31.1.14
Crônica diária
Solidão absoluta
Ele estava tão só, tão só que resolveu colocar um espelho na frente do computador e passou a escrever e-mails para si próprio.
Comentários que valem um post
Silvares deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Crônica diária":
Nunca tinha pensado nisso. Sempre tive alguma dificuldade em perceber qual é a minha casa. Se aquela onde vivo com a minha mulher e filha, se a outra, que fica a 300 km, onde vivi a minha infância e que já era dos meus trisavós e, agora, é minha e do meu irmão, se, ainda, a casa dos meus pais, que fica lá perto. Sinto-me sempre tão em casa em qualquer um destes lugares que nem nunca pensei nessa tal falta de liquidez...
:-)
Postado por Silvares no blog . em quinta-feira, 30 de janeiro de 2014 06:57:00 BRST
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Jorge Pinheiro deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Duas fotos da Bahia":
Porque será que pressinto que o Eduardo prefere SP a estes locais paradisíacos feitos de areia e coqueiros? Não que as fotos não sejam inspiradoras, mas noto um certo neo-realismo crítico. Será?
Postado por Jorge Pinheiro no blog . em quinta-feira, 30 de janeiro de 2014 09:31:00 BRST
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Jorge Pinheiro deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Crônica diária":
De facto a situação vista do lado de cá é lamentável. Fica-se com a ideia que o Brasil não consegue organizar nada de jeito e que a insegurança é muita. Não há transportes decentes, etc,etc. Mas é mais uma vitória política que ficarão a pagar por largos e bons anos. As manifs são irracionais como quase todas as manifs. Não se pode pedir ao "povo unido" racionalidade. Finalmente, não lembra ao diabo ir jogar para Manaus...
Postado por Jorge Pinheiro no blog . em quinta-feira, 30 de janeiro de 2014 09:40:00 BRST
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Nunca tinha pensado nisso. Sempre tive alguma dificuldade em perceber qual é a minha casa. Se aquela onde vivo com a minha mulher e filha, se a outra, que fica a 300 km, onde vivi a minha infância e que já era dos meus trisavós e, agora, é minha e do meu irmão, se, ainda, a casa dos meus pais, que fica lá perto. Sinto-me sempre tão em casa em qualquer um destes lugares que nem nunca pensei nessa tal falta de liquidez...
:-)
Postado por Silvares no blog . em quinta-feira, 30 de janeiro de 2014 06:57:00 BRST
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Silvares deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Criatividade brasileira":
Isso é uma obra-prima do desenrascanço!!! É motivo de orgulho e mostra bem o génio inventivo de quem põe a coisa em prática.
Muito bom!!!
Postado por Silvares no blog . em quinta-feira, 30 de janeiro de 2014 07:02:00 BRST
Isso é uma obra-prima do desenrascanço!!! É motivo de orgulho e mostra bem o génio inventivo de quem põe a coisa em prática.
Muito bom!!!
Postado por Silvares no blog . em quinta-feira, 30 de janeiro de 2014 07:02:00 BRST
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Jorge Pinheiro deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Duas fotos da Bahia":
Porque será que pressinto que o Eduardo prefere SP a estes locais paradisíacos feitos de areia e coqueiros? Não que as fotos não sejam inspiradoras, mas noto um certo neo-realismo crítico. Será?
Postado por Jorge Pinheiro no blog . em quinta-feira, 30 de janeiro de 2014 09:31:00 BRST
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Jorge Pinheiro deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Crônica diária":
De facto a situação vista do lado de cá é lamentável. Fica-se com a ideia que o Brasil não consegue organizar nada de jeito e que a insegurança é muita. Não há transportes decentes, etc,etc. Mas é mais uma vitória política que ficarão a pagar por largos e bons anos. As manifs são irracionais como quase todas as manifs. Não se pode pedir ao "povo unido" racionalidade. Finalmente, não lembra ao diabo ir jogar para Manaus...
