31.8.12

Vicent van Gogh

 
Vincent van Gogh estaba convencido que el dibujo era la base, la raíz de todo.
Veja matéria completa AQUI 
Enviado por José Luiz Fernandes

Série Cadeiras

Cadeiras sombra
Enviadas por Eduardo Longo

POEMANDO

[ DURMO 
ATÉ MAIS TARDE,
PORQUE DOMINGO
NÃO TEM
PONTEIROS ]
E.P.L.

Cabeçalho Rotativo


30.8.12

AUGUSTO GIACOMETTI

Zwei junge Bäuerinnen mit Rückentragkorb, Augusto Giacometti (1877 - 1947)
Enviado por José Luiz Fernandes

Série Cadeiras

Cadeira Sombra
Enviada por Eduardo Longo

Cabeçalho Rotativo


POEMANDO

[ MINHA MEMÓRIA
ACABA
COM O FIM
DO MEU
BLOQUINHO ]

E.P.L.

29.8.12

Léonard Foujita (1886 - 1968)

 Rue d’Arsonval, Paris  - Léonard Foujita  (1886 - 1968)
Enviado por José Luiz fernandes

CONTANDO DINHEIRO III


            
CONTANDO  O  DINHEIRO - III                

TIRADENTES, PORTINARI, COINCIDÊNCIAS E GAROUPA

 José Luiz da Cunha Fernandes

Em 2012, os 220 anos da execução de Tiradentes coincidiram com os 50 anos da morte de Portinari. Isto leva a recordar outros dois momentos em que esses vultos nacionais se encontraram.

O primeiro encontro, testemunhei-o ainda criança, na cidade mineira sui generis que é Cataguases. A criação da cidade teve forte participação de pioneiros que fugiram da decadência econômica e do ambiente depressivo instalados desde o final do século XVIII na vizinhança da região mineradora. Eles seguiram o curso do rio Pomba desde as proximidades da Borda do Campo (Barbacena) para se fixarem na quase inexplorada Zona da Mata, aspirando a ali prosperar com promissoras plantações de café.

Ao longo do tempo, Cataguases acolheu expressiva imigração e foi conhecendo  peculiar desenvolvimento em diversas áreas – partindo da pioneira lavoura até abranger  todo um complexo de  atividades comerciais e industriais, educacionais e artísticas. Em 1949, aquela cidade já contava com um grande colégio em prédio projetado por Niemeyer. Em seu  saguão, em parede especialmente prevista para isso, naquele mesmo ano já se fixava impressionante mural de Portinari, que o pintou para aquele exato local.

O painel “Tiradentes” (anos depois comprado pelo Governo do Estado de São Paulo, e hoje exposto no Memorial da América Latina) mede aproximadamente 18m X 3m e é um relato histórico, obra-prima do mais renomado pintor brasileiro e representação máxima da brasilidade expressa em sua arte. Antes de executá-lo usando o método de narrativa contínua,  Portinari estudou profundamente a história da Inconfidência Mineira.

 Para um menino do então chamado curso primário, a primeira visão do impactante painel foi inesquecível, como inesquecível foi a leitura da sentença de Tiradentes:
“...Portanto condenam ao réu Joaquim José da Silva Xavier, por alcunha o Tiradentes, alferes que  foi  da  tropa paga da Capitania de Minas, a que com baraço e pregão seja conduzido pelas ruas públicas ao lugar da forca e nela morra morte natural  para sempre, e que depois de morto lhe seja cortada a cabeça e levada a Vila Rica aonde em lugar mais público dela será pregada, em um poste alto até que o tempo a consuma, e o seu corpo será dividido em quartos, e pregados em postes pelo caminho de Minas, no sítio da Varginha e das Cebolas, aonde o réu teve as suas infames práticas e os mais nos sítios de maiores povoações até que o tempo também os consuma...”

Depois do enforcamento, o corpo foi de fato esquartejado,  salgadas as cinco partes. A cabeça foi exibida em um poste em Vila Rica , atual Ouro Preto;  subtraída em uma noite, nunca mais foi localizada. As outras  quatro partes foram expostas publicamente em locais do caminho de Minas: Cebolas (Paraíba do Sul), Borda do Campo (hoje Barbacena), Varginha (perto de Ouro Branco),  e uma outra localidade próxima  a Conselheiro Lafaiete.


