31.8.13

um deseninhominimo by MYRA LANDAU


deseninhominimo by MYRA LANDAU

Crônica diária

"O presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), afirmou na madrugada desta quinta-feira que tomou a decisão de afastar o deputado Natan Donadon (sem partido - RO) para preservar a Casa Legislativa. Os deputados mantiveram, em votação secreta, o mandato do deputado de Rondônia, condenado a mais de 13 anos de prisão por peculato e formação de quadrilha." Essa é a notícia. Agora faço o meu comentário: assisti pela TV à votação secreta, e parte da seção onde o próprio deputado, que foi trazido da cadeia algemado e de camburão, fez a sua defesa. Depois de julgado e condenado nas três instâncias do poder judiciário, implorou aos seus pares absolvição. Foi atendido. E teve ainda o desplante de como deputado encarcerado ser porta voz dos companheiros de presídio para reclamar, à mesa da câmara, a qualidade nada boa da chepa. E com meio sorriso, e gesto das mãos, explicou o que significa chepa: "quentinha", a comida. "Não é nada boa". É um cara de pau esse Donadon.
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CRÍTICA LITERÁRIA - Manjar Branco, Cassio Penteado

  • Cassio Penteado
    O manjar quase branco
    Eduardo
    Gostei muito dos livros que vc – gentilmente – mandou. Destaco o esforço pessoal que as publicações certamente demandaram, pois cultura no Brasil, de modo usual, exige recursos financeiros e transpiração. Salvo obras encomendadas por editoras, principalmente aquelas de caráter técnico, editar livros não é para qualquer um. De outra parte, a ideia de um conjunto de textos sobre um tema, embora não seja pioneira, é muito boa. Curioso é que, no seu conjunto, os participantes ao invés de ampliarem a temática inicial (quem conta um conto aumenta um ponto) a sintetizaram. Limito-me a criticar o conto “Manjar Branco”, pelo que realço os aspectos que considerei importantes: (a) Apesar de todo o cuidado com a revisão do texto, que se nota, curiosamente na abertura do conto, a frase diz que “nunca ouve (sic) tanta liberdade no mundo (...)”. Logo em seguida, há uma construção gramatical, que me pareceu – salvo erro – estranha: “incomoda também à maioria dos homens, sejam de que camada social for (sic)”. Aqui a há concordância com o plural “homens sejam” e – depois – o singular “maioria for”. Eu teria mantido concordância unívoca, que acho mais eufônica, ou seja, “incomoda também à maioria dos homens, sejam de que camada social forem”. Registro, também, na página 18, “in fine”, a frase: “Vamos ao trabalho, e sobre ele, tenho muita descrição (sic) e responsabilidade profissional”. Claro erro de digitação, tratando-se, aqui e certamente, de “discrição”. (b) No mérito, embora o titulo “Manjar Branco” seja um verdadeiro achado, muito sugestivo, seu aproveitamento no texto, diversamente do que se é levado a pensar, não é – a meu ver – proporcional à sugestão que porta, pois tudo se resume à descrição física da personagem “Marina”, cuja pele é retratada “com branco perolado nas áreas claras”, remetendo ao quadro “Vênus de Urbino” de Ticiano. Pensei que “Manjar Branco” pudesse (ou devesse) ser – por exemplo – apelido do detetive principal ou da própria personagem “Marina” (um tema de “bullying”, para estar na moda). (c) De outra parte, “data venia”, o seu texto ficou – em comparação com os outros dois escritos – um pouco “poluído”, seja porque a sua opção de um narrador, ao invés de se cuidar da narrativa por uma personagem, Marina ou Nara por exemplo, tornou frio e distante o conto, seja porque as súbitas mudanças de personagens “tumultuam” a rápida compreensão do que se está lendo. (d) Além do mais, as longas citações de “doutrina” sobre lesbianismo e afins, me pareceram deslocadas no texto, pelo que – também – esfriam a narrativa que se empreende. (e) Por último, o desfecho do conto é um verdadeiro anticlímax para quem acompanhou as quase inverossímeis coincidências que vc, como autor, desenvolveu, ou seja, a criminosa apontada – depois de tanto tempo passado e de suas relações apenas fortuitas com a vitima – não pareceu muito adequada.
    Abraços “familiares” rs

30.8.13

A bolinha azul


Vou insistir neste ângulo novo da foto da bolinha azul e da laranja de contra ponto