Postado por Jorge Pinheiro no blog . em quinta-feira, 30 de janeiro de 2014 09:40:00 BRST
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30.1.14
Crônica diária
Claro que vai haver Copa
Queiram ou não a meia dúzia de "Black Blok" vai haver Copa no Brasil. E
não me venham dizer que faltam motivos para protestos políticos no
país. Poderiam estar protestando contra a ilegitimidade dos Partidos
Políticos, pela Reforma Política, pela qualidade da Saúde, da Educação,
dos Transportes, pelo fim da impunidade nos casos de corrupção, pelo
comportamento dos Juízes do Supremo, pelo corporativismo dos Petistas
que arrecadam dinheiro para pagar multa de condenados pela Justiça,
enfim há uma centena de razões para se ir às ruas fazer protesto. E há
momentos certos para faze-los. Não é na ante véspera de uma Copa do
Mundo que se vai às ruas tentar impedi-la, ou tentar assustar
torcedores estrangeiros. Se o mal esta feito, tentar piora-lo é ainda um
crime maior. Quem é contra a Copa no Brasil deveria ter se manifestado
quando o governo brasileiro fez de tudo para traze-la para cá. Agora é
tarde. É tarde para concluírem as obras que como sempre estão atrasadas e
muito mais caras do que foram orçadas. Tentar impedir agora só colabora
para aumentar o prejuízo que o evento pode causar às finanças públicas.
Vamos torcer para que de tudo certo. Vamos torcer para o Brasil ganhar.
E se não for campeão, saiba perder com esportividade. Vamos esperar que
o resultado econômico seja superavitário. Não há nada mais a fazer.
Comentários que valem um post
Anônimo deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Crônica diária":
Eduardo,
é isso que me apavora, já perdi as contas de quantas vezes já fui assaltada em SP: é dentro do ônibus, andando, dirigindo... a última é um ´´tiroteio´´ que presenciei entre um rapaz e a polícia. O final não preciso descrever, vc deve imaginar. Como diz Nelson Rodrigues ´o subdesenvolvimento é um trabalho de ´seculos´ :(
madoka
Postado por Anônimo no blog . em terça-feira, 28 de janeiro de 2014 21:43:00 BRST
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João Menéres deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Crônica diária":
Casas de férias têm as suas vantagens.
Também trazem quase a obrigação de se passar lá o tempo das férias...
As casas nas cidades maiores estão a preços miseráveis para se venderem !
Nem todos adivinham como investir, tendo como objectivo um prazo relativamente curto...
A crónica de hoje, intitulada CONSELHO é muito cheia de tino !
Postado por João Menéres no blog . em quarta-feira, 29 de janeiro de 2014 10:59:00 BRST
************************************************************************************
Américo Picanço Excelente conselho de vida. Não sei é se você conseguiria sobreviver sendo corretor de imóveis. Pelo enunciado acima, mesmo com um negócio fechado, você com essa sua bendita sinceridade e honestidade seria capaz de fazer o comprador se arrepender e desfazer o negócio, se você achasse que não era a compra ideal para ele. Eduardo, você é um cara puro e de caráter ilibado, desde o princípio de nosso conhecimento em Cataguases, senti, sempre, isso em você. Gostaria de alardear aqui para as pessoas assinarem em baixo deste comentário(afirmação mesmo) a seu respeito. Sou cada vez mais seu amigo e admirador( mesmo de longe). Grande abraço!
No FB
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Eduardo Penteado Lunardelli Américo Picanço, agradeço suas generosas palavras. Não sei se as mereço, mas as aceito com grande alegria. Sou daqueles que participam da ideia de que se deve dizer em vida o que se pensa (de bom) das pessoas. O usual são grandes e eloquentes depoimentos póstumos. Tanto assim que criei, há anos atrás, um blog onde escrevo o que penso dos amigos, para que eles possam saber em vida, e não depois da morte. Fiquei comovido com seu depoimento. E se posso (e depois dos setenta, se pode) dar mais um conselho, não espere que as pessoas "assinem em baixo", pois algumas delas pode até concordar, mas se manifestar por
escrito é muito raro. Você é um desses raros amigos. Forte abraço.
No FB
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Ana M Fc Ap AMÉRICO PICANÇO EU ASSINO EMBAIXO DO SEU EXCELENTE ALARDE SOBRE O EDUARDO.
No FB
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Graziella Debbane Concordo
100%: os sonhos mudam como muda a vida e seus projetos. É difícil
precisar o ideal, o para sempre! O importante é continuar a sonhar
tentando adaptar a maior parte desses sonhos à realidade de nossas
vidas: seja em terra, mar ou ar... Hoje estou num barco - projeto de
volta ao mundo para mais sete, dez anos... É sempre bom saber que, caso
queira, precise, vendo o barco e volto para a terra. Se conseguirei isso
lá é uma outra história. Os sonhos tendem a não ter tanta liquidez
imobiliária - risos... Abraços meu querido e torço, para que consiga
vender, comprar, morar e sonhar mais em qualquer outro lugar!