As cinco partes, exibidas em cinco postes, aparecem impressionantemente no mural de Portinari, inspirando Carlos Drummond de Andrade  a escrever:

Tiradentes (Portinari)
Fez-se a burocrática justiça.
O trono dorme invencível vingado.
Postas de carne do sonhador
Referem o caminho das minas.






Curiosamente, o número cinco relaciona-se também a cédulas que, lançadas em 1963 (duas estampas), circularam até 1974, com a efígie de Tiradentes: cinco mil cruzeiros (carimbadas em 1967 como cinco cruzeiros novos). No reverso, uma gravura  com a legenda “Tiradentes ante o carrasco” reproduzia tela de Rafael Falco de 1941.

A partir de 1984, por orientação oriunda do Banco Central,  a temática das cédulas brasileiras passou a basear-se em imagens vinculadas à vida e à obra de grandes vultos da cultura, arte e ciência, afastando-se dos retratos de governantes e militares que predominavam em notas anteriores. Depois de cédulas relacionadas  à música (Villa-Lobos) e à literatura  (Machado de Assis), e antes de cédula relacionada à ciência (Carlos Chagas), foi lançada em 1988 a nota de cinco mil cruzados, dedicada ao pintor Candido Portinari.
João Candido, filho de Portinari, examinando obras do pai, acervo do
Banco Central (Brasília, 1988, na ocasião do lançamento da cédula)

O desenho da cédula de 5.000 cruzados (de novo o número cinco) teve por autor  Júlio Pereira Guimarães. Nesta nota, que circulou até o final de 1990, ocorreu como que um segundo encontro de Portinari com Tiradentes. Ao lado da efígie do pintor, e atendendo a uma das recomendações  recebidas do BC pela Casa da Moeda na elaboração do projeto, uma gravura reproduz a cena final  do mural “Tiradentes”.
 No famoso painel (têmpera sobre tela), estão expressos os principais fatos e os protagonistas da Inconfidência Mineira, episódio histórico marcado por idealismo. O painel (outra coincidência) é composto de cinco cenas. Na cena inicial, mulheres acorrentadas choram, representando a opressão. Na quinta e última cena, ao lado do poste alto com a cabeça de Tiradentes, e tendo ao fundo as montanhas de Minas,  mulheres erguem correntes arrebentadas, simbolizando a libertação.

Em 1992, o Banco Central lançou moeda comemorativa (10 milhões de peças), registrando o bicentenário da morte de Tiradentes. Tinha o valor facial de 5 mil cruzeiros (novamente a curiosa coincidência do número 5). Em alusão à bandeira dos revoltosos, o nome do herói nacional  aparece próximo à efígie, “triangulando” com as palavras liberdade e cidadania,  ideais da Pátria desde os inconfidentes.


Em 1997, foi divulgado o projeto das moedas metálicas do euro (de autoria do designer belga Luc Luycx), com o qual as moedas do real lançadas em 1998 apresentam coincidências muito curiosas.
                                              

Atualmente, e quase ninguém sabe, Tiradentes circula escondido na moeda de cinco centavos. Enquanto isso, uma improvisada efígie da República perpetua-se, qual uma Deusa da Impunidade, estampada pateticamente no anverso de todas as cédulas brasileiras. Tiradentes se esconde em moeda de cinco centavos enquanto, no reverso de nossa maior cédula, cultua-se o alto valor nacional que é a garoupa.

Cultura nacional não é um caro ludismo de cores e elementos de segurança;  também não é   uma garça vulgar avistada na lagoa Rodrigo de Freitas; nem muito menos é uma garoupa de confessada origem em pesca submarina praticada, na juventude, por um diretor de órgão público.

É usual que o dinheiro, além da óbvia comunicação do valor monetário, incorpore racionais características de segurança contra falsificações.  Além disso,  em outros países o dinheiro compõe-se de cédulas diferenciadas, privilegiando imagens expressivas da história e da cultura nacionais. As cédulas modernas atuam como veículo de comunicação muito especial, identificando o país, e portando e divulgando imagens que estimulam, entre a população que as manuseia, consciência e reflexão sobre grandes expressões da cultura nacional.

Assim como a indústria farmacêutica patrocina congressos médicos, a fechadíssima comunidade de fornecedores de equipamentos, papel, tintas e outros insumos da produção do dinheiro promove conferências e outros eventos que ensejam viagens internacionais, em que dirigentes e funcionários de órgãos emissores e de entidades fabricantes de cédulas e moedas presumivelmente aprendem coisas.

