28.2.11
LAERTH MOTTA, ensaio sobre ARTE no "O BURACO NO BOLSO"
O MATERIAL E O TEMPO, A OBRA E O ESPAÇO.
Deu no ARMAZÉM DO PERI. S.C
Na casa do João uma agradabilíssima noitada que passou rápido, rápido demais.
está lá na sala, o troféu Pregador de Ouro. *
Nossas artes do outro lado do Atlântico
Note que o João colocou uma etiqueta, feita a partir do logotipo do Varal de Idéias
*( este de madeira, vai chegar o tempo que boa madeira vai valer mais que ouro )
Duas imagens das recentes postagens do ARMAZÉM, que faz uma línda REPORTAGEM da VIAGEM a Portugal. Neste, uma foto na casa do amigo JOÃO MENÉRES, onde o Arquiteto Mauro encontrou, além do calor e simpatia da recepção, o TROFÉU que CRIOU e DESENHOU para o Varal. O João foi o vencedor da brincadeira! Melhor VARAL do ANO.
AQUI
Fundação Stickel CONVIDA

27.2.11
Hélio Oscar Schonmann nos enviou:
UM MESTRE DESCONHECIDO DA XILOGRAVURA EM SÃO PAULO: DOUGLAS NORRIS (1923-2010) | ||
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UM MESTRE DESCONHECIDO DA XILOGRAVURA: DOUGLAS NORRIS
O blog arteurbe publica texto e documentação fotográfica da obra de Douglas Norris, artista paulistano recentemente falecido que deixou vasta obra, entre gravuras, desenhos, pinturas e mosaicos. Leia abaixo trecho do artigo "Uma cartografia humana da metrópole: a obra de Douglas Norris (1923-2010)", de Hélio Schonmann . Veja e leia mais-se em http://arteurbe.blogspot.com/
"O olhar do artista buscava no outro, no diferente, a construção de uma cartografia afetiva que o localizasse diante do mundo. Uma poética do pertencimento, definida a partir da paisagem humana que o cercava – eis o eixo dessa abordagem. Nesse sentido seu vínculo era estabelecido, sobretudo, com a própria diversidade – característica definidora da metrópole, construída por imigrantes."
Encontros gratificantes
Luis Pérez-Oramas
Anunciado curador da 30.ª edição da mostra brasileira de arte, em 2012, o venezuelano Luis Pérez-Oramas detalha seu projeto
BIENAL DOS LATINOS
Potencializar, como afirma o venezuelano, a relação entre o local e o internacional, com força na arte latino-americana, que vive seu "momento de ouro", vai ser o desafio de seu projeto para a 30.ª Bienal de São Paulo, programada para ser inaugurada em setembro do próximo ano no Pavilhão Ciccillo Matarazzo, no Parque do Ibirapuera. "Todas as ideias globais começam sendo ideias locais", continua Oramas. "A 30.ª Bienal será de revelação de artistas da América Latina que não foram suficientemente reconhecidos, sejam os de metade de carreira ou jovens", diz. Colocar um estrangeiro com o estofo de Luis Pérez-Oramas à frente da próxima edição do evento vai ao encontro da política de internacionalização engendrada pela atual direção da Fundação Bienal de São Paulo. Mais ainda, não é de agora a relação do curador, que vive em Nova York, com o Brasil. Nascido em Caracas, em 1960, em 1998, ele fez a curadoria de mostra do pintor venezuelano Armando Reverón (1889-1954) na 24.ª Bienal de São Paulo; em 2007, foi cocurador da 6.ª Bienal do Mercosul, em Porto Alegre; e recentemente foi o responsável pela exposição O Alfabeto Enfurecido, com obras da suíço-brasileira Mira Schendel e do argentino León Ferrari e que entre 2009 e 2010 foi exibida no MoMA, no Museu Reina Sofia (Madri) e na Fundação Iberê Camargo. Ainda, o trabalho de Oramas - que também já foi curador da Coleção Patricia Phelps de Cisneros - no museu de Nova York tornou-se fundamental para a entrada de obras de artistas brasileiros para o acervo da instituição norte-americana, uma das mais importantes do mundo.
Campos. Desde outubro a Fundação Bienal de São Paulo veio realizando o processo de seleção do curador-geral da 30.ª mostra, iniciado com a sugestão de um primeiro time de 20 candidatos. Ao chegar ao filtro de 3 nomes, a instituição pediu, em novembro, que fizessem projetos para avaliação. O de Luis Pérez-Oramas, escolhido pela diretoria da Bienal, já tem seu orçamento em torno de R$ 25 milhões, como afirma o presidente da Fundação Bienal de São Paulo, Heitor Martins. Também estão previstas itinerâncias da 30.ª mostra em 2013. Oramas ainda indicará a representação brasileira na 55.ª Bienal de Veneza.
Definindo ainda O Retorno das Poéticas, o curador, que escolheu como cocuradores o alemão Tobi Maier e o artista gaúcho André Severo, cita que a próxima edição vai ser uma exposição balanceada entre "o excesso e o escasso" - no ano passado, a 29.ª Bienal exibiu 850 obras de 159 artistas - e com número considerável de obras criadas especialmente para o evento. "Uma Bienal de articulações e não de individualidades", completa Oramas. Sua meta é anunciar a lista de artistas até setembro deste ano.
O curador indica quatro "zonas" importantes de seu projeto, como a questão da memória; o tema de "como as poéticas alternam formas conhecidas"; as derivas na arte contemporânea; e as "vozes" - das obras e do público de arte.
Nesse sentido, a 30.ª Bienal não vai se restringir à mostra no prédio da instituição, mas contemplar o que o curador chama de "campos expandidos", ou seja, atividades que envolvam internet, rádio, comunidades locais, museus e instituições e o projeto educativo, que mais uma vez será coordenado pela artista e educadora Stela Barbieri.
Números
25 milhões de reais é o orçamento prévio da 30ª Bienal de São Paulo, programada para ser inaugurada em setembro de 2012
700 mil reais é o montante usado para a representação nacional brasileira este ano na 54ª Bienal de Veneza, que terá uma instalação de Artur Barrio, artista português radicado no Brasil
12 a 15 itinerâncias da 30ª Bienal pelo Brasil, em 2013, já integram o projeto selecionado
ELE E O BRASIL...