No FB
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Eduardo,
é isso que me apavora, já perdi as contas de quantas vezes já fui assaltada em SP: é dentro do ônibus, andando, dirigindo... a última é um ´´tiroteio´´ que presenciei entre um rapaz e a polícia. O final não preciso descrever, vc deve imaginar. Como diz Nelson Rodrigues ´o subdesenvolvimento é um trabalho de ´seculos´ :(
madoka
Postado por Anônimo no blog . em terça-feira, 28 de janeiro de 2014 21:43:00 BRST
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João Menéres deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Crônica diária":
Casas de férias têm as suas vantagens.
Também trazem quase a obrigação de se passar lá o tempo das férias...
As casas nas cidades maiores estão a preços miseráveis para se venderem !
Nem todos adivinham como investir, tendo como objectivo um prazo relativamente curto...
A crónica de hoje, intitulada CONSELHO é muito cheia de tino !
Postado por João Menéres no blog . em quarta-feira, 29 de janeiro de 2014 10:59:00 BRST
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Américo Picanço Excelente conselho de vida. Não sei é se você conseguiria sobreviver sendo corretor de imóveis. Pelo enunciado acima, mesmo com um negócio fechado, você com essa sua bendita sinceridade e honestidade seria capaz de fazer o comprador se arrepender e desfazer o negócio, se você achasse que não era a compra ideal para ele. Eduardo, você é um cara puro e de caráter ilibado, desde o princípio de nosso conhecimento em Cataguases, senti, sempre, isso em você. Gostaria de alardear aqui para as pessoas assinarem em baixo deste comentário(afirmação mesmo) a seu respeito. Sou cada vez mais seu amigo e admirador( mesmo de longe). Grande abraço!
No FB
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Eduardo Penteado Lunardelli Américo Picanço, agradeço suas generosas palavras. Não sei se as mereço, mas as aceito com grande alegria. Sou daqueles que participam da ideia de que se deve dizer em vida o que se pensa (de bom) das pessoas. O usual são grandes e eloquentes depoimentos póstumos. Tanto assim que criei, há anos atrás, um blog onde escrevo o que penso dos amigos, para que eles possam saber em vida, e não depois da morte. Fiquei comovido com seu depoimento. E se posso (e depois dos setenta, se pode) dar mais um conselho, não espere que as pessoas "assinem em baixo", pois algumas delas pode até concordar, mas se manifestar por
escrito é muito raro. Você é um desses raros amigos. Forte abraço.
No FB
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Ana M Fc Ap AMÉRICO PICANÇO EU ASSINO EMBAIXO DO SEU EXCELENTE ALARDE SOBRE O EDUARDO.
No FB
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Cassio Penteado O que admiro no primo Eduardo Penteado Lunardelli
é sua (rara) versatilidade ao escrever, no dia a dia. Ontem, terça, por
exemplo estavamos no cantinho da literatura (um Pen Club caboclo,
dir-se-ia). Hoje, quarta, estamos em uma aula de Economia Aplicada...vai
ser versátil assim na Piacaba !!!! "honni soit qui mal y pense"
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No FB
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29.1.14
CARAÍVA/ CORUMBAU - 6ª Parte
A maioria das casa da Bahia tem um varal com roupa de criança ao sol. Onde vamos colocar tanta gente? Viverão às custas da bolsa família? Haverá escola? Hospital? Trabalho?
Vila Naia
Vila Naia faz sua parte, emprega 25 funcionários registrados permanentemente. Nas altas temporadas e reformas emprega muito mais.
Crônica diária
Conselho
Como disse em recente entrevista o empresário Luiz Suplicy Raffers (78
anos) nunca se viu agricultor ou pecuarista recorrer a analista ou
psicólogo. A vida no campo propicia tempo para leituras e reflexões. Ele
quando passa um mês na fazenda, quando volta o acham mais inteligente, e
ele disse ironicamente "E eu acredito". Aqui na praia também tenho tido
tempo para ler e refletir. Ninguém ainda me disse que ando mais
inteligente, mas uma coisa é certa, não estou estressado. Um conselho
posso dar: "nunca entre num lugar que não possa dele sair em doze
meses". Me explico, a possibilidade de sair de onde estamos a qualquer
momento é uma vantagem muito grande. Nos dá a impressão de liberdade.