Crônica diária

Bem vindo ao clube

Um velho amigo escritor outro dia me saudou com a frase: " Bem vindo ao clube!" Se referia ao fato de eu ter publicado cinco livrinhos nos últimos dois anos. E imediatamente me veio à mente como é grande e dispare esse "clube". Não que eu queira me comparar a qualquer membro dele. Longe de mim, tal pretensão, mas não tenho nenhum prazer de estar ao lado de campeões mundiais de edições, como é o caso de Paulo Coelho. Meus livrinhos são de modestíssimas tiragens. Não vendem. Logo nem existem. Mas tenho orgulho, e na verdade muito prazer em escreve-los. E para isso é que servem. Para me dar prazer. Se derem algum prazer a terceiros, a felicidade será dupla. Nos últimos dias tenho recebido manifestações e solidariedade como as do Mauro Castro em Porto Alegre, e do Sebastião Cabral em São Paulo. São amigos escritores que vivem as mesmas angústias, dúvidas e incertezas do mercado. O que incomoda o escritor desconhecido, é um Paulo Coelho acabar na Academia Brasileira de Letras, com "fardão" e tudo. Fora isso, tudo bem.

Postado por Eduardo P.L. no blog www.elunardelli.blogspot.com.br

Comentários que valem um post

Jorge Pinheiro disse...
Como já referi no FB, creio que a importância do Maio/68 superou política e culturalmente todas os outros movimentos de massas (enxameação, não gosto do termo) do século XX. Foi decisivo para alterações de mentalidade (e isso sim é importante) que depois deram em revoluções políticas em Portugal, no leste da Europa, etc. Confundi-lo com um movimento hippy e associado a drogas, amor livre e outros babados(?) é redutor e talvez seja uma perspectiva muito americana e superficial Para nós, europeus, foi A Revolução do século XX. A libertação de um paradigma socio-cultural que depois libertou politicamente.

quinta-feira, 29 de agosto de 2013 07:52:00 BRT
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  João Menéres deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Quatro observações":

Na foto de cima, fiquei a matutar :
São pistas do aeroporto ou pistas de auto estradas ?
Todas desembocam no mesmo ponto !

Postado por João Menéres no blog . em quinta-feira, 29 de agosto de 2013 08:16:00 BRT 
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Silvares deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Crônica diária":

O mundo está a envelhecer. As questões dos revolucionários de hoje são, como diz o Eduardo, bem mais ligadas ao quotidiano. Afinal de contas estamos no século XXI!

Postado por Silvares no blog . em quinta-feira, 29 de agosto de 2013 12:56:00 BRT 
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29.8.13

Quatro observações

Anotações e fotos da ultima viagem aérea:

Os aeroportos no Brasil rivalizam com suas rodoviárias no aspecto físico e de seus usuários. Me dirão, que bom ouve progresso social, e responderei, mas nivelaram por baixo.



 Quatro imagens na sala de embarque.
Nos assentos  à minha esquerda um gordo senhor lia Jesus meu Senhor, enquanto a passageira na poltrona da frente a sua, fazia repetidos, minúsculos e rápidos sinais da cruz. Primeiro na testa, depois no centro do rosto e por fim no queixo. Tudo terminando com um beijo no dedo indicador.
PS- Anotei essas observações numa página da revista de bordo, e sem nenhum pudor rasguei a página. Se esse avião cair a culpa vai ser minha. Levo ainda essa culpa na consciência.

Crônica diária

A palavra contracultura segundo Ruy Castro foi inventada por Theodore Roszak que morreu aos 77 anos em 2011 na California. Apesar de ter sido um pensador multidisciplinar e observador social só será lembrado pelo seu livro A contracultura de 1968, onde cunhou a expressão e tentou dar sentido a tudo o que envolvia a juventude naquela época.
Passados exatos 45 anos a história se repete com os jovens saindo às ruas e alguém cunhou a expressão " Primavera árabe" que passou a denominar o enxameamento popular na Europa e chegou ao Brasiol em 17 de Junho deste ano ( 2013 ).
Curiosamente os motivos do movimento da contracultura em 1968 foram muito mais românticos e lúdicos que os que movem as manifestações populares atuais. Ontem protestavam contra a falta de liberdade e os costumes, amor livre, e outros babados. Hoje se manifestam contra a corrupção, por mais empregos, contra a falta de transparência e ética na política além de reformas partidárias e políticas com mais investimento na saúde e na educação. São ao contrário dos jovens de 68 completamente engajados e comprometidos com o futuro do seu país. São os filhos da geração hippies, drop-outs, psicodélicos, místicos, ocultistas e alienados. Geração das redes sociais. Mas ao mesmo tempo  prova provada de que o mundo vive em ciclos e ondas. Umas após as outras.
 
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28.8.13

TRAVIS COLLINSON



Travis  Collinson

Crônica diária

Melhor idade uma ova!