No mesmo pavilhão
Em 1998, Oramas realizou a curadoria de mostra do pintor venezuelano Armando Reverón(1889-1954) para o núcleo histórico da 24ª Bienal de São Paulo, considerada um marco.

Alfabeto EnfurecidoLuis Pérez-Oramas foi também responsável pela mostra com obras da artista suíço-brasileira Mira Schendel (1919-1988) e do argentino León Ferrari, nascido em 1920.
Comentários que valem um post
byTONHO deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Amigo TonhOliveira, e NOSSO aniversário":
↓
Onde andam os bons tempos?
Tempos "miúdos"
tempos bicudos!
O tempo passa o tempo voa
e o VARAL continua numa BOA!
Parabéns "PRANÓIS"!
plac!plac!plac!
plac!plac!plac!
plac!plac!plac!
plac!plac!plac!
plac!plac!plac!
¨¨¨¨/¨¨¨¨¨¨¨
→ :)
Postado por byTONHO
26.2.11
Amigo TonhOliveira, e NOSSO aniversário
Miniature Terracotta Army on Sale
Miniature Terracotta Army on Sale

A visitor chose a pottery warrior at Forbidden Gardens park in Katy, Texas, Saturday, during the final sale before the park closes its doors to make room for a highway.

The park featured about 6,000 miniature replicas of the terracotta warriors that have guarded the tomb of China’s first emperor for more than 2,200 years.

Tina Gutierrez, of Pearland, stood next to her choice of soldiers. Small soldiers sold for $100 a piece.

The sudden rush of attention has been bittersweet for the Gardens’ seven caretakers, who had fought hard to preserve the attractions from south Texas’s scorching sun, wilting humidity, and nesting wasps.