Estou voltando de uma viagem ao litoral do sul da Bahia. Quando comprei
em Santa Catarina, em 1999, véspera dos 500 anos do descobrimento, os
preços na região de Porto Seguro estavam nas alturas. Por essa razão
optei pelo sul. Os preços aqui também subiram nesses quinze anos, mas
não tem liquidez nenhuma. Há muita coisa a venda e ninguém comprando
nada. Ao contrário na Bahia, os preços também continuaram a subir e não
há terrenos a venda. Me refiro a pontos turísticos específicos. Caraíva,
Corumbau, Trancoso, Espelho e etc... Praias que se pode comparar como
pontos turísticos com Garopaba, Rosa, Ibiraquera aqui em Santa Catarina.
Quando se compra uma área ou uma casa é muito importante saber se será
possível vende-la num prazo não superior a um ano. As pessoas mudam. Os
projetos de vida mudam. E muitas vezes o que nos parecia um lugar para
viver o resto da vida, não é. E quando não há liquidez, sentimo-nos
prisioneiros de nossos atos. Só comprem aquilo que estiver num preço que
a qualquer momento possa se desfazer sem muito prejuízo, mesmo que ao
comprar seja o lugar, o paraíso, para toda vida. Vale para carro, moto e
barco.Nunca compre nada por impulso, ou pressão dos vendedores. Você
poderá se arrepender.
PS- ( Nota do autor: Este texto foi escrito antes do primeiro contato com meu amigo Bob Thompson. Ele sabe porque.)
PS- ( Nota do autor: Este texto foi escrito antes do primeiro contato com meu amigo Bob Thompson. Ele sabe porque.)
Comentários que valem um post
Li Ferreira Nhan deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Crônica diária":
João pessoas do meu passado na minha memória só ficaram as fraternas. Acho que eu e não a minha memória fiz a seleção.
Hoje em dia ando atras de uma chave que há dias nem imagino onde as meti. Sabe, isso me preocupa; esquecer coisas do dia a dia. Coisas que parecem simples mas indispensáveis; chaves, o gás, a panela no fogo, a banheira enchendo para o banho, o portão da rua aberto.
E o aposento anda lá trancado...
Postado por Li Ferreira Nhan no blog . em segunda-feira, 27 de janeiro de 2014 22:54:00 BRST
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João pessoas do meu passado na minha memória só ficaram as fraternas. Acho que eu e não a minha memória fiz a seleção.
Hoje em dia ando atras de uma chave que há dias nem imagino onde as meti. Sabe, isso me preocupa; esquecer coisas do dia a dia. Coisas que parecem simples mas indispensáveis; chaves, o gás, a panela no fogo, a banheira enchendo para o banho, o portão da rua aberto.
E o aposento anda lá trancado...
Postado por Li Ferreira Nhan no blog . em segunda-feira, 27 de janeiro de 2014 22:54:00 BRST
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Eduardo Penteado Lunardelli Meu querido primo e leitor que muito me honra com seus comentários, Cassio Penteado,
quando um escritor, premio Nobel de Literatura, consagrado em vida,
escreve um novo romance as expectativas sobre ele aumentam, e as
comparações com obras anteriores é inevitável. Desgraçado do autor de
uma única obra, que só consegue ser publicado depois da morte, (
suicídio ) por muita insistência da mãe, e vira um best seller. Me
refiro ao Premio Pulitzer, JOHN KENNEDY TOOLE ( 1937 - 1969 ) com o
romance" UMA CONFRARIA DE TOLOS", um dos dez melhores livros que li na
vida. Pouca gente (no Brasil) conhece.
28.1.14
Crônica diária
O HERÓI DISCRETO
Como já disse, e volto a dizer, detesto ler best sellers. Em geral são de literatura de consumo, de tramas sentimentaloides, de histórias sem o menor interesse. Muitas vezes até bem narradas. Mas nada além disso. Desta vez li Mario Vargas Llosa, com seu ultimo livro " O herói discreto" por reiteradas recomendações de um amigo meu. Amigo que de uns tempos para cá anda lendo coisas que também gosto. No passado me devolveu uns quatro ou cinco livros do Paul Auster, que não conseguiu ler. Nunca pude entender. Mas o fato é que aceitei a recomendação e acabo de ler Vargas Llosa e mais uma vez me decepcionei com o festejado Prêmio Nobre de Literatura. Uma história passada no Peru, mas que não pode ser considerada do "peru" ( no sentido chulo que esse vocábulo é usado no Brasil). Uma trama bem engendrada, um bom roteiro para cinema ou novela das oito. Nada além disso. Uma narrativa banal, com construções ortodoxas, e nada além disso. De um político, escritor e personalidade do seu quilate, esperava muito mais do que um discreto relato das mazelas da vidinha interiorana do Peru.