Quando a bilheteira e porteiro de cinema ou museu começam a não duvidar da sua idade, a vaca já foi para o brejo.
Outro sintoma preocupante é quando o ato de tentar cortar a unha do dedo minguinho do pé direito exige um esforço de maratonista ou triatleta. Quando isso acontece é porque a coisa vai mal.
E depois chamam a esse melancólico estágio da vida de melhor idade.
Não suporto hipocrisias. Já escrevi inúmeras vezes e repito vezenquando para deixar bem registrado que chamar velho de idoso ainda vai, mas de pessoa na melhor idade é ridículo. Assim como chamar criado-mudo de mesinha de cabeceira. É verdade que pelo andar das coisas os quartos de apartamentos novos não cabem nada além de uma cama padrão de casal. Nada de king size ou dois criados mudos . Uma poltrona ou simples cadeira, nem pensar. A TV fica pendurada na parede e o armário é embutido. Mas também para que tanto espaço se quarto é só para dormir? Antigamente havia lugar para uma vitrola ou toca-discos, como queiram para fins imoraeis. Lá se ouvia o som sensual que além de embalar noites sexualmente ativas servia para abafar ruídos que poderiam escandalizar o resto da família. Mas na melhor idade nada disso é mais preciso. Quartos servem mesmo para dormir. Falta fez a tal mesinha de cabeceira para se apoiar os óculos, um livro e o copo com a dentadura, ou não se tira mais para dormir? Eu ainda não cheguei lá, mas confesso que nunca vivi uma pior idade.

Postado por Eduardo P.L. no blog www.elunardelli.blogspot.com.br

27.8.13

Mais uma PORTEIRA

Imbituba - Agosto de 2013

Crônica diária

Tenho citado meus cronistas favoritos sempre me referindo ao Rubem Braga , Luiz Martins entre outros da velha guarda. Mas me esqueço de mencionar  Ruy Castro, na ativa e com muito bom texto. Sou seu leitor e admirador das biografias e crônicas que escreve. Temos algumas divergências no tocante ao gosto pela rúcula e tomate seco desprezados por ele. Também não cultivo o hábito de comer empadinha e frequentar, bares, sujinhos e recanto de taxistas. Mas em contra partida temos os sorvetes como paixão comum.
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Curso com ISRAEL KISLANSKY

Imperdível
Amigos,
Após quase dois anos, volto a dar oficinas em São Paulo.
Agora, com novo atelier na Granja Viana, estarei organizando regularmente oficinas de fim de semana, além de um grupo de estudos regular, às terças-feiras, no período da noite.
Nesse novo espaço, a 10 km de São Paulo, possuo ambientes mais amplos, verde ao redor e o atelier continua a oferecer estrutura adequada para prática da modelagem figurativa. 
Neste primeiro fim de semana apresento a vocês o Hostel da Granja http://www.facebook.com/pages/Hostel-da-Granja/157084087735310?fref=ts, localizado a 100 metros do atelier e que poderá facilitar sua passagem por São Paulo, a um custo bem razoável e num ambiente muito agradável.
Em anexo seguem as informações do encontro inaugural, dia 14 e 15 de setembro, em minha nova casa.
Sejam bem vindos!
 
Israel K.
 
Mapa da Granja

26.8.13

PIACABA vista do outro lado da LAGOA

 No detalhe abaixo se pode ver a Piacaba no centro da imagem se confundindo com a paisagem.
Nosso objetivo ao construi-la foi alcançado: torna-la parte da paisagem.

Comentários que valem um post

Jorge Pinheiro deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Crônica diária":

As revistas masculinas são, tradicionalmente, as revistas epicuristas (mulheres, vinhos, charutos, carros). Há uma lógica machista que o prazer é só para homens. Uma visão em profunda alteração. Hoje as revistas para mulheres vendem mais que as revistas para homens. As mulheres gostam muito d "literatura".



Postado por Jorge Pinheiro no blog . em domingo, 25 de agosto de 2013 07:56:00 BRT

Crônica diária

Li no último livro do Ruy Castro, " Morrer de Prazer" que o advogado e boêmio carioca Dr Aloysio Salles disse uma frase que encantou Nelson Rodrigues: "O homem só gosta do que comeu em criança" Eu discordo. Particularmente não gosto de determinadas coisas exatamente porque era obrigado a comer quando criança. chuchu, berinjela, quiabo, carne de panela, e suflê estão entre elas. Mas se o sentido da frase do citado boêmio para o Nelson Rodrigues ter gostado, fosse no sentido figurado, como "comer" as pajens e empregadas devo declarar que não tive experiência na área. Um verdadeiro opróbrio no meu curriculum. 
 
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25.8.13

GRANDES MULHERES





Um dia desses postei umas fotos de uma mulheres gordinhas, mas muito sexy, e parece que não agradou a todos. Volto ao assunto com GRANDES MULHERES GRANDES na certeza de que irão acabar concordando comigo.