Aprendizado mais elementar, além do natural zelo pelos cofres públicos, talvez seja o de que a cédula moderna  sintetiza ciência e arte. Possui características que  a tornam facilmente identificada pelo público e por equipamentos automáticos, além de resistirem a falsificações. E deve atuar, ao mesmo tempo, como um símbolo, cartão de visita de um país, veículo e reflexo de sua cultura.

( agosto de 2012)

Cabeçalho Rotativo


Comentários que valem um post

Lucrecia Borgia deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Giancarlo Mecarelli e a EVA NEGRA":

Ma sei matto? Se Eva era stato nera, tutti noi, il bianchi vivere in Africa e il mondo occidentale e cristiano non fosse esistito. Volete convincerci che questo è anche arte?Il confronto di Sonia Braga con Eva è ridicolo. In ogni caso sarebbe hanno confrontato com Maria Magdalena.
Siete tutti pazzi!...

baci

Postado por Lucrecia Borgia no blog . em terça-feira, 28 de agosto de 2012
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POEMANDO

[ ANCORADO
NA ANCA
DA MOÇA,
ACOCORADOS
DE PRAZER ]
E.P.L.

HUMOR no BASE 1 Brasil

Novos Seguidores - CIMITAN - MADEMOISELLE - JESUS

UEBAS, o blogueiro CIMITAN agora é seguidor do B1B. Ele comanda o CHAPA BRASIL, o DROPS AZUL ANIS, e o VARAL DE IDÉIAS

Depois chegou o GASPAR DE JESUS do blog ARTE FOTOGRÁFICA

e a última adesão foi da MADEMOISELLE BANTH'OLVA que salvo engano, já era seguidora com outro nome também exotico... e novo link dela é esse...

Valeuz pessoal, nosso espaço por aki é um templo de podreiras e pérolas enviadas pelos seguidores, então pedimos a gentileza de lavar os pés antes de entrar... ;-)

28.8.12

Giancarlo Mecarelli e a EVA NEGRA


Eva negra 

Juan Arias, El País, agosto de 2012,

¿Quién dijo que Eva era blanca? El fotógrafo italiano, Giancarlo Mecarelli, ha provocado este agosto al público de São Paulo, en su exposición Beleza Afro-Brasileira, presentando en ella una Eva negra.
En la exposición de la Pamaricana Escola de Arte y Design de São Paulo, el artista explicó: “Al preparar la muestra pensé ¿por qué no una Eva negra?”.
La buscó entre las mujeres seleccionadas para su exposición. La designada fue la artista plástica paulistana, Renata Felinto, de 34 años que nunca había posado desnuda porque tenía prevención a ciertos desnudos “de poco gusto artístico”.
La condición del fotógrafo era que debería ser fotografiada con una serpiente viva en el cuello. “Ellas son mansas”, dijo la Eva negra, y se la enroscó al cuello.
Por ahora, según Meccarelli, no ha habido polémica de tipo religiosa acerca de presentar a Eva negra. “Siempre tuve esa idea de romper con el icone de Eva blanca, europea, casi alemana. ¿Quién ha dicho que la Eva de la Bíblia era blanca?”, se pregunta el fotógrafo italiano.
Los mayores elogios de esta exposición con mujeres negras, entre ellas Eva, le han llovido de las mujeres blancas, “deslumbradas con esos cuerpos de color”, ha dicho Mecarelli, al diario Folha de São Paulo.
Pero no se trata de una muestra más de desnudos de mujeres negras. Mecarelli tuvo una idea genial: acompañar cada obra con un texto de uno de los mayores cantores brasileños de la belleza negra: el poeta y novelista bahiano, Jorge Amado, que celebraría sus 100 años el pasado diez de agosto.
De él se ha dicho que más que escribir libros, “ha escrito e interpretado a Brasil”. Y Amado, identificado con su Bahía, la ciudad más negra fuera de África y con sus ritos africanos, es quién más habría disfrutado, en efecto con la idea de una Eva negra.

 Tampoco a los amigos de Amado, como Pablo Neruda, Picasso, Sartre y Simone de Beauvoir, les hubiese escandalizado esta Eva negra del fotógrafo y artista italiano.
De Jorge Amado, traducido en 55 idiomas, que “ha vestido con su poesía a esta Eva negra”, como ha escrito un crítico, ha escrito el académico y novelista Carlos Heitor Cony que “consiguió el absurdo de ser escéptico y creyente al mismo tiempo”.
Una Eva negra, vestida con el genio de sus palabras, es el mejor homenaje al centenario de su nacimiento.
El cuaderno de arte del diario O Globo ha dedicado una edición especial a esta fecha con el título significativo, que juega con su apellido: SIEMPRE AMADO.
Y lo fue de verdad. Con sus obras Gabriela y Doña Flor y sus dos maridos, que inmortalizaron a Sonia Braga, hizo enloquecer al país. Amado por las mujeres, fue también el gran amador de las descendientes de Eva.
 Sonia Braga
Enviada por José Luiz Fernandes 
 CURIOSIDADE
 Na imagem,o autor deste blog,  fazendo a fotografia do filme, que  Olivier Perroy dirigiu, com roteiro e figurinos da sua esposa Lenita P. Perroy. As cenas foram tomadas na praia de Pernambuco , no Guarujá. O título não me recordo, mas tinha haver com Adão e Eva no Paraíso, e eram negros. Tudo isso no final da decada de 60.POSTADO NO VARAL AQUI
Não há nada de novo sob a face da terra. Quando se pensa que esta se descobrindo a roda....Assim caminha a humanidade!

Gaspar de Jesus numa interessante reportagem sobre arte


SERRALVES 4


HUMOR PARA DESMASCARAR
NEDKO SOLAKOV

UM FORTE CHEIRO A TINTA FRESCA LEVOU-ME ATÉ UM LABIRINTO DE PAINÉIS, ONDE UM PRESUMÍVEL PINTOR DA CONSTRUÇÃO CIVIL, SE ATAREFAVA EM PINTAR DE BRANCO O QUE ALGUM TEMPO ANTES, UMA JOVEM HAVIA PINTADO DE PRETO, MAS SEM NUNCA SE ENCONTRAREM. ESTA ESPÉCIE DE JOGO DO GATO E DO RATO COMEÇOU A 28 DE JULHO E TERMINARÁ NO FINAL DE OUTUBRO, SE PARA TANTO CHEGAREM OS PULMÕES E OS MÚSCULOS DOS EXECUTANTES. DE REFERIR QUE, COMO PUDE CONSTATAR, ESTE PINTOR EXPRIME-SE BEM NA LÍNGUA DE SHAKESPEARE E ESTÁ SEMPRE DISPONÍVEL PARA INFORMAR OS INCRÉDULOS VISITANTES NACIONAIS OU ESTRANGEIROS ACERCA DA MENSAGEM QUE O AUTOR TENTA PASSAR COM ESTA ÁRDUA, HUMORÍSTICA E APARENTEMENTE, INÚTIL TAREFA. 
Gaspar de Jesus

Cristina Nuñez expõe autorretratos


Autorretratos terapêuticos 

Cristina Nuñez expõe os autorretratos que a ajudaram a sair do mundo das drogas

 Jornal El País, Espanha, 24/7/2012

 Desespero
 En 2010 la fotógrafa Cristina Núñez (1962, Figueras, Girona) relató en un libro de autorretratos como la fotografía le salvó de la adicción a las drogas. Nuñez empezó a tomar autorretratos en privado en 1988 para superar una adolescencia problemática. Estuvo en el infierno y la fotografía la sacó de allí. Las imágenes se convirtieron en una forma de auto-terapia. Hemos hablado con ella y nos ha contado como empezó y en qué momento está ahora.
Al principio me fotografiaba pensando que era una cuestión de vanidad
"Después de una adolescencia como heroinómana (de los 15 a los 20), tras un año y medio de centros de rehabilitación, empecé una psicoterapia para comprender mejor el por qué lo había hecho y empezar a resolver mis problemas de autoestima y de relación con los demás. También hice un curso de interpretación teatral, porque quería ser actriz, aparecer en el escenario y así ser 'vista'... Al cabo de dos años conocí un fotógrafo italiano, nos enamoramos y me trasladé a Milán, donde viví 24 años. Viéndole utilizar la cámara para capturar la fuerza y el carisma de las personas que retrataba, comprendí que era un instrumento potente y lo primero que hice fue dirigir el objetivo hacia mí misma... era el 1988. Años después comprendí que había encontrado la manera de darme a mí misma la mirada profunda que tanto necesitaba de los demás. Solo que esta vez, podía dármela yo misma. Era un paso importante hacia la independencia..."

 Autorretrato com mãe
 Furia, vanidad, enfermedad, alegría, compasión... La exposición Someone to love  reúne fotografías tomadas entre 1988 y 2011, imágenes de gran tamaño y más de cien fotografías de pequeño formato que ocupan el perímetro de la galería, formando una "linea de vida" en la que los autorretratos se combinan con fotos de sus antepasados y retratos que ella misma realizó de sus familiares, indagando en sus relaciones y buscando sus raíces a través de las emociones, los rostros y los cuerpos.

 Dançando para Manolo
"Al principio me fotografiaba pensando que era una cuestión de vanidad. No me daba cuenta de que estaba haciendo una especie de auto-terapia. Simplemente me divertía con la cámara y me gustaba verme guapa en las fotos. Tras seis años de autorretratos, empecé a fotografiar a los demás, y enseguida tuve éxito con mis fotos, gané premios, y construí proyectos de libros y exposiciones, mientras seguía haciéndome autorretratos, de vez en cuando. Fue solo después de la separación de mi marido y la muerte de mi padre, cuando tuve una crisis importante, un bajón enorme de autoestima que empecé a darme cuenta de que me hacía sentir muy bien, e intuitivamente me fotografiaba más a menudo. Me dí también cuenta de que si expresaba mi desesperación en una foto, se me pasaba enseguida, y me sentía incluso alegre... podía pasar a otra cosa".

 'The fury'.

Loura Cris.
 La exposición se ha visto en la galería Skol Centre des Arts Actuels, en septiembre de 2011. Fue una de las 25 exposiciones del Mois de la Photo de Montréal 2011. Ahora, después de presentar los vídeos y una pequeña muestra de imágenes en diciembre de 2012, H2O expone ahora el proyecto completo por primera vez en Barcelona. Después de H2O de Barcelona, se irá a la galería Luova en Helsinki.

 Cris doente
"La exposición es mi autobiografía, son 23 años de autorretratos. Hay muchas fotos que no están en el libro, pero en el libro hay muchas fotos de los últimos tres/cuatro años, por ejemplo todo el trabajo que hice con mi madre, acompañándola hasta el final. Además el proyecto autobiográfico es reciente, y es esencial. No es suficiente hacerse muchas fotos para hacer una buena exposición, la proyectualidad es esencial para crear una buena obra, rica y compleja pero con un hilo conductor (que en este caso es la línea de la vida que recorre el perímetro de la galería), de manera que no sea auto-referencial y los espectadores se puedan reflejar en mi trabajo. A menudo me dicen 'me imagino qué imágenes pondría yo de mi vida' o bien 'he hecho un viaje interior mirando tu exposición'.
 A caballo entre Barcelona y Milán, Nuñez trabaja para extender las bases teóricas y prácticas del método que enseña en cárceles y centros de desintoxicación donde encuentra a personas que viven en el límite para ayudarlas a exorcizar sus miedos. Y sueña con crear un máster sobre el autorretrato terapéutico.

 Sou Aisha
"Soy una artista, pero también soy 'facilitadora de autorretrato terapéutico' según mi método The Self-Portrait Experience. Siendo artista, tengo intuiciones que se refieren al proceso creativo. Mi objetivo es la obra, es el proceso creativo, siento una total devoción al proceso creativo y es lo que realmente me interesa. Pero también se que el proceso creativo es muy terapéutico, que acelera nuestra evolución interior. Trabajo con todo mi ser para que el proceso creativo sea sublime, para que las obras sean potentes, magníficas, sé muy bien que puedo ayudar a los demás mucho mejor que si me ocupo de ellos. En mi estudio, las personas aprenden a convertir su propio dolor, sus emociones más difíciles, en obras de arte. La maravilla es que siempre es un éxito: siempre se produce una obra, tal y como yo la considero.

 Compensando o passado
 Pero lo mejor es que la obra se produce cuando yo no estoy en el estudio, y cuando están menos conscientes, cuando están en las profundidades de su 'caverna', es decir, de su identidad. De pronto, una de las imágenes es perfecta, tiene una composición sublime, y ha sido un proceso inconsciente. Por eso el proceso es terapéutico, es catártico. Unos terapeutas finlandeses se quedaron pasmados que en 10 minutos pudieran conseguir llegar tan profundamente, algo que no se consigue en una normal sesión de terapia. Muchas personas, tiempo después de mi taller, me han contado como el autorretrato les ha ayudado a verse de otra manera, a relacionarse con los demás de otra manera, a emprender caminos deseados y antes algo temidos, a cambiar sus vidas...
En mi estudio, las personas aprenden a convertir su propio dolor, sus emociones más difíciles, en obras de arte.
Con la Universidad Católica de Milán estamos realizando un proyecto de investigación sobre los efectos de este método sobre las personas. Hemos descubierto cosas estupendas: por ejemplo, de 39 adolescentes, 38 afirmaron que el autorretrato les cambió la percepción de sí mismos, les cambió su imagen interna... Y seguimos investigando! Me encanta trabajar con universidades (yo que no tengo ni siquiera una licenciatura...) y colaboro con muchas de ellas, en Italia, Finlandia e Inglaterra (y pronto con algunas españolas!), porque quiero que se demuestre científicamente el poder terapéutico de este método y que llegue a todas partes, a los hospitales, a las cárceles, a las empresas, las escuelas, museos, etc. etc... Ya trabajo en las cárceles catalanas, con el apoyo de La Caixa Obra Social... "

Eu sou
 Dos vídeos completan la exposición: un diaporama con la voz de la artista que narra su historia, y Higher Self, una presentación de su filosofía neo-humanista, su método y su visión del arte como instrumento para el activismo social. También se expone el resultado del taller que realizó en la galería con sesiones indivuales en el nuevo espacio experimental, “la clandestina”, de la galería H2O.
"Actualmente no me autorretrato mucho. En realidad no lo necesito. En mis talleres las personas se sacan autorretratos, solos en mi estudio, siguiendo mis instrucciones, y de alguna manera lo hacen también por mí... En el autorretrato nos convertimos en portavoces, encarnamos iconografías universales, donde los demás se pueden reflejar. Adquirimos un papel social importante, el del artista que expresa y comunica las necesidades más profundas (presentes y futuras) del ser humano... El último autorretrato lo hice hace 3 meses, cuando cumplí 50 años! Pero ahora tengo un nuevo proyecto, autorretrato en vídeo y con un tema interesante... pero por ahora es secreto..."

'Someone to love', de Cristina Nuñez, hasta el 10 de agosto de 2012, en la Galería H20. Barcelona. Carrer de Verdi, 152.
Enviado por José Luiz Fernandes

Iosif Landau - ALARME

"Iosif Landau é um homem de 85 anos. O que se espera normalmente de uma pessoa com essa idade não é o  que se vê nele. Um ser especial." São palavras do Rodrigo de Souza Leão, em 2009, e estão nas orelhas do livro.  E diz ainda: " Alarme é o título de seu livro. Um alarme eterno." Iosif escreveu muito, e compulsivamente desde os 70 anos.
Acabo de ler e reler quase todas as poesias desse homem que nasceu na Romênia, como sua irmã e nossa amiga, a artista plástica Myra Landau, que me mandou de presente essa obra maravilhosa!
Que família dotada! O Alarme é para ser degustado aos poucos, com atenção e carinho. Fala do Rio de Janeiro, da vida e dos homens! Tudo com muito amor e humor. Uma leitura indispensável para quem gosta de boa, ótima poesia!

Cabeçalho Rotativo


POEMANDO

[ O PIO
DO PASSARINHO
MARCA,
COMPASSADAMENTE,
OS SEGUNDOS
DO TEMPO
VOANDO ]
E.P.L.

27.8.12

MICHELANGELO DI LODOVICO BUONARROTI SIMONI (1475-1564)

 NOITE
Amanhecer
Enviada por José Luiz Fernandes

TERRAS y SOMBRAS de MEXICO - Myra Landau


 Esta feita com nankim em papel muito grande
Sabe de uma coisa? com a Nova Onda que vc. gosta  :) você me fez voltar para muito atrás, na época!  ANTES de encontrar as minha linhas, e que tinha chamado de Terras y Sombras de México!!!
engraçado...a vida , o mundo, da voltas...
abraços!!

--
www.myralandau.com
www.myra-parole.blogspot.com
www.iosiflandau.com
www.dominiquelandau.com

www.gigi-e-myra.blogspot.com

POEMANDO

[ USÁVAMOS
NOSSOS OLHOS,
COMO DOIS
FLORETES
A ESGRIMAR ]
E.P.L.

Cabeçalho Rotativo


26.8.12

Fotografia

Pintores - Agosto - 2012 - E.P.L.

