31.8.09

PROMENADE da Moët & Chandon

A noite de Domingo ( ontem) a Rua Oscar Freire estava assim. Milhares de pessoas numa Promenade com noite de temperatura amena, muita luz, som e luar além, evidentemente, Champagne.
Músicos e bailarinos na rua e calçadas

Uma festa anual, que nesta noite de Domingo teve um ingrediente a mais: a noite de luar, e com uma temperatura maravilhosa para se sair a pé, com toda segurança, numa cidade como São Paulo. Fato raro e notável.
A rua OSCAR FREIRE, em São Paulo amanheceu no Domingo com muitas parreiras e novidades! Preparativos para mais uma Promenade Moët & Chandon.
Preparativos para a festa noturna.

A Paulinha e Dna Irene, sua mãe foram conferir os preparativos para a Promenade logo mais à noite!
Uma festa que se repete com todo o brilho das champagnes, todos os anos.

Manuel Alvarez Bravo. Self portrait - FOTÓGRAFO


Reconocido por plasmar el paisaje y la gente de su país con maestría y originalidad.
Su padre fue un profesor, que de vez en cuando se dedicaba a la fotografía y a la pintura. Álvarez Bravo, antes de dedicarse a la fotografía fue burócrata en varias dependencias, intentó estudiar contaduría, pero en 1915 inició su camino hacia en el quehacer artístico y se inscribió en la Academia de San Carlos para estudiar arte y música.
A pesar de estos estudios, Álvarez Bravo siempre ha sido considerado como autodidacta. Su primera influencia importante en el universo de las imágenes la tuvo en 1923 al conocer al fotógrafo alemán Hugo Brehme, quien lo incitó a comprar su primera cámara. Para 1925 obtuvo su primer premio en un concurso local en Oaxaca. Iniciaba pues, la historia de uno de los padres de la fotografía Mexicana. En el mismo año, contrajo matrimonio con Lola Martínez de Anda, quien años más tarde, asumió la misma profesión.
Por aquellos tiempos conoció a Tina Modotti, Diego Rivera, Pablo O'Higgins, entre otros. Estas amistades lo estimularon ideológica y políticamente hacia el carisma social que distingue toda su obra: plasmar la cultura e identidad mexicanas, con una visión que va más allá de una simple documentación, adentrándose con gran imaginación en la vida urbana y la de los pueblos, los campos, la religión, el paisaje y las tradiciones.
En 1930 Tina Modotti fue expulsada de México por sus afiliaciones comunistas, y le heredó a Álvarez Bravo su trabajo en la revista Mexican Folkways fotografiando a los muralistas de la época.
Ese mismo año se volcó por completo a la tarea fotográfica y en 1932 realizó su primera muestra individual en la Galería Posada. En esa época compartió exposiciones con el famoso fotógrafo francés Henri Cartier-Bresson en las salas del Palacio de Bellas Artes, fascinando a André Bretón, quien descubrió en su trabajo un surrealismo innato.
La amistad con Bretón fructificó en la portada del libro "Catálogo de la exposición Surrealista Internacional" (1939) con textos de Bretón y en 1935? una exposición en París que sería trascendental en su trayectoria artística.
En 1936 expuso en la Galería Hipocampo del poeta mexicano Xavier Villaurrutia. Durante este periodo se adentró en la experiencia de nuevas soluciones que lo apartaron por completo del lenguaje visual desarrollado por los artistas de la lente que lo antecedieron, empleando elementos que dan mayor énfasis a la capacidad para evocar imágenes, a través de los sugestivos títulos de sus fotografías, basadas en la cultura y en la tradición mexicanas, que denotan una gran perspicacia y, en ocasiones, un fino sentido del humor.
La década de los cuarenta, marcó el inicio de Álvarez Bravo en el mundo del cine con !Que Viva México! (Eisenstein, 1930), y participó en rodajes con personalidades como John Ford y Luis Buñuel. Asimismo, en 1944, fue realizador del largometraje Tehuantepec, y de los cortometrajes Los tigres de Coyoacán, La vida cotidiana de los perros, ¿Cuánta será la oscuridad? (con el escritor José Revueltas) y El obrero (con el también escritor Juan de la Cabada). Es en esta década cuando consolida su madurez artística (que aún perdura), mediante recursos tales como la yuxtaposición, el aislamiento de detalles y el ordenamiento con rigor geométrico. Ello dio como resultado el manejo simultáneo de lo familiar y lo inesperado, generando una ambigüedad que