Como já disse, e volto a dizer, detesto ler best sellers. Em geral são de literatura de consumo, de tramas sentimentaloides, de histórias sem o menor interesse. Muitas vezes até bem narradas. Mas nada além disso. Desta vez li Mario Vargas Llosa, com seu ultimo livro " O herói discreto" por reiteradas recomendações de um amigo meu. Amigo que de uns tempos para cá anda lendo coisas que também gosto. No passado me devolveu uns quatro ou cinco livros do Paul Auster, que não conseguiu ler. Nunca pude entender. Mas o fato é que aceitei a recomendação e acabo de ler Vargas Llosa e mais uma vez me decepcionei com o festejado Prêmio Nobre de Literatura. Uma história passada no Peru, mas que não pode ser considerada do "peru" ( no sentido chulo que esse vocábulo é usado no Brasil). Uma trama bem engendrada, um bom roteiro para cinema ou novela das oito. Nada além disso. Uma narrativa banal, com construções ortodoxas, e nada além disso. De um político, escritor e personalidade do seu quilate, esperava muito mais do que um discreto relato das mazelas da vidinha interiorana do Peru.
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Li Ferreira Nhan deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Caraíva / CORUMBAU, BA - 5ª parte":
Corumbau.
Sem ondas, espaço, praia imensa, plana, de terra chã!
Terra chã deve ser isso; maravilha de terra a perder de vista. Acho que foi isso que o Caminha quis expressar na carta quando chegou por essas bandas.
Corumbau, para não esquecer e conhecer! Certamente.
Postado por Li Ferreira Nhan no blog . em domingo, 26 de janeiro de 2014 21:01:00 BRST
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Gaspar de Jesus deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Caraíva / CORUMBAU, BA - 5ª parte":
Grandes imagens de um lugar paradisíaco.
Postado por Gaspar de Jesus no blog . em domingo, 26 de janeiro de 2014 19:12:00 BRST
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João Menéres deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Chuveiro":
CHUVEIRO ?
É o que não falta por cá com a chuva sem parar !
LOL
Destes cachos com sementes de palmeiras nunca vi nenhum.
Tive aqui uma grande palmeira, mas era de outra espécie.
Este cacho até parece cabelo pintado !
Muito bom documento para continuarmos a aprender !
Postado por João Menéres no blog . em segunda-feira, 27 de janeiro de 2014 13:10:00 BRST
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João Menéres deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Crônica diária":
Já perto do fim do ano anterior, fui a um jantar ( dito de confraternização ) de pessoas que frequentavam a Praia de Leça.
Estavam perto de 90 pessoas.
Pois bem, dessas reconheci talvez umas 15, porque o convívio nunca se perdeu !
Por mais pormenores e dicas que me procurassem transmitir, confesso que fiquei na mesma santa ignorância !
Mas, Eduardo, quantos anos foram de intervalo ?
- Não soment 50 !
Pode colocar mais de 60...
Quase todos sabiam quem eu era ou me reconheceram no primeiro contacto.
LI : E assim a memória se vai despedindo da gente...