Lembram delas?

Crônica diária

Olhem só que incongruência: chamar de revista masculina revistas que só publicam mulher pelada . Para ser minimamente coerente as ditas revistas femininas ao invés de receitas culinárias, pontos de crochê, matérias sobre decoração de casa e criação de filhos deveriam publicar fotos de homem nu. Ou estou errado?
Essa profunda reflexão me foi sugerida pelo cronista Ruy Castro em que cita minha amiga e atriz Itala Nandi como página de centro da primeira revista masculina do Brasil. Fairplay antecedeu à Playboy e tantas outras que se seguiram. E na  mesma linha de raciocínio sou obrigado a concordar que a verdadeira e única revista feminina  séria  publicada no país é a Playman. Ou estou errado?

24.8.13

Duas esculturas e uma árvore florida. Piacaba, SC, Agosto de 2013

Crônica diária

Ponto de vista

Quem esta no norte olhando para o sul, tem um. Quem ao contrário, mora no sul olhando para o norte, tem outro. Uma das propaladas vantagens da capital do Brasil estar no centro do país é exatamente essa, poder ter uma visão equidistante de todos os polos. Claro que é relativo. Há forças políticas, lobby, e grupos de pressão mais atuantes. Mas mesmo assim as visões de prioridade são muito diversas. "Pimenta no olho do outro não arde"... por estarmos falando de visão. Dias atrás um amigo meu escreveu aqui no Facebook contra o trem bala que ligará Campinas ao Rio de Janeiro, e a favor de que coloquem recursos na transposição do rio São Francisco. É um ponto de vista. Até delicado de se contraditar. Mas a verdade é que só sabe a falta que faz a água na região beneficiada pela transposição a população local. Por outro lado esse amigo que é Cearense de Fortaleza, mas já morou no Rio e em Florianópolis sabe da importância econômica do centro sul do país. É aqui, no centro sul, que é gerada a maior renda da nação. É daqui que saem as mais importantes contribuições de impostos pagos pelos brasileiros e empresas estrangeiras instaladas. Muito justo que parte desses recursos sejam destinados ao norte e nordeste. Mas uma coisa não invalida a outra. Obras como a do trem bala, como exemplo, não são pagas com impostos arrecadados, mas com financiamento internacional. As empresas licitantes investem seus próprios recursos e obtém financiamento contra a exploração da linha por determinado tempo. Isso se é economicamente viável, as empresas privadas resolvem. Ao contrário, obras como a transposição do Rio São Francisco, cuja execução causou e causa controvérsias, não tem o mesmo apelo econômico. É uma obra muito mais de cunho social. Essas são as diferenças que dependendo de onde se enxerga o problema pode levar a conclusões diversas. Para o Ceará o trem bala não importa nada, e para o eixo São Paulo / Rio esse transporte moderno, rápido e eficiente já esta trinta anos atrasado. Não se deve medir as prioridades pelo atraso, mas investir no desenvolvimento e progresso para aumentar a renda e a possibilidade de se fazer mais caridade.

Postado por Eduardo P.L. no blog www.elunardelli.blogspot.com.br

23.8.13

Meu jardim na Piacaba

 Nesta imagem há uma bolinha azul de uma escultura fazendo contra ponto com uma laranja
No detalhe se vê melhor. Essas brincadeiras é que curto no meu jardim. A arte e a natureza em plena harmonia.

Crônica diária

"Soldado americano que vazou arquivos ao WikiLeaks pega 35 anos de prisão". Isso se chama justiça eficiente. Pena exemplar, educativa, emblemática. Ao contrário no Brasil  onde os "mensaleiros" levaram anos para serem julgados e condenados e ainda não foram para a cadeia. E talvez nem irão. A justiça brasileira é morosa, e os prazos tendem sempre a beneficiar os réus. Isto quer dizer, um convite ao crime. Sem querer fazer comparações entre os delitos praticados e suas respectivas penas nota-se que os julgamentos céleres tem o poder de castigar os réus e desencorajar novos crimes. Aqui é exatamente o contrário, crimes prescrevem e bandidos são condenados e continuam no exercício de seus mandatos de deputados federais. Criminosos legislando. E nada acontece. A esta justiça ontem o ministro Luiz Roberto Barroso chamou de "Tropicalista". Quem esta condenado a brandas penas de reclusão ( comparadas ao do soldado acima citado ), acabam  por sair da prisão sem nela nunca ter entrado. Só no Brasil.

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MAURO CASTRO

Já disse a ele:" Não tardará o dia que o ESCRITOR só vai usar o taxi como hobby e coletor de histórias"

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João Menéres deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Comentários que valem um popst":

Também devoro as suas crónicas diárias logo ao abrir o computador !
Nunca me desiludem, por simples que seja o tema.

