31.5.11

Dr. NELSON HAMERSCHLAK, minha Vítima

O ano passado meu médico Dr. NELSON HAMERSCHLAK foi mais uma das minhas VÍTIMA da QUINTA, e tive o prazer de ver sua CARICATURA num porta "retrato", no consultório! Uma honra para o caricaturista amador! Foto E.P.L.

PICASSO

Picasso, numa homenagem do Varal à amiga Sonia A. Mascaro

Madeira

tumblr

SÉRIE CADEIRAS

Seating outside a cafe in Berlin - joint project with Martino Gamper.
A selection of Timber and found Objects from the streets.
rainer spehl
via

ANA HAMERSCHLAK, tapeceira

 TAPEÇARIA de ANA HAMERSCHLAK
Ana Hamerschlak é casada com o meu médico Dr. Nelson Hamerschlak, uma das minhas vítimas (http://vtmadaquinta.blogspot.com/ ) conforme se pode ver no porta retrato na estante ao fundo!

VARAL DO DIA

 lá de St. Tropez... FERNANDO STICKEL

FOTO DO PERFIL








30.5.11

Intercâmbio Internacional de CARICATURAS, Ed van der Linden

 ED VAN DER LINDEN

 Em permuta desta que fiz dele há meses atrás!
Podem ser vistas AQUI e aqui

GERÂNEOS

Pintado sobre papel, e encomenda, para casa de campo em Campos do Jordão. Circa 1980

Dali em ação



Os grandes mistérios da arqueologia




Ces photos sont tirées de L'Île de Pâques - Le mystère des géants de pierre par Cristina Sirigatti réédité par Eyrolles dans la collection Les grands mystères de l'archéologie. Ce petit volume bien documenté et pourvu d'une jolie iconographie est une invitation à la redécouverte de la fameuse et mystérieuse île aux moai située dans le Pacifique à 3760 km des côtes chiliennes, un des sites merveilleux du monde tiki englouti. Un livre qui aère la tête. En cette période, c'est appréciable.
Ici

29.5.11

ABUNDANCE

Os topos de página do VARAL


Cabeçalhos foram abolidos há muito tempo! Agora no topo da página principal postamos desenhos do personagem (criado pelo peruano PEPE SANMATÍN ), em várias atividades! Como a maioria dos leitores nem ppercebem esses detalhes, este post revela a intenção e retrata as últimas intervenções, que ficam um ou dois dias em cartaz.

 ORIGINAL de Pepe Sanmartín
Outros virão, e voltarão a serem usados de acordo com o humor e disposição do autor do blog!
 Como este de FIM DE SEMANA !

Valéria Fernadez, hiper realismo

Desenho realístico por Valéria Fernandez

"Rabisco do jeito que gosto, fazendo aquilo que amo." 
Sou desenhista e retrato de uma maneira realística tudo que me chama atencao. Esse aqui postado foi uma idéia antiga que hoje resolvi passar para o  papel. Para conseguir o resultado dos pregos, tive que martelá-los numa madeira e tirar fotos para depois desenhá-los.

INTIMARTE da Maria de Fátima

Fico muito agradecido pelo post e comentário que nossa amiga e leitora Maria de Fátima postou em seu INTIMARTE. 
O Retrato de PAULA REGO, como uma de suas personagens,  me agradou bastante fazer, e me tem dado muito prazer em vê-lo circulando pela net.

FOTO DO PERFIL











28.5.11

PANE no GADGET : S E G U I D O R E S

  Bug no gadget seguidores
Desde quinta feira dia 26 passado, o gadget “seguidores” desapareceu de vários blogs.
Se você, está enfrentando problemas com o Blogger, reporte-os no fórum de ajuda. Infelizmente,  não sabemos os motivos que estão levando o Blogger a apresentar tantos problemas.

Obtenha mais informações no forum de ajuda!

David Welch - RECICLAGEM

David Welch

Wundervolle Totempfähle und andere monumentale Skulpturen aus Karton, Autoreifen, Plastikflaschen und Kinderspielzeug, die mühevoll von dem Fotografen David Welch für seine “Material World” Serie aufgebaut und abgelichtet wurden.
My work is a response to this contemporary consumer milieu. By treating artifacts of consumer culture as readymades, I create assemblages to form pseudo monuments, or totems, that serve as precarious externalizations of culture as social biography. The totems speak of accumulation and materiality and encourage debate about consumption, media, class, gender and the ways in which we feel compelled to consume.










