tapete. Faltou um projeto para o país, faltou visão global dos problemas brasileiros. O foco foi único e exclusivo na caça ao voto. Promoveu o consumo, atendendo os anseios de uma enorme parte da população pobre e carente. Para que não tem absolutamente nada, uma pequena migalha, já é alguma coisa. Isso o PT fez com enorme competência. Distribuiu bolsas para tudo. Leite, educação, etc...etc...Esqueceu dos projetos macros. Saúde, Educação, Transporte, Segurança. Não resolveu o custo Brasil que vem inviabilizando nosso país. E imaginou, sempre pressionado pelas ruas, que seria possível fazer da saúde uma outra bandeira. Inventaram o programa mais médicos. Foram a Cuba buscar médicos emprestados ganhando salários de enfermeiras brasileiras. A diferença entre os salários pagos e os realmente recebidos pelos médicos ficou com o Governo cubano. Mas eles já estão desertando. Não se faz mágica, não se improvisa nessa área. Mais uma vez um programa só de fachada, com grande apelo popular e demagógico.

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Paula Dip nada facilita a escrita...é trabalho duro, sempre.

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19.2.14

Minha irmã Elisa Novaes

Minha irmã Elisa no centro da imagem. Foto de Paula Canto no almoço de 70 anos do Carlão Sobral, na casa da filha no Condomínio Quinta da Baronesa. Fev2014

Crônica diária

Vuitton original

O escritor Mauro Castro me perguntou: como saber se um artefato da marca Vuitton é original, ou uma cópia, se todos são feitos na China? A resposta ele mesmo deu: "Basta olhar para a mulher que o porta".

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Dulce Vasconcellos mencionou você em um comentário.
Dulce escreveu: "Eduardo Penteado Lunardelli, tenho lembrado de você e desta postagem quando assisto às Olimpiadas em Sochi e vejo as imagens espetaculares obtidas pelas câmeras montadas em drones. Taí uma bela aplicação dessas engenhocas!"
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  • Claudino Nobrega Mas duvido que venha a superar a cronica do "Açougueiro do bairro" que é uma lição de vida! rerererere
  • Eduardo Penteado Lunardelli Claudino Nobrega, para o cronista diário, falar do cotidiano é sempre um desafio. Maior ainda quando há imposições de espaço. Não devem superar dez linhas. Dirijo-me a um publico heterogêneo, apesar de não parecer. Esses 20 leitores ( e eram cinco ...Ver mais
  • Claudino Nobrega Com certeza, Eduardo, tentar contentar a todos é uma perda de energia gigantesca. Competir consigo mesmo tambem não dá porque tem dias de maior fluencia neste e naquele sentido de forma que cada cronica é unica. Acertar e errar, neste caso, são pontos de vista. O fato de voce compartilhar a sua facilidade em escrever é o que conta.
  • Eduardo Penteado Lunardelli E quem disse que é fácil???? srsrs Forte abraço, amigo Claudino Nobrega
     
    Claudino Nobrega Não é facil, porem, vc tem o caminho das pedras, o que de certo modo facilita!
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18.2.14

Fotógrafos

Eugenio Recuenco

TAXITRAMAS



Crônica diária

Direitos humanos seletivos

Lendo um artigo do jornalista Luiz Fabiano com o título que dei a esta crônica, me impressionei com a coincidência. Dois dias antes, no aeroporto de Congonhas, meu voo atrasou uma hora. Durante essa espera um passageiro sentou ao meu lado e puxou conversa. Perguntou se eu estava no mesmo voo, indicando com um movimento de queixo o painel à nossa frente. Confirmei com outro leve movimento de cabeça. Daí para frente a conversa deslanchou. Ele estava indo passar férias em Buenos Aires com escala em Florianópolis. Perguntou se daria tempo para ir conhecer uma das praias da ilha, e eu informei que eram longe do aeroporto. Depois disse ser advogado, professor na Universidade de Goiânia. Trabalhava junto à Maria do Rosário, com "Direitos Humanos" ligados ao sistema prisional. Fora casado com uma filha do João Mineiro, grande fazendeiro no norte do Pará. E ficou espantado de eu nunca ter votado no PT. A conversa tornou-se político/ideológica e nossas diferenças tornaram-se insuperáveis. Eu disse textualmente, o que agora leio no texto do Luiz Fabiano. Vocês dos Direitos Humanos só veem os direitos dos bandidos, assassinos, e estupradores. As famílias dos policiais que morrem, todos os dias, nos confrontos com os marginais não merecem nenhuma atenção. Vocês exercitam o Direito humano seletivo. Nos despedimos civilizadamente e embarcamos.

17.2.14

Marina Marmontel Leite do Canto

Varal mandado pela minha cunhada. Obrigado Marina.