Postado por João Menéres no blog . em quinta-feira, 22 de agosto de 2013 05:28:00 BRT 
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22.8.13

Minha porteira

Esse é o desenho das porteiras que meu pai usava nas fazendas na noroeste do Estado de São Paulo. Trouxe o desenho poara Santa Catarina e uso na Piacaba. Com madeira boa duram uma eternidade.

Crônica diária

Critica em se tratando de artes plásticas, cinema, teatro, música e literatura não quer dizer mal da obra, muito pelo contrário, é a analise que aponta as qualidades ou defeitos delas. Tudo na visão e opinião, sempre suspeitíssima, de quem a faz. Por que suspeitíssima? Porque todo crítico ou toda crítica parte de uma pessoa e ela faz as leituras e observações sob seus pontos de vista. Sob sua ótica, suas preferência cultural, muitas vezes carregadas de política. São raros os críticos completamente imunes a essas características. Quase humanamente impossível ser isento, distante e justo nas observações a favor ou contra. Imparcialidade crítica é quase uma aberração. Posto isso, devo dizer que é muito divertido ouvir ou ler criticas de leitores. A cada livro que publico, retumbantes fracassos comerciais, tenho retorno de uma ou duas pessoas, a quem dei de presente o livro exatamente para obter uma análise crítica. E como foi um presente, a crítica é ainda mais suspeita. Mas em geral as opiniões são favoráveis. Gostaram. Mas consegui tirar observações tais como: " No conto policial a história parece ser narrada jornalisticamente, e de repente acaba." Ora isso é um ótimo elogio. Sinal que a leitura e trama estavam agradáveis. As pessoas tem muita dificuldade em fazer apreciações críticas de verdade. Ou gostaram, ou não, e nem sabem dizer o porque. Os amigos dizem que gostaram e os inimigos certamente não nos lê. 
 

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Elianne Abreu Diz Gosto mais de suas crônicas do que dos poeminhas. É subjetivo- vc sabe que sou dramática e me reconheço mais em estórias mais pesadas- vc é mais lírico- não sou crítica, nem entendida, apenas uma sensação subjetiva. As crônicas fluem mto bem, são leves e divertidas e bastante críticas sobre assuntos atuais- isso é relevante em crônicas- isto eu sei rs

21.8.13

Minha baliza

 Minha baliza
Essa árvore era pequena, com não mais que um metro de altura em 2000 quando usava como marco para minhas caminhadas na praia de Ibiraquera. O tempo passou ( 13 anos ) e ela cresceu.

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Caro Eduardo!
 Acabo de receber os livros Manjar Branco, O Último Blog e Outras Blogagens, Poeminimos e Poemando, que teve a extrema gentileza de me oferecer e enviar. Agradeço-lhe muito a amabilidade e retribuo com um abraço amigo e muito transatlântico, daqui, terra de Manuel Maria Barbosa du Bocage e de Luísa Todi para aí, Piacaba, terra do artista e internauta mais activo com que um dia topei na Net. Tão activo, tão activo que só de vê-lo, a gente se cansa.
 Renovo o abraço.
 Ruben Valle Santos
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 Ronaldo Werneck
Eduardo, recebi (e já estou lendo) o seu "poemínimos" (ótimo título!). Mande de novo seu email para roneck@ronaldowerneck.com.br: meu computador voltou a pirar. Abraços
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Crônica diária

Tanto a definição de  Keith Jarrett: " Uma pequena joia" como a do The New York Times: "Um livro engenhoso escrito de forma brilhante", o autor Geoff  Dyer escreveu  " Todo aquele jazz" baseado em fotografias, mais do que em referências bibliográficas. O resultado é uma pequena joia, e um livro engenhoso e brilhante. Acabo de lê-lo sem ouvir seus personagens. Poderia voltar a começar a leitura agora ao som de cada um dos maiores monstros do jazz. Todos eles estão no livro. Vivos, compondo, se drogando, cumprindo penas em penitenciárias ou internados em hospitais psiquiátricos. Histórias reais e ficcionais que levam o leitor a conhecer a intimidade e bastidores dos músicos negros e brancos que inventaram e tocaram o melhor jazz que se conhece. O mais interessante é que a inspiração e toda a fonte é fotográfica. Nenhuma arte, segundo o autor, foi mais fotografada que a dos músicos de jazz. E foi baseada nessas imagens em preto e branco, dos maiores e melhores fotógrafos, que as histórias e biografias dos citados no livro foram inventadas. A destruição de Chet Baker, os desvarios de Art Pepper, os vícios e drogas de  Lester Young, a doença mental de Thelonious  Monk, tudo na maior intimidade do autor inglês Geoff Dyer. Para quem gosta de jazz ou de literatura eu recomendo.
 