Postado por João Menéres no blog . em segunda-feira, 27 de janeiro de 2014 13:24:00 BRST
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27.1.14
Crônica diária
Memória curta
Temos memória seletiva. Cada um lembra do que interessa. Quem gosta de esporte lembra dos que praticavam. Quem gosta de música, de quem tocava. Quem gosta de jogo, quem curtia corrida de cavalo. E tinha sempre as LENDAS. Lendas eram aqueles que por serem tão diferentes se destacavam para o bem ou para o mal. E desses classificados nas LENDAS todos lembram. Me refiro aos colegas de 50 anos atrás. Outro dia recebi um suplemento de um Jornal de Minas com histórias e matérias sobre Cataguases, coordenadas pelo poeta, e nosso ex colega de colégio, Ronaldo Werneck. Nela haviam depoimentos de muitos ex alunos, e cada um se referindo aos que tinham sido seus colegas. Muitos contemporâneos meus. Ninguém me citou. Ninguém lembrou de mim. Eu também cometo essa falha não lembrando de muita gente. Lembro dos que eram do nosso grupo mais chegado. Os que participavam das atividades culturais. Teatro, rádio, jornal, Grêmio, etc. Dos esportistas também lembro mal. Do Chico Buarque ( uma das lendas ) todo mundo lembra. Esta semana meu filho ligou atrás de um anúncio de carro antigo e falou com o Luiz Sérgio Vieira e Castro. Ao se identificar o Luiz perguntou o que eu era dele. "Pai". E foi quando o Luiz contou que se lembrava bem do Belém-Brasília, meu apelido no colégio. Dele eu também, pelo nome, não me lembro. Uma pena, gostaria de lembrar e poder voltar abraçar cada um dos nosso colegas. Cinquenta anos não se faz todo dia, nem mais de uma vez...
Temos memória seletiva. Cada um lembra do que interessa. Quem gosta de esporte lembra dos que praticavam. Quem gosta de música, de quem tocava. Quem gosta de jogo, quem curtia corrida de cavalo. E tinha sempre as LENDAS. Lendas eram aqueles que por serem tão diferentes se destacavam para o bem ou para o mal. E desses classificados nas LENDAS todos lembram. Me refiro aos colegas de 50 anos atrás. Outro dia recebi um suplemento de um Jornal de Minas com histórias e matérias sobre Cataguases, coordenadas pelo poeta, e nosso ex colega de colégio, Ronaldo Werneck. Nela haviam depoimentos de muitos ex alunos, e cada um se referindo aos que tinham sido seus colegas. Muitos contemporâneos meus. Ninguém me citou. Ninguém lembrou de mim. Eu também cometo essa falha não lembrando de muita gente. Lembro dos que eram do nosso grupo mais chegado. Os que participavam das atividades culturais. Teatro, rádio, jornal, Grêmio, etc. Dos esportistas também lembro mal. Do Chico Buarque ( uma das lendas ) todo mundo lembra. Esta semana meu filho ligou atrás de um anúncio de carro antigo e falou com o Luiz Sérgio Vieira e Castro. Ao se identificar o Luiz perguntou o que eu era dele. "Pai". E foi quando o Luiz contou que se lembrava bem do Belém-Brasília, meu apelido no colégio. Dele eu também, pelo nome, não me lembro. Uma pena, gostaria de lembrar e poder voltar abraçar cada um dos nosso colegas. Cinquenta anos não se faz todo dia, nem mais de uma vez...
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Silvares deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Crônica diária":
Eduardo, nós somos animais.
Postado por Silvares no blog . em domingo, 26 de janeiro de 2014 12:40:00 BRST
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Eduardo, nós somos animais.
Postado por Silvares no blog . em domingo, 26 de janeiro de 2014 12:40:00 BRST
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26.1.14
Caraíva / CORUMBAU, BA - 5ª parte
O bugue ficou na margem esquerda do Rio Corumbau que atravessamos de canoa. Agora andar na praia até um vilarejo onde o carro da Vila Naia vai nos pegar e levar para almoçar na Vila.
O Paulo, meu irmão, da uma parada para fotografar um arrastão.
Paula Canto e Paulo Lunardelli na praia de Corumbau
Idem
Vamos em frente. O sol esta quente.
Uma das praias mais bonitas que vi na vida.
Comentários que valem um post
A igreja é de uma simplicidade cativante. É linda!
O colorido das casas é mesmo entusiasmante!!!
Fico tentando imaginar como será esse cenário colorido sem os turistas, só com os nativos/os locais. Fica a impressão que é mesmo um cenário.
Muito bom para dias de verão.
Postado por Li Ferreira Nhan no blog . em sexta-feira, 24 de janeiro de 2014 22:56:00 BRST
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Crônica diária
Ser humano
Cada dia esta mais complicado ser humano. O ser humano (desculpem o
trocadilho) é um animal que parece estar regredindo. A fome é
silenciosa, nos relembrou o Luiz Raffers recentemente. A violência nos
centros urbanos é assustadora. Já não mais só, nos centros urbanos.