A buyer brought a red wagon to load his warriors.

Taylor Rushing handed a warrior to a customer.

Several hundred people queued for the park’s final fire sale Saturday.

A customer left the park with her statue. Forbidden Gardens’ owner, Ira Poon, opened the park in 1996.

Saif Siddiqui carried one of the about 50 life-sized warriors that retailed for $250.

Mr. Siddiqui loaded the statue into a truck. Museum director Ben Cornblath said that over 2,300 visitors came to the liquidation sale, one of Forbidden Gardens’ best weekends ever.
25.2.11
PEPE SANMARTÍN, ( Perú ) no Intercâmbio Internacional de CARICATURAS
Pepe Sanmartín ( Perú ) by E.P.L. E.P.L. by Pepe Sanmartín ( Perú ) Eduardo PL x Pepe Sanmartín | ||
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hola Eduardo,
va tu caricatura como agradecimiento por mi caricatura.
gracias y un gran abrazo desde Perú.
Pepe Sanmartin
http://pepesanmartin.blogspot.com
http://www.youtube.com/watch?v=GsUR7FGK91Y
miembro de www.cartoDEFANGED_Onmovement.com
Puzzle e algumas coisas surreais ( por Mª Adelina )
Coisas surreais
Tear Dress, vestido criado em 1938 da estilista Elsa Schiaparelli. Entre os destaques da mostra Surreal Things está a reprodução da vitrine do estúdio de Schiaparelli, na Place Vendôme, em Paris.
Model in Dominguez' Wheelbarrow, 1937, de Man Ray. O surrealismo "entrou na imaginação popular e continua sendo extremamento poderoso hoje", de acordo com a curadora.
Magritte, pintura de 1937 do surrealista belga René Magritte.
A exposição fica em cartaz no museu V&A, em Londres, entre 19 de março e 22 de julho de 2007.
Cadeau Audace (Molde de ferro e pregos, em tradução-livre), do artista Man Ray. "O surrealismo foi responsável por alguns dos objetos mais visualmente intrigantes do século 20", disse a curadora.
Mesa com Patas de Ave, criada em 1939 por Meret Oppenheim. A exposição Surreal Things reúne mais de 300 itens de coleções públicas e privadas, muitos sendo mostrados pela primeira vez.
O sofá Lábios de Mae West, de Dalí. A mostra explora a influência do surrealismo no mundo design, incluindo teatro, decoração, moda, cinema, arquitetura e propaganda.
Telefone de Lagosta criado pelo surrealista espanhol Salvador Dalí em 1938. O telefone faz parte da exposição Surreal Things (Coisas Surreais, em tradução livre), do Victoria and Albert, em Londres.Agente Crítico, Literário
LEITURA CRÍTICA | ||
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Comentários que valem um post
cacerenga (http://cacerenga.wordpress.com/) deixou um novo comentário sobre a sua postagem ""FONTE" um ready-made":
Nunca entendi bem a intenção de Duchamp com a fonte. Ele quis questionar o conceito de arte ou a seleção das obras a figurarem em exposição? Será que ele quis perguntar: arte é o que os críticos dizem? E me pego a discutir arte com amigos e vendo que eles apresentam cada vez mais critérios puramente subjetivos. E me pergunto, existem critérios objetivos? Quais seriam? Perguntas. Perguntas.
Postado por cacerenga no blog Varal de Ideias
24.2.11
QUEM SERÁ? Quem sabe?
update
Li deixou um novo comentário sobre a sua postagem "QUEM SERÁ? Quem sabe?":
a pintora é Charley Toorop filha do pintor Jan Toorop.
beijo Postado por Li no blog Varal de Ideias
2º update
Li deixou um novo comentário sobre a sua postagem "QUEM SERÁ? Quem sabe?":
Na foto Charley Toorop esta na frente de seu auto-retrato entre o busto do seu pai o pintor Jan Toorop e do pintor Edgar Fernhout seu filho.
Família de artistas!
http://lunettesrouges.blog.lemonde.fr/2010/03/02/fille-et-mere-de-peintres/
Postado por Li no blog Varal de Ideias
GÉRARD DuBOIS
Exposition Gérard DuBois
Gérard DuBois expose à partir du 12 janvier à la galerie des Arts Graphiques des illustrations inédites et les originaux de Minette Accentiécvitch (ed Les Allusifs).Cette exposition se tiendra à la galerie des Arts Graphiques au 4 rue Dante 75005, du 12 janvier au 6 février 2010
Attention le vernissage se déroulera le dimanche 17 janvier à partir de 17h.