20.8.13

Iemanjá devolveu

Muito comum oferendas a Iemanjá serem devolvidas pelo mar. Resta uma boa foto.

Crônica diária

Lembranças

A única, e rigorosamente única vantagem que velho leva sobre os jovens são as memórias. E foi remexendo nelas que desencavei a história da nossa amiga gordinha, falante, muito simpática que lutava, bravamente, para namorar um amigo comum, sem sucesso. Certa feita coloquei-os no mesmo quarto da fazenda onde iríamos dormir. Ela ficou contentíssima com minha oferta. Na manhã seguinte, na mesa do café, os dois falaram pouco, e mantinham os olhares baixo. Quando o amigo levantou e nos deixou a sós, ela de chofre me perguntou: " Diga com sinceridade, sou
incomível?" Pano rápido.

19.8.13

Centenas de gaivotas


Dia 17 deste mês fotografei centenas de gaivotas em grande revoada me acompanhando na praia de Ibiraquera. Uma pena não ter captado o som.

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myra deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Olhando os veios das pedras":

eduardo, somos por acaso gemeos???!!! eu tbem vejo e olho todas a spedras e descubro muhas coisa!!! no meu banheiro te uma pparede de pedras onde ate descobri a cara de Pablo, igualzinho!!!!!
beijos

Postado por myra no blog . em domingo, 18 de agosto de 2013 04:21:00 BRT 

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  João Menéres deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Olhando os veios das pedras":

Meu caro Eduardo :
Como me segue desde Novº de 1998, sabe bem que fotografo muitas texturas e, se não as posto todas, é pela razão de, habitualmente, só editar uma por dia.

Como a MYRA disse, atrevo-me a dizer que aqui estão três almas gémeas ( mas há mais : a L. REIS, por exemplo ).

Postado por João Menéres no blog . em domingo, 18 de agosto de 2013 05:47:00 BRT 

João acho que cometeu um cochilo ( como me diz o José Luiz Fernandes) Novembro de 2008.
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Gaspar de Jesus deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Olhando os veios das pedras":

Eduardo, eu também vejo uma ou outra cara engraçada nos azulejos da minha casa de banho. No caso presente, também vi o mesmo que o Eduardo; fiz uma rabisco, que lhe envio por e-mail, o que lá fizer falta é da competência de um desenhador, o que não é o meu caso.
Bom domingo

Postado por Gaspar de Jesus no blog . em domingo, 18 de agosto de 2013 08:47:00 BRT 
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Maria  Filomena Gonçalves
Edu,
modesta contribuição com caneta e papel  inadequados, mas precisamente à mão no momento em que vi o post. Riscado à toa e em jeito de brincar, apeteceu-me fazê-lo desta maneira e saiu assim.

(MUITO OBRIGADA pelo livro que me chegou às mãos, quando o deveria ter recebido num jantar onde falhei...)
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  Li Ferreira Nhan deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Olhando os veios das pedras":

Hieronymus Bosch povoando os pisos do Edu.
;)

Postado por Li Ferreira Nhan no blog . em domingo, 18 de agosto de 2013 17:45:00 BRT
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Jorge Pinheiro deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Crônica diária":

Ainda tenho alguns pull-over desses tempos heroicos em que avós e tias levavam meadas de lã e agulhas compridas para a praia ou para o campo. Parecia mal (a elas) estarem um tempo sem fazer nada. Por isso tricotavam infindavelmente. Hoje já nem há frio para tanto.


Postado por Jorge Pinheiro no blog . em domingo, 18 de agosto de 2013 08:40:00 BRT 

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Crônica diária

O mês de Agosto tem tradição de mau agouro no Brasil. Na política é quase uma triste dramática tradição. Este ano não esta sendo exceção. As denúncias do CADE contra formação de cartel nas licitações do metrô de São Paulo estão cozinhando a cabeça de tucanos, e azedando as relações antagônicas com seus adversários petistas. Mês da retomada do julgamento dos condenados pelo Mensalão. Mês de novas dores de cabeça para a presidente Dilma, com um Congresso rebelde, e base aliada cheia de mágoas e pleitos não atendidos. Como sempre. Mas o que eu pessoalmente não contava era com derrotas pessoais. Venho há alguns anos lutando contra iniquidades de certa Prefeitura, e depois de tratativas administrativas frustradas, enfrentei longos anos de disputa judicial. Perdemos na primeira instância, e acabo de ser informado, no início de Agosto, que perdemos mais uma vez. E perdemos a ação e o prazo para recurso, pois a sentença havia sido publicada dia 10 de Julho e como todo bom advogado sabe, o prazo para embargos é de cinco dias. Quinze de Julho portanto. Duas derrotas. Agosto chegou com tudo.
 