All images © David Welch | Via: Booooooom!

WALDO DOMINGOS CLARO, um jornalista, um eterno jovem, um idealista

HORA  DE  PARTIR

                                      Waldo Claro

Com esta crônica , neste friorento 30 de maio de 2011 , encerro minhas atividades como jornalista e a feliz colaboração e convívio de 16 anos que mantive com meus amigos e leitores do “Comércio do Jahu” . Assim é a vida e assim é o inexorável relógio que a rege . Há hora para tudo e tudo ele nos cobra no   momento exato , sem perdoar sequer os segundos e suas frações . Houve a minha hora de chegar ao jornalismo , que abracei com paixão e com orgulho . Permitam-me algumas confissões a respeito , pois despacham-me agora para longe as lembranças e recordações daqueles dias . Era um  molecote mal chegado aos quinze anos quando publiquei minhas primeiras linhas na saudosa “Folha de Pinheiros” , em São Paulo . E tomei gosto pela coisa . E lá se vão 58 anos desde esse batismo nas tintas e no chumbo de uma oficina de jornal . Veio depois o jornal “A Hora” , barulhento e escandaloso , perdido numa ruela do bairro da Liberdade . Nele , como líder estudantil na época , hasteei bandeiras hoje inconcebíveis . Marchas de protesto . A engenhosa “fila única” , para o garantir o direito dos estudantes à meia-entrada . Desafio contra a instalação da “American Can” no Brasil , que viria asfixiar a nossa nacional Industria Matarazzo . E , partindo de um jovem considerado “de direita “ , a surpreendente defesa de Luis Carlos Prestes e de seu direito de abraçar uma causa e de defende-la publicamente . Arroubos de uma juventude fermentada pelas lutas em favor da democracia .
Veio depois a longa e útil experiência na “Gazeta Mercantil” , dirigida então pelo querido amigo Adelmo Sampaio . Foi um dos primeiros jornais especializados em economia que surgiu em São Paulo e nele eu escrevia , na primeira página , um editorial político diário . O jornal pertencia a Herbert Levy , deputado federal e presidente nacional da UDN e de quem eu era secretário particular . Já tinha a pena endiabrada e , graças a ela , ganhei uma montanha de processos movidos por poderosos da época . Todos arquivados pela Justiça . Foi durante essa experiência que fiquei conhecendo dois de meus primeiros mestres no jornalismo : Carlos Lacerda e David Nasser . Alem de deputado federal e posteriormente governador da Guanabara  , Lacerda era proprietário do corajoso jornal “Tribuna da Imprensa” , com o qual colaborei . Nasser , por sua vez , era o mais competente e famoso articulista da época e escrevia na revista “O Cruzeiro” .  Ambos me orientaram nos momentos iniciais e mais difíceis de minha vida profissional .
Com Lacerda , especialmente , aprendi uma lição de coragem da qual jamais me apartei . Tinha escrito um artigo pesado contra o então ministro da Justiça do presidente João Goulart e , conhecendo os seus métodos repressivos , consultei Lacerda sobre a conveniência ou não de publicá-lo . Confessei a ele o meu medo das conseqüências . O mestre sequer se deu ao trabalho de ler o que eu escrevera . Colocou as mãos em meu ombro e sentenciou : “ Se você não tem certeza da veracidade do que escreveu , não publique . Se você tem certeza de que escreveu a coisa certa mas tem medo de publicá-la , não publique também . Neste segundo caso , porem , abandone a profissão . O jornalismo não foi feito para covardes” . Jamais esqueci essa lição .  
Essa década dos 60 começou violenta e impetuosa e não admitia posições intermediárias . Era esquerda ou direita . A esquerda estava no poder e , sob o comando de Jango e Brizola , parecia articular um levante para instaurar no país uma   República Sindicalista . Até que chegou o 31 de março de 1964 e as Forças Armadas colocaram um fim na brincadeira . Depuseram Jango e iniciaram os anos de chumbo que perdurariam por vinte anos . Apoiei decididamente o movimento revolucionário , mas com ele rompi ainda durante o governo do marechal Castelo Branco , quando percebi que entrara no barco errado . Nem a corrupção fora desarticulada , nem a democracia restabelecida . Publiquei então na Gazeta Mercantil um editorial intitulado “O Último Canhonaço” , em aberto desafio ao regime militar . Rompi com o regime , mas jamais com a democracia .  
Corria ainda o ano de 64 quando recebi de Júlio de Mesquita Filho o convite para fazer parte do seleto grupo de redatores do jornal “O Estado de S. Paulo” . Expliquei a     situação  a Herbert   Levy e , logo em seguida , transferi-me da Rua São Bento para o Viaduto Major Quedinho . Para orgulho meu , já fazia parte do “Estadão” como redator de política internacional . E ali deixei o tempo esvair . Foram trinta anos de trabalho e de aprendizado  diário , convivendo com os maiores nomes do jornalismo brasileiro como Ruy Mesquita , Oliveiros S. Ferreira , Nicolas Bôer , Frederico Branco , Cleonte Pereira de Oliveira e tantos outros companheiros inesquecíveis . Trabalhando , corri o mundo . E já tinha a meu lado outros dois mestres : Júlio de Mesquita Filho e seu filho Ruy . Ambos acabaram por lapidar a pedra ainda embrutecida .
Aposentei-me em 1992 e dois anos depois vim  para Jaú , onde nasci e onde morava minha família . A meta era o ócio e a tranqüilidade . Mas logo na chegada vim a conhecer Waldemar Bauab e as coisas mudaram de figura . Quando soube que eu era jornalista  fechou questão e me convidou , sem direito a recusa , a ser um colaborador do “Comércio do Jahu” . Assim , numa sexta-feira , 20 de janeiro de 1995 , o jornal estampava na primeira página matéria com foto informando que ,  a partir daquele dia , eu passava a ser um dos seus articulistas . E essa colaboração , com breves interrupções , durou 16 anos . Anos que me brindaram com momentos de alegria e felicidade . Houve a hora de chegar . É chegada  a hora de partir .
                                  