23.2.11
ADRIANA VAREJÃO e LUCIO FONTANA
Adriana Varejão e as 'Paredes com incisões à La Fontana'
O mercado de arte ficou agitado neste últimos dias com a notícia da venda da obra de Adriana Varejão, "Paredes com incisões à La Fontana".
Manchetes rolam soltas na internet: "Adriana Varejão bateu Betariz Milhazes e Vik Muniz com quadro vendido por 2.72 milhões de reais" ..."preço alcancado na Christie's de Londres é o maior pago por uma obra de artista brasielrio vivo; recorde anterior era da carioca Beatriz Milhazes"...e por ai vai. Com isso, outros debates foram abertos: Se ela copiou; filtrou; se influenciou; se teve ou não criatividade. Uma bobagem esta seleuma e uma grande falta de visão macro do seu processo criativo. No caso de Adriana, ela não teve a ousadia de Damian Hirst, que descaradamente copia sem dar crédito e levando na ponta da lanca, e literalmente, a máxima de Picasso: ‘good artists copy, great artists steal’. Acho decente, e legítimo, quando um artista se utiliza do trabalho de outro dando o devido crédito - principalmente no título e no estudo em si, que nao pode deixar de ser único. Esta obra em pauta tem inclusive o título “Parede com Incisões à La Fontana II”. Outras obras de Adriana reproduzem azuleijos, na verdade trompe l'oeil, e têm a inspiração, estudo, também em Fontana. Honestamente, acho isto prática normal, parte do processo macro da história da arte, principalmente porque ela foi fiél à sua técnica e com conceito próprio. Em outro trompe l'oeil, que está no Guggenheim, ela também tem uma nítida influência da obra de Lucio Fontana, 'Spacio Concepts'. Nesta obra, ela busca o diálogo com a história do Brazil Colonial, e a influência que seu lado escuro da escravidão, e ainda racísmo tem na sociedade atual. Ela, mostra uma superfície perfeita do azuleijo colonial (a aparência da sociedade) e ao mesmo tempo feridas que estouram e abrem a visão para um corpo em decomposição, que simboliza a estrutura real do país. Há inclusive estudos comparativos destas obras de Fontana e Adriana. Aliás, ela não foi a primeira, em 1967, Nelson Leriner continua a sua discussão do mercado de arte ao criar a série 'Homenagem a Fontana', uma referência, que, ao ver suas telas prontas, fazia cortes para sugerir a teoria de outro espaço além do quadro.

Resumindo, ela nunca teve a pretenção de se apropriar de nada, agora se "Aqueles" que dominam o mercado de arte acham que devem dar este valor a obra dela, isto é outra história. Uma questão simples de valorizar quem ainda pode produzir muito para se ganhar bem mais a longo prazo nas mãos de poucos. Fontana, por razões obvias tem sua oferta limitada e fora do controle centralizado. Este paradoxo, curiosamente vai de encontro à lei da oferta e da procura. Na veradade não á nada curioso, pois estes tipos de vendas não são regídos pela lei da oferta e da procura....mas ai já é um assunto que nao entendo. Curioso notar que, no mesmo lote da Christie's em que foi vendida a tela de Adriana em homenagem a Lucio Fontana, foram vendidas duas obras do próprio Fontana, que alcançaram US$ 3,6 milhões e US$ 4,3 milhões.

