Ficamos cada dia mais assustados e prevenidos contra um assalto, um
rapto, um estupro, um roubo. Nossas relações com nossos semelhantes esta
a cada dia mais defensiva. Nos assustamos com um semelhante que se
aproxima de nós, inocentemente. Esse constante estado de alerta e
desconfiança tem gerado reações desconfortáveis e desumanas. Eu estava
num cruzamento a espera do sinal verde para passar com meu carro quando
surge (aparentemente) do nada, por trás do automóvel, um indivíduo de
cor parda. Isso é o bastante para nos deixar de coração acelerado. Eu
com o vidro do carro aberto, relógio no pulso (até o próximo assalto)
levei um susto. Ele manteve dois metros de distância, e muito
cordialmente me pediu um auxílio para pagar o borracheiro, onde sua moto
fazia um reparo. Minha reação, que lamento profundamente, foi negar
dizendo "desculpe mas não tenho nada aqui". Na verdade essas palavras
eram ditas automaticamente, no exato instante que na minha cabeça
passava: "vou ser assaltado". O sinal abriu, eu engatei e fugi do rapaz.
Minha reação de medo me descontrolou. Teria dado os dez reais que o
rapaz precisava. Teria "acreditado na estória" da moto. Teria feito uma
boa ação. Teria ficado com minha consciência tranquila. Teria feito
minha quota de bondade diária. Não estaria com o remorso que carrego
desde então. Tudo causado pelo medo de nossos semelhantes.
25.1.14
CARAÍVA, BA - 4ª parte
Toma-se água de coco apanhado ao lado da varanda
Sala de massagem
Saída para apanhar o bugue para Corumbau. Paulo, meu irmão fantasiado de turista, e Paula Canto enfrentando as areias quentes das ruas de Caraíba
A "fantasia" vale uma nova foto
Igejinha ornamentada ppara a data: Dia se Sebastião
Paulo negociando nossa ida para Corumbau
A bordo do bugue que nos levou até a margem esquerda do Rio Corumbau, atravessando de ponta a ponta a Reserva Indígena dos Caiapós
Comentários que valem um post
Carlos Eduardo Calfat Salem Admirador de Paulo Suplicy ,pai do Eduardo,nosso serio e honesto Senador e amigo pessoal do Luiz Haffers.Gostei muito das obsevacoes do Haffers em sua entrevista. Quero fazer apenas uma correcao historica,quando Haffers mencionou a influencia dos imigrantes em nossa economia. Mencionou os Italianos ,alemaes e TURCOS. A correcao que ora faco e':Os Turcos eram invasores do Libano e da Siria, criando o IMPERIO OTOMANO. Os Libaneses e os Sirios partiram em fuga para o Brasil ,fugindo dos TURCOS. Minha familia CALFAT ,veio do LIBANO ,convidada por Don PEDRO 11. Minha familia Salem veio da SIRIA ,tambem em fuga dos inimigos TURCOS . Portanto os Imigrantes Libaneses e Sirios ,participaram ativamente da construcao do Brasil . Os Turcos la ficaram e em nada contribuiram com nosso desenvolvimento. De resto caro Haffers comungo com suas observacoes de Ruptura.
Crônica diária
David Foster Wallace
Acabo de ler o livro " Ficando longe do fato de já estar meio que longe
de tudo". Isso mesmo. Os títulos de suas matérias para revistas e livros
eram longos. Títulos longos, bem humorados e notas de rodapé ainda mais
longas e constantes. Ler David Foster Wallace que ao morrer em setembro
de 2008, enforcado no alpendre de sua casa, em Claremont, na
Califórnia, foi chamado pela revista New York Times de "Gênio". É
considerado um dos mais importantes escritores da
nova geração norte-americana. Em 1996, lançou o romance Infinite jest,
uma obra monumental com mais de mil páginas, que é vista por muitos
como um marco na ficção contemporânea, e cultuada por uma fiel legião de
fãs. Inexplicavelmente ainda não traduzido para o Português.
Breves entrevistas com homens hediondos foi lançado em 1999 nos Estados Unidos. Primeira obra de ficção do autor depois de Infinite jest, o livro foi aguardado com grande expectativa e recebido com críticas entusiasmadas. Nos 23 contos que compõem o volume, Wallace explora alguns de seus temas favoritos, como dependência de drogas, depressão, sexo, relacionamentos românticos, a mídia e as barreiras de comunicação que impedem as pessoas de compartilharem seus sentimentos.
