31.7.11

PINACOTECA de SÃO PAULO


 O cartão do VARAL... !!!!

Uma delícia assistir crianças participando ativamente das exposições!

DUELO DE FOTOS ou UM DIA DA CAÇA, OUTRO DO CAÇADOR

Tenho um DUELO tratado com o Fernando Stickel, AQUI TEM COISA, onde ganha quem "sacar a foto" primeiro... Desta vez ( sexta-feira, 29/07/11 ) ele levou a melhor! Fui surpreendido num restaurante em São Paulo, e só me restou registrar a alegria do casal, pelo feito. Na foto ( que ficou péssima) : Fernando, Paulinha, e Sandra Pierzchalski . Da próxima eu te pego!
 update

Desta vez saquei mais rápido, e peguei o Eduardo e a Paulinha totalmente desprevenidos…
é isso, por fernando stickelDuelo de fotos anteriores AQUI , aqui
Tudo começou aqui: 29 de julho de 2007 no blog AQUI TEM COISA

eduardo cimitan lunardelli

cimitan.jpg
Encontrei no mundo real, depois de muitos anos, o meu amigo Eduardo Lunardelli, ele e a mulher Paulinha se abalaram lá de Floripa para participar da passeata.
O Eduardo é um dos blogueiros mais ativos e interessantes que conheço, ele sofre de FUROR BLOGUEIRO cronico, aparentemente sem nenhuma consequência grave…
Eduardo já preparou no blog dele uma bela e completa reportagem sobre a passeata.

é isso, por fernando stickel

VARAL DO DIA

Lizete Vicari, Barcelona

Série CADEIRAS

29.7.11

Alex Kanevsky








 Alex Kanevsky

GERHARD RICHTER

Foto que fiz da minha visita, ontem, à PINACOTECA
Gerhard Richter
  • Mouth
    Mund
  • 1963
  • 67 cm X 74 cm
  • Oil on canvas

Gerhard Richter: Sinopse

de 23.jul a 21.ago 2011


A Pinacoteca do Estado de São Paulo apresenta a exposição Gerhard Richter: Sinopse. A mostra é composta por 27 pinturas, escolhidas pelo próprio artista, que formam uma retrospectiva de todas as fases de sua produção, desde os trabalhos de fotografia-pintura dos anos 1960, até as pinturas abstratas dos anos 1980 e 1990. Gerhard Richter é o artista plástico alemão em atividade mais conhecido da contemporaneidade, considerado um dos responsáveis pelo resgate da pintura no final do século XX, quando muitos a consideravam perdida.


A arte de Gerhard Richter não segue uma intenção, um sistema, um estilo, ou uma mensagem. O que a rege é uma ética artística de prática cotidiana, relacionada somente às condições representadas por ela mesma. Richter utiliza motivos variados, estilos e citações da história da arte, porém, seu único e grande tema, em última análise, é a pintura. Suas peças ora são puras, sobre a tela, ora misturadas a fotografias e recortes de jornal. Em alguns casos, como em obras presentes nesta mostra, ele primeiro reproduz a fotografia em pintura, e, depois, volta ao modelo original, fotografando seu trabalho, sem que se percam as características da obra produzida à mão.


A resistência de Richter em se fixar em um estilo, tema ou conteúdo, tem origem em sua própria biografia. Com sua mudança de Dresden, na antiga República Democrática Alemã (RDA) para Düsseldorf, na então Alemanha Ocidental, em 1961, ele não somente muda de ambiente social e político, como entra em outra esfera artística. É nessa fase que Richter troca a tradição de uma pintura do realismo socialista da RDA, por um confronto com a pintura informal tardia e a iniciante PopArt.


Dessa mudança radical permanecem, para sempre, grandes dúvidas quanto às certezas e obrigações nas artes. “Eu não sou seguidor de sistemas, de vertentes ou de intenções. Eu não tenho nenhum programa, nenhum estilo, nenhuma razão especial”, avisou o artista em 1966. Gerhard Richter compreende a pintura como um ato; uma busca da realidade atual: “O que eu via como a minha grande fraqueza, ou seja, a incapacidade de criar uma imagem, não é de fato uma incapacidade, mas sim, uma instintiva busca de uma verdade mais moderna, que já estamos vivendo”.


Pintura X Fotografia


Como meio de comparação à pintura, Gerhard Richter usa a fotografia, sua eterna rival, na representação da realidade e, em 1962, pela primeira vez, parte de uma imagem para realizar uma pintura. Desde então coleciona, sistematicamente, fotografias que servem como matriz para suas pinturas. Desse modo, criou um acervo de imagens públicas e privadas, de 1945 até os dias atuais, compreendendo fotografias de jornal e de própria autoria, e cliques espontâneos de fotógrafos amadores. Esse acervo foi publicado sob o título de “Atlas”, em 1971, e exposto publicamente, de forma inédita, nesse mesmo ano.


É desse acervo que Gerhard Richter escolhe as fotografias que servirão como motivo, ampliando-as ou usando-as, em recortes, nas suas pinturas. Ao reduzir as cores a tons da escala cinza na transposição da fotografia para a pintura, esta fica reduzida e até irreconhecível. Com isso, o artista separa a pintura do objeto que, por sua vez, some na cor cinza, característica das “pinturas cinza”, criadas em fins dos anos 1960. Para Richter, essa cor sempre representou o indiferente e o nada. Mais tarde, volta a trabalhar com cores e encontra um novo caminho numa pintura complexa de camadas, típica de suas obras abstratas dos anos 1980.

