Isreal Kislansky, escreve
E DO BARRO SE FEZ TUDO
Certa vez me aconselhou a gravadora e aquarelista Iole di Natale a procurar minha cor subjetiva.
É curiosa esse tipo de classificação para um fenômeno físico, não fosse o fato da própria realidade objetiva da cor possui certa poesia, uma vez que tudo se passa relacionado a capacidade da matéria em dar e receber íons e, por fim, dos cristais, capazes de refletir e absorver cor, que se formam deste conúbio.
De fato meu caminho em direção a cor surgiu basicamente em torno de um desejo e consequentemente de um prazer. O prazer exclusivo proporcionado pela energia que imana de certas cores e que é difícil de explicar.
Afinal, porque o azul? Porque aquele azul e não outro? Porque aquele que detesto agrada tanto à alguns? Porque vibro, gozo, porque não me canso de olhar para aquele azul?
São razões, sem dúvida, subjetivas.
O artista é movido quase que exclusivamente por razões similares e nenhuma outro meio de expressão é tão cativante quanto a cerâmica quando o assunto é cor.
LEIA NA INTEGRA aqui




3 comentários:
Uma aula do nosso querido artista!!!
aula de sensibilidade.
bjs
ah!!! esqueci de dizer... o nome do Israel saiu um pouco truncado.
bjs
O prazer de criar intensifica-se a três dimensões.
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