Sua capacidade de penetrar minuciosamente nos tormentos psicológicos dos personagens, aliada a um estilo irônico, bem-humorado, intelectualizado e repleto de experimentalismo formal, levou o New York Times a defini-lo como "um dos grandes talentos de sua geração, um virtuose que parece capaz de fazer qualquer coisa".
Nos anos de 2005 e 2006 David, que jogou tênis, e talvez tenha sido o intelectual que melhor escreveu sobre esse esporte, publicou no New York Times o lendário artigo: " Federe como experiência religiosa". Eu pessoalmente tenho pelo tênis a mesma admiração e interesse que dedico à briga de galo, ou jogo de botões. No entanto, sou obrigado a me render à forma, maneira, e detalhes que Wallace escreve e descreve uma partida desse esporte. No texto Federe é um semi deus, e a quadra de Wimbledon a cópia fiel do céu. Nada mais sagrado. E aqui fica minha pergunta: como um ser humano dotado de tanto talento como Wallace, que confessava ter um prazer orgásmico em assistir pessoalmente a uma partida de tênis, pode desistir da vida se pendurando numa corda? Um ser humano que fazia das palavras relíquias de humor e amor a vida, como quando se refere ao lançador de moeda honorário William Caines. A mente humana é muito mais complexa do que toda a complexidade do universo.
A função de um bom livro de ficção é a de perturbar os confortados e confortar os perturbados. Ele disse, e fez isso, o tempo todo.
Breves entrevistas com homens hediondos foi lançado em 1999 nos Estados Unidos. Primeira obra de ficção do autor depois de Infinite jest, o livro foi aguardado com grande expectativa e recebido com críticas entusiasmadas. Nos 23 contos que compõem o volume, Wallace explora alguns de seus temas favoritos, como dependência de drogas, depressão, sexo, relacionamentos românticos, a mídia e as barreiras de comunicação que impedem as pessoas de compartilharem seus sentimentos.
Sua capacidade de penetrar minuciosamente nos tormentos psicológicos dos personagens, aliada a um estilo irônico, bem-humorado, intelectualizado e repleto de experimentalismo formal, levou o New York Times a defini-lo como "um dos grandes talentos de sua geração, um virtuose que parece capaz de fazer qualquer coisa".
Nos anos de 2005 e 2006 David, que jogou tênis, e talvez tenha sido o intelectual que melhor escreveu sobre esse esporte, publicou no New York Times o lendário artigo: " Federe como experiência religiosa". Eu pessoalmente tenho pelo tênis a mesma admiração e interesse que dedico à briga de galo, ou jogo de botões. No entanto, sou obrigado a me render à forma, maneira, e detalhes que Wallace escreve e descreve uma partida desse esporte. No texto Federe é um semi deus, e a quadra de Wimbledon a cópia fiel do céu. Nada mais sagrado. E aqui fica minha pergunta: como um ser humano dotado de tanto talento como Wallace, que confessava ter um prazer orgásmico em assistir pessoalmente a uma partida de tênis, pode desistir da vida se pendurando numa corda? Um ser humano que fazia das palavras relíquias de humor e amor a vida, como quando se refere ao lançador de moeda honorário William Caines. A mente humana é muito mais complexa do que toda a complexidade do universo.
A função de um bom livro de ficção é a de perturbar os confortados e confortar os perturbados. Ele disse, e fez isso, o tempo todo.
24.1.14
VIAGEM a Caraíva, BA - 3ª Parte
Barbatana de baleia
Osso da articulação da barbatana de baleia
Casa em Caraíva
Igreja de Caraíva
Praça central na frente da Igreja. Notem o piso de areia fofa.
Paulinha Canto na praça ( Quadrado ) de Caraíva
Casas e Igreja ao fundo
O colorido das casas de Caraíva
Noite de chorinho com o grupo musical Caraívana
Toda noite tem música em algum canto. Aqui o Caraivana tocando.
Frosen de manga e Vodka. A Paulinha tomou dois...srsrs Ao fundo Danny artista plástico de muito talento e morador local. Mineiro de origem.
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Falaram do Varal:
"...o Varal de Ideias é uma referência de como um blog deve ser ." Agnnes
(Caminhos e Atalhos, no mundo dos blogs)..."parabéns pelo teu exemplo de como realmente se faz um blog...ou melhor tantos e sempre outstandings...".
(Vi Leardi )