18.8.13

Olhando os veios das pedras

Como quem olha para nuvens e vê figuras perfeitas, costumo olhar pisos de mármores ou granitos e ver imagens fantásticas. Muitas vezes me perguntei: por que não fiz esse desenho?
Aqui por exemplo vi isso. Vocês viram???

Crônica diária

Todos já sabem que gosto de palavras. Já escrevi sobre isso. Gosto de nomes que representem as coisas. Às vezes as coisas tem aparência e semelhança com os nomes que as identificam. Outros nada lembram seus nomeados. Espinafre nada tem com a verdura que usa seu nome. Por outro lado pulôver que vem do inglês "pull-over", e pouco usada ultimamente representa exatamente o fino agasalho tricotado com o melhor fio e novelo de lã. Suéter, palavra da mesma época, já era um pulôver mais leve, industrial, de meia estação. Nada disso esta implícito, mas é intuído. Os agasalhos continuam existindo, usando modelos e cores da moda, mas suas denominações vão se simplificando, banalizando. Hoje são chamados de casaco de lã, abrigo e, generalizando-se, moletom, que é de malha e não de tricô. Nada a ver com os finíssimos pulôveres e suéteres de antigamente. Hoje em dia as mães e avós trabalham e não ficam em casa tricotando. As minhas tricotavam. Era o máximo usar um pulôver especialmente criado para você. Único. Sob medida. Com direito a palpites nas cores, nos pontos e nos modelos. Gola alta, manga mais larga, listas horizontais e outros babados...
Postado há por

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Armando Camargo Penteado CARO PRIMO!!! Eduardo ,na minha opinião prevalece sempre aquela velha mania de todos os brasileiros de tirar vantagem de tudo ou seja ;estando bom pra mim os outros que se virem . Então nossos políticos qd se veem no poder simplesmente fazem valer esta regra que reina entre nos desde que fomos descobertos. A TV acho que faz seu papel de divulgar os desmandos mas o pobre povo continua a votar nas mesmas pessoas reintegrando o desejo de continuar vendo o mesmo filme . Veja por exemplo que o ZE SARNEY ainda se mantém no poder .e pelo jeito ao morrer levara consigo sobre sua urna a bandeira do BRASIL. Aqui aplaudimos os espertos assim chamados aqueles que conseguem as coisas de maneira rápida .pois bem pensando por este prisma ideológico o LULA e o máximo pois ele vem do povo e la chegou plantando na cabeça do pobre povo brasileiro a falsa ideia de que o pais melhorou no governo do PT. Mas oque vemos e o PAIS caminhando com seus próprios pés através de seus EMPREENDEDORES.
No FB
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João Menéres
deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Till Rabus":

JORGE

Quando abri de manhã, não havia RABO nenhum...
Tudo começa pelos pés. Só com eles vamos a algum lado.

Um abraço.

Postado por João Menéres no blog . em sexta-feira, 16 de agosto de 2013 21:14:00 BRT 
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17.8.13

FOTOGRAFIA

Autor desconhecido. Modelo idem...

Crônica diária

Quando eu morrer, e essa é a única certeza que temos na vida, não quero deixar pendências. Mario Covas, político e Governador de São Paulo morreu como sendo sério e impoluto. Agora a Siemens vem dizer que ouve conluio na licitação do metrô à sua época. Cartel é crime. E é crime grave quando praticado nos governos de oposição ao seu. Isto é, cartel praticado contra o Estado, governado pelos opositores do PT, é crime gravíssimo. Mario Covas esta morto. Seu secretário à época diz não saber de nada. Mas confirma não ter havido concorrência entre os licitantes. Isso se chama cartel. Portanto o secretário de Covas confirma. E agora? Covas que esta na cova sabia? E que motivos o levaram a aceitar a formação de um cartel. Há razões de Estado? Era o melhor e mais econômico para São Paulo? Houve gratificações, comissões e corrupção? Quem recebeu? Covas sabia? Mas como ele hoje não esta mais entre nós, a denúncia, grave, como já disse, só serve contra os seus correligionários. Sindicâncias, CPIs, e processos vão haver certamente. Mas Covas esta morto. E contra os políticos corruptos vivos? Contra eles não há nada a ser investigado? Ou vamos esperar que morram para condená-los?
Postado há por

16.8.13

Till Rabus

Till Rabus
 Till Rabus

Comentáriuos que valem um post



Jorge Pinheiro deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Crônica diária":

Muito provavelmente vamos ser recordados por gostar de bacalhau com batatas ou feijoada. Quando muito lembrar-se-ão de nós por "sermos bons amigos" ou "termos um raio de feitio". Não sei se temos alma, mas temos seguramente vontade de a ter.