                                                                    waldoclaro@uol.com.br

Meu escritório informatizado

Eu nem posso crer! Meu escritório em São Paulo, era conhecido, e motivo de pilheria, por usar mimeografo a alcool, telefone com disco, e não ter computadores. As máquinas de escrever eram elétricas, e com o fax eram as únicas modernidades! Meus filhos assumiram o espaço, e hoje tem cinco computadores, rede, roteadores wireless, impressora a cores, scaner, e etc.... Nem  acredito estar vivo, para ver tudo isso! Como nunca poderia pensar em viajar de avião,ao lado de um executivo, que leu o tempo todo, num livro virtual. Tamanho de um livro de papel, com um centímetro de espessura. Letras confortáveis para  boa leitura! São os sinal dos tempos, que sabia das previsões, mas nunca pensei em chegar a ver! Só por curiosidade, ontem joguei o "jogo da velha" com minha neta Eduarda, de cinco anos, num celular hiphone, desses cheios de aplicativos!!!!

VARAL DO DIA

 Benedito Cesar Silva

FOTO DO PERFIL






27.5.11

UMA FOTO, para não perder o hábito

Minha Praia de Ibiraquera, com a Ilha do Batuta, Maio de 2011

Luiz Paulo Baravelli (1942)



 Catálogo da exposição do BARAVELLI na Galeria Luisa Strina ( SP ), em Outubro de 1979 - Fotos E.P.L.

SÉRIE CADEIRAS

The empty chair » par Maarten Baas pour Amnesty International

 Pour honorer le prix Nobel de la Paix, Liu Xiaobo et soutenir la campagne contre la suppression de la liberté de pensée, touchant surtout les écrivains, journalistes, artistes et activistes. Amnesty International, a demandé à l’artiste hollandais Maarten Baas de réaliser une œuvre. De cette collaboration commune en résulte une chaise nommée « The empty chair ». Particularité de celle-ci, le dossier mesure environ cinq mètres de haut, formant une échelle pour accéder au ciel. Une métaphore de la liberté de pensée, utile et importante pour tous.
Baas, dédit cette chaise au chinois Liu Xiaobo, qui n’a pu recevoir le prix Nobel lors de la cérémonie en 2010 et pour ses onze ans d’emprisonnement. « The empty chair » sera présentée durant le 50ème anniversaire d’Amnesty International le 28 mai 2011 au pakhuis de zwijger à Amsterdam. En espérant ne pas être censuré…..
Tristan.
Photographies par Frank Tielemans
Enviado por E.Longo

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"...o Varal de Ideias é uma referência de como um blog deve ser ." Agnnes

(Caminhos e Atalhos, no mundo dos blogs)

..."parabéns pelo teu exemplo de como realmente se faz um blog...ou melhor tantos e sempre outstandings...".
(Vi Leardi )

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