Crônica diária

Piracaia e Joanópolis entraram no mapa

A semana passada conheci essas duas pequenas, pacatas e quase desconhecidas cidades do complexo Cantareira. Fiquei encantado com a represa que deu nova vida e esperança aos seus moradores. Conhecidas como Paraíso das águas, as represas da Sabesp enfeitam e valorizam os arredores dessas cidades. Na madrugada desse ultimo sábado 30 homens, fortemente armados, invadiram e fizeram a polícia refém, enquanto explodiram 13 caixas eletrônicos de duas agências bancárias. Ninguém foi preso. Piracaia ( peixe assado ) e Joanópolis viraram notícia. Não pelas suas qualidades. Entraram no rol das cidades pequenas com os problemas das grandes metrópoles. Com certeza agora vão reforçar a segurança colocando mais de dois policiais, que eram os existentes até então. Mas sempre serão poucos para anular a ação de bandos, bandidos e bandoleiros profissionais.

Crônica diária

Norival Duarte deixou um novo comentário sobre a sua postagem "No templo da carne":

Eduardo:
Esse comportamento de açougueiros, pra falar só dessa classe, infelizmente, é algo comum e creio que é uma doença incurável deles por esse Brasil afora. Pra início de conversa, como você mencionou, o pior, mas pior mesmo, é eles prepararem as carnes de costas para os clientes. acho que aí começa a soberba e ignorância deles.
Grande abraço.

Postado por Norival Duarte no blog O ÚLTIMO BLOG em 16 de fevereiro de 2014 08:18
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16.2.14

Mauro Castro e família

Ontem recebi na Piacaba uma inesperada e muito gostosa visita da Família Mauro Castro. Isso mesmo, o famoso escritor e taxista do blog TAXITRAMAS e dois livros esgotados de crônicas do cotidiano da vida de um motorista de praça em Porto Alegre. Gilda, Mauro, Bruna e Fernanda almoçaram e seguiram viagem para Florianópolis onde passam o fim de semana. A conversa sobre literatura, livros e a vida, não tem fim. Uma família muito querida. A ilustração deste post é uma esculturinha de argila de minha autoria, fotografada pelo Mauro, sobre seu piano.

Crônica diária

Chamar de canalha os deputados, que em seis meses mudaram seus votos, no caso da cassação do mandato de um condenado a 13 anos de cadeia, é inadequado? Natan Donadon (sem-partido-RO) devidamente processado, durante anos de julgamento, onde teve todos o direito de defesa, e onde as provas de seus crimes de desvio, de mais de oito milhões de reais do povo de Roraima, levaram o STF a condena-lo, ainda assim não perdeu o mandato de Deputado Federal criando o enorme constrangimento: um deputado na Papuda. Se não fosse o ridículo da discussão sobre quem cassa o mandato, se a própria sentença condenatória, da maior corte do país, ou o voto de seus pares. Estes o absolveram, não cassando seu mandato, em trágica noite do Congresso, em Outubro de 2013. Seis meses depois, e na primeira votação nominal aberta da Câmara dos Deputados quase todos que o absolveram, sob o manto do voto secreto, não tiveram a coragem de mantê-lo. Canalhas. Mas doze deles estavam no Plenário ( registraram presença ) e não votaram. Canalhas, mas coerentes. A bem da verdade é preciso que se diga que são 513 deputados ao todo. Estavam presentes 481. Votaram pela cassação 467 votos,  210 a mais do que o mínimo necessário. 12 ficaram ao lado do condenado não votando. Canalha o condenado por não ter renunciado, evitando todo esse constrangimento. Canalha os que mudaram seus votos por conta do voto aberto. Canalhas os 12 que se equipararam ao condenado. Sobram poucos..

Comentários que valem um post

Ricardo Ramos Filho Muito bom, meu caro Eduardo, você está escrevendo cada vez melhor. Grande abraço, amigo
No FB
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Claudino Nobrega Espetacular, meu caro! Pasmei com esse texto. Maravilhoso. Se fosse o texto meu, pararia na palavra "ouvido", eu, pessoalmente, detesto desfechos...rererere Parabens! Bfs
Claudino Nobrega Obra prima
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Cassio Penteado Menos Claudino Nobrega, se não o Eduardo Penteado Lunardelli vai se 
 achar kkkkkkkkkkkkk
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 João Gaspar de Jesus Eduardo. Aqui em Matosinhos há um Restaurante cujo dono é uma besta. O cliente tem de se sentar onde o gajo manda; não pode falar em carne, só peixe. E caso tenha o azar de pedir para fritar o dito, está bem tramado, o gajo olha-o com má cara e diz-lhe: "aqui não se estraga o peixe !". Só lá fui uma vez pela mão de um Amigo que gosta muito de milharas (ovas de peixe). Viu-as expostas e pediu; - quero aquilo! Responde o gajo, estão aí mas são para mim...! No final da refeição comemos um gelado que vinha já de fábrica numa tacinha de cerâmica. Minha mulher pediu para fixar com ela e a besta facturou. Pagamos a refeição mais a taça e juramos de nunca mais lá entrar. No reclame lá está em letras grandes " O MALCRIADO ". Dizem-me que continua de lotação esgotada. Conclusão: os portugueses têm o fetiche das prostitutas. GOSTAM DE QUEM OS FO..
No FB
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