Postado por Jorge Pinheiro no blog . em quinta-feira, 15 de agosto de 2013 07:42:00 BRT 
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Ery Roberto Corrêa
Eduardo! Recebi seus livros, amigão! Que presentaço! Agradeço de coração este pacote maravilhoso, um verdadeiro presente de aniversário. Muito grato e saiba que os lerei com alegria, pois seu texto é um dos melhores da nossa blogosfera. Forte abraço.
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Crônica diária

Gosto de  palavras. Gosto muito de títulos. Uma das razões pelas quais tenho mais de sessenta blogs é porque ao achar graça num determinado nome, criava um blog, como reserva de "domínio" sobre o título. Bobagem, qualquer um pode usar o mesmo título com link diferente. Mas não importa, continuo gostando de títulos. Lendo uma crônica do Luiz Fernando Veríssimo encontrei essa expressão: " Sombrio preciosismo " faisandé". De imediato me veio a mente o final melancólico do governo ( ou falta de...) da Dilma e do PT. A frase dizia respeito a coisas completamente diferentes. Versava sobre literatura nos estado do sul dos Estados Unidos. Mas vestiu como uma luva ilustrando os recentes programas, projetos e seus consequentes desmentidos e desconversas. Ficou o dito pelo não dito. Provou que a improvisação e açodamento que o Planalto quis responder às demandas do enxameamento popular, não passavam de fogo de encontro. Mera fumaça ou bomba de efeito moral. Igual a essas que a polícia usa para dispersar manifestações de rua. Acontece que o feitiço virou contra o feiticeiro. Tiro no pé. A popularidade da Dilma despencou. Continua caindo. O Lula, criador, mentor e garoto propaganda do PT e da Presidente, sumiu. Calado como mudo, e surdo como mouco. O governo um ano antes do fim anda sombrio e "faisandé".
 
Postado há por

15.8.13

Erik Thor Sandberg


Erik Thor Sandberg

Crônica diária

 A alma das pessoas

O amigo leitor Henrique B. Larroudé me sugeriu um tema: a alma, o espírito. Não foi bem assim, com intenção de falar sobre espíritos, aqueles sobre-naturais, nem da eternidade ou existência da alma, como é entendida vulgarmente. Falava da alma que permanece após a morte de uma pessoa marcante, com personalidade forte, com posturas corretas, com grande número de amigos, com uma vida cheia de aventuras, estórias, causos e amores. Falávamos de um amigo comum, que apesar de ter morrido de fato, sua presença continua muito presente. O Henrique chegou a dizer que tem a impressão de que ele esta apenas viajando, e a qualquer momento aparece de volta. O que é esse fenômeno? A alma continua viva. São pessoas que tem carisma, personalidade e que marcam sua vida com atos e feitos que sobrevivem à morte material do corpo. E não estamos falando de memórias. De saudade. É de presença real. A alma, o espírito dessas pessoas esta definitivamente entre nós. Nos acompanha e participa vivamente de nossas vidas. Outras pessoas, amigos queridos, às vezes até muito mais íntimos do que os de alma forte, morrem e nunca mais nos lembramos ou sentimos suas presenças. Não deixaram suas almas. Levam-na com eles. Eu espero que minhas pinturas, esculturas, blogs, crônicas,  livros e poemas fiquem como registro e alma de minha vida. Como não levarei nada comigo, espero que se divirtam em companhia da minha alma. Ela, ao contrário de mim, é divertida, espirituosa, e gentil.

Postado  por Eduardo P.L. no blog www.elunardelli.blogspot.com.br

Comentários que valem um post



Wania Victória
Eduardo querido, obrigada pelo livro. Adorei! Teu POEMÍNIMOS são o máximo... Leitura agradabilíssima, tuas poesias "descem redondinhas" e a digestão mais suave impossível! Adorei tb a homenagem na página 10. Vou agradecer mais carinhosamente e à altura do que este bilhetinho aqui, aguarde!Obrigada mais uma vez. Bjão pra ti e pra tua Alma, com certeza tens uma Alma muito viva! 
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  Silvares deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Crônica diária":

Não desistir quando as primeiras impressões não são grande coisa pode revelar-se uma atitude inteligente. Nem sempre, mas muitas vezes...

Postado por Silvares no blog . em quarta-feira, 14 de agosto de 2013 09:04:00 BRT 

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 Letícia Barcelos
 Obrigado pelo novo livro Poeminimos! Adorei.
Queria saber da página 44 que ficou faltando na tua história do Manjar Branco... Fiquei com a sensação se ter perdido detalhes interessantes. Se tiver a pg, me manda!


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Guga Alayon Lave a levada.
O lance é alma lavada .

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