BASE 1 Brasil - Os melhores da semana

O Blog BASE 1 Brasil escolheu uma postagem do VARAL DE IDEIAS Começou a retomada das ruas pelas pessoas no VARAL DE IDÉIAS ) e outra do nosso blog PÉ DE MOÇATattos super "sexta feliz" da CHAS RAY KRIDER no PÉ DE MOÇA ) para figurarem em sua lista das melhores postagens da semana. Agradecemos e nos sentimos honrados em participar dessa seleção. Confiram AQUI

Construções com bambu


Enviado por Eduardo Longo

Cabeçalho Rotativo


LIANA TIMM convida

Dia 5 de setembro, às 19h30, abre minha exposição OUTRO(S) DE MIM
com intervenção poética.
Cheguem cedo pois o espaço é limitado.



 
 
 
 
 
 
...................................................
LIANA TIMM
(skype) lianatimm
51 9359 2454

Comentários que valem um post

Li Ferreira Nhan deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Pablo Picasso":

PICASSO.
Painter,
Sculptor,
Rebel,
Genius.


Postado por Li Ferreira Nhan no blog . em sábado, 25 de agosto de 2012 
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 Lucrecia Borgia deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Ticiano – A VÊNUS DE URBINO":

Il cucciolo che dorme nel letto,¿ha dato la madre di Venere o di Caligola?...
¿Era sempre caldo a Roma?, perché tutte le donne vivono nude...

saluti


Postado por Lucrecia Borgia no blog . em sábado, 25 de agosto de 2012
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25.8.12

Ticiano – A VÊNUS DE URBINO

Autoria: LuDias 

 Sandro Botticelli pintou o Nascimento de Vênus, uma das mais belas Vênus nuas do Renascimento florentino. Giorgione foi o primeiro a mostrar uma Vênus dormindo no campo. Ticiano transpôs a cena da natureza para uma casa. Ele a pega da natureza e a introduz em um contexto humano. A deusa foi transformada em mulher, consciente de seus encantos. Ticiano liberta o nu dos tópicos da figura mítica. (Rose-Marie & Rainer Hagen)
Guidobaldo della Rovere, filho do duque de Urbino, encomendou a Ticiano um retrato seu e a “mulher nua”, ou seja, A Vênus de Urbino. Na época, tinha completado 25 anos e o pintor, que teria o dobro da idade do rapaz, era o artista mais apreciado do sul da Europa. Entre seus clientes encontravam-se conventos, igrejas, ricos comerciantes, príncipes e o imperador Carlos V.
O futuro duque de Urbino conheceu Ticiano, provavelmente, através de seu pai, Francesco Maria I della Rovere, que era um apaixonado por quadros e ambientes cultos e intelectuais, tendo encomendado várias obras a Ticiano. De modo que, após da morte do pai, Guiobaldo tornou-se o Duque de Urbino e continuou a encomendar obras ao pintor.
 Algumas suposições existem acerca da personagem retratada em A Vênus de Urbino. Seria ela
a amante de Guiobaldo, futuro Duque de Urbino, à época;
a própria amante do pintor;
a mitológica Vênus;
Eleonora Gonzaga, mãe de Guiobaldo, pois tanto na pintura em que foi retratada, como na jovem desnuda estava presente o mesmo cãozinho enrodilhado.
 O fato é que nenhuma dessas hipóteses ficou provada. E mais longínqua ainda é a ideia de que fosse Eleonora Gonzaga, pois à mulher casada daquela época, vivendo em boas condições, cabia apenas dirigir a casa, assegurar a descendência, preservar a honra do marido e acompanhá-lo nas cerimônias oficiais. Ela jamais posaria nua, pois seu corpo pertencia apenas ao esposo, jamais exalando luxúria como o visto na pintura. Além disso, a Igreja, grande inimiga do corpo feminino, estava sempre a postos. A possibilidade de que Ticiano tivesse representado Vênus, a deusa romana da beleza e do amor, também é improvável, embora se encontrem na composição dois atributos da deusa: as rosas e o vaso com murta. O que torna questionável tal representação é a presença das duas criadas. Somente a presença do filho Cupido tornaria a identificação inquestionável. Portanto, a maioria dos especialistas no assunto, chegou à conclusão que se trata de uma figura humana.
O corpo da jovem desnuda representa o ideal de beleza e gostos eróticos do Renascimento pleno. Ela se encontra totalmente nua, tendo no corpo apenas brincos, uma pulseira no braço direito e um anel no dedo mindinho da mão esquerda. Traz na mão direita um buquê de rosas vermelhas, que sempre foram tidas como um atributo a Vênus. As rosas também são o símbolo de prazer e de fidelidade no amor. Ela encara o observador com naturalidade, olhando diretamente para ele. Reina calma e ordem no ambiente.
O cabelo cacheado e dourado enfeita-lhe o rosto, que olha para o observador com certa indiferença, e suaviza suas feições, caindo abundantemente sobre seus ombros e travesseiros. Uma trança cinge-lhe o meio da cabeça. O seu ombro direito é mais acentuado (O ideal feminino da Renascença baseava-se num tipo mais corpulento.). Os seios pequenos, redondos e rígidos também eram um ideal da beleza feminina, significando que eles ainda não atingiram a maturidade.
A beleza da pele da figura é um espetáculo à parte, deixando o observador totalmente extasiado. Para pintar a pele da Vênus de Urbino, Ticiano empregou o branco perolado nas áreas claras, banhadas pela luz, e o tom rosado nas áreas sombreadas, essas aparecem em pouquíssimas partes do corpo.
A jovem não tem cintura fina, tal característica não era aceita naquela época. Sua barriga, ligeiramente arredondada, permanece como o centro do corpo, como símbolo da fertilidade e da reprodução. Se comparada com o modelo de beleza de nossos dias, todas as mulheres atuais seriam estéreis.
A mulher é retratada como costumava dormir. Sua nudez é destacada pela presença, em segundo plano, de duas criadas rigorosamente vestidas. Estariam elas pegando as roupas para vestir sua patroa? Alguns estudiosos sugerem que as criadas estão executando os preparativos para as núpcias de sua senhora e, portanto, o quadro seria uma alegoria ao amor marital.
A cortina verde-escuro, que desce sobre a divisória do quarto, destaca o rosto esplendoroso da modelo, equilibrando-se com os tons claros dos travesseiros e lençóis. A cor vermelha vista no buquê de rosas, no vestido de uma das criadas e no colchão dão mais vivacidade à composição.
Ao fundo, uma criada usando mangas bufantes, mexe num baú de roupas. O quarto e o mobiliário são característicos da época. O pintor dá destaque à cama e às arcas, pois esses eram os móveis mais importantes do quarto, muitas vezes os únicos. O cãozinho sobre a cama simboliza o amor carnal, mas também a fidelidade. E no peitoril da janela, um vaso com murta indica a constância no casamento.
A ornamentação vista na parede, por detrás da criada de pé, tanto pode ser uma tapeçaria como um ornamento de couro. E, embora as janelas à época fossem pequenas, Ticiano apresenta um grande vão em sua pintura, o que nos leva a supor que se tratava de uma residência de verão.
Existem muitos detalhes no quadro que são bem fiéis à realidade, embora outros não o sejam. Exemplo disso é a sombra, apenas esboçada, de um galho na superfície escura da divisória. E esta superfície, além de destacar o corpo alvo da moça, traz equilíbrio às duas partes do quadro. Sua borda direita, corta a pintura ao meio e acaba abaixo da mão esquerda da jovem, destacando seu monte de Vênus, que ela esconde delicadamente.
 Vênus Adormecida – Giorgione – 1508/1510.
Ticiano foi assistente, no início de sua carreira, do mestre Giorgione. A sua Vênus de Urbino tem muita semelhança com a Vênus Adormecida de seu antigo mestre. Mas, excetuando o modelo nu, crê-se, hoje em dia, que Ticiano trabalhou e acabou grande parte deste quadro.
O quadro de Ticiano apresenta muito mais do que apenas os atributos de Vênus.
Talvez quisesse mostrar que a divisão generalizada das mulheres em duas categorias, esposas respeitáveis e servas do amor, não era definitiva e também se podia descobrir o prazer sensual no casamento” (Rose-Marie & Rainer Hagen)
A composição de Ticiano, Vênus de Urbino, a mais célebre de suas pinturas, é tida como um dos mais esplêndidos exemplos do nu encontrados na pintura universal, onde serenidade e sensualidade convivem harmoniosamente. Atualmente, a pintura é vista pela maioria dos críticos de arte como uma alegoria do amor conjugal e da fidelidade, tomando por base o cãozinho dormindo na cama e nas duas criadas ao fundo, sendo que as duas arcas podem ser uma alusão ao enxoval da noiva.
Ficha técnica:
  • Artista: Ticiano
  • Data: 1538
  • Técnica: óleo sobre tela
  • Dimensões: 119 x 165 cm
  • Localização: Galleria degli Uffizi, Florença, Itália
  • Enviado por José Luiz Fernandes

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