PINACOTECA, OS CURIOSOS

VARAL DO DIA

Lizete Vicari, França

FOTO DO PERFIL









28.7.11

GUIM TIÓ, mais uma vez

 GUIM TIÓ ZARRALUKI ( Barcelona )

VARAL DO DIA

Meiroca Gomide Coccia

Série CADEIRAS

 Serie Cadeiras


http://reflectionof.me/coat-check-chair
Apertas!
Pablo do Paso

Comentários que valem um post

CONCEIÇÃO DUARTE deixou um novo comentário sobre a sua postagem "DECIMO TEMA : SEDUÇÃO":

Nunca me senti sedutora.
De pouco tempo para cá, me sinto carismática, simpática e talvez isso, caia na sedução. Somos ou entendemos que somos muitas vezes aquilo que os outros dizem a respeito da gente. Com a maturidade entendemos melhor quem somos e sem falsa modéstia, admitimos ou analisamos ao menos.

Prefiro encontrar nas pessoas, um charme, um "q" que não se explica, que não é beleza, mas é sedução, no falar, no comportamento,,, tanta coisa. Você Eduardo é um grande sedutor!



Postado por CONCEIÇÃO DUARTE

27.7.11

Bartosz Mateńko




Bartosz Mateńko

Série CADEIRAS

tumblr

VARAL DO DIA

A FADING TRADE: An Indian washerman collected clothes at dusk in New Delhi Monday. Dhobiwallahs are the human ‘washing machines’ of India. However, the traditional community of workers washing clothes by hand is slowly disappearing. (Manan Vatsyayana/Agence France-Presse/Getty Images)

26.7.11

Usefulness in Small Things

Paper urinal, UK: "This disposable and biodegradable urinal is a good harmony of form and material despite its use. The paper does not dissolve immediately, and has just enough time to be poured into another receptacle before being thrown away."
Watering can and spray bottle, Malaysia: "The watering can/sprayer combo is evidence that a lot of manufacturers present something to the marketplace that appears incredibly optimistic, however, in practical application, doesn't work very well. The spray from the nozzle is far too distant to actually hit the plants, because the spout gets in the way. When something comes along that has a certain oddity to it, people do get excited and buy it. There is an attraction to it, however this is not necessarily in line with the manufacturer's intent."
Knife scissors, Japan: "Knife scissors takes the idea of duality to another level because it combines two potentially lethal objects—a knife and a pair of scissors—the things that we're always told to be careful of. Not to over exaggerate the safety of one or the other, but when you compare it to some of the other dual function objects, knife scissors is odd in both the way it looks and what it represents. Does it matter that a little bit of space is saved by combining the two functions? Functional questions like these are a little inconsequential. The bigger question is why there continues to be a burgeoning desire to search for something new in objects so basic as a knife and a pair of scissors."
Excerpt: Book
Usefulness in Small Things
  Yesterday on Sight Unseen, we featured a London design couple whose work seems to flourish under the very weight of their creative differences. Today, we turn our attentions to a London design couple whose outlooks are so similar, and whose work so beautifully streamlined, that it can often be difficult to tell where the mind of one ends and the other begins. We’ve been fans of the work of Industrial Facility’s Kim Colin and Sam Hecht since the very earliest days of our design journalism, but while the book they released earlier this year doesn’t include a single image from that output, it speaks volumes about the way the two begin to design together. Usefulness in Small Things: Items from the Under a Fiver Collection brings together the couple’s collection of mass-produced, locally sourced, everyday objects that Hecht has been amassing for nearly 20 years — cheese knives from Japan, plastering tools from Greece, vomit bags from the UK, wine bottle sponges from France, and the like, all chosen for their ability to tell Hecht when he traveled something about where he was. “Each of the objects I found appealed to me for a specific reason: the ability to address and identify a small and localized need, even when some were hopelessly flawed in their execution,” he writes in the introduction.
Almost everyone we know with even the mildest case of design obsession picks up local wares on their travels, but the items in Hecht and Colin’s collection stand out for their very ordinariness: They may have interesting packages, but they are not always beautiful; they may be brilliantly thought-out solutions to everyday problems, but they may also be good ideas that have been poorly executed, as in the case of a Malaysian watering can/mister whose nozzle is too distantly placed to successfully water any plant. Each item has clearly been studied by Hecht and Colin to decipher why precisely it does or does not work, and that kind of knowledge has gone on to inform their work, which has always exhibited a knack for elegantly announcing its intended function at first glance.
And in fact, the objects collected in the book were originally displayed alongside an exhibition at Design Museum in London of Hecht and Colin’s own work in contemporary industrial design; the point of the exhibition was to show each project as a process, but the two proudly presented this collection as integral to their work. As Design Museum curator Deyan Sudjic puts it: “The collection is not about nostalgia, or a celebration of pop culture or craft, or about pattern making. This collection is a chance to tell us about what design is from the point of view of inspired, working designers. For most of us, they need to tell us something about what these objects mean, or what they represent. They need to explain the purpose of the two-headed nail, the oyster-shucking glove, the watering can cum spray misting device, the electric socket with integral switch, or the paper urinal. And by doing so, they open up the eyes of all of us to the kind of invisible, undemonstrative ingenuity that is at the root of all real design.” We’ve included nine of our favorite designs and their subsequent explanations at right.
Excerpted from Usefulness in Small Things: Items from the Under a Fiver Collectionby Kim Colin and Sam Hecht. Copyright 2010 and reprinted with permission from the publisher, Rizzoli. Photos (c) Angela Moore.

Amy Winehouse, a minha CARICATURA e Comentários que valem um post

  • Tomaselli Maria mas bah tchê! deve ser tua musa, ela tu não maltrataste, a ""nóizoutro"" nem se fala

AS POSTAGENS ANTERIORES ESTÃO NO ARQUIVO AÍ NO LADINHO >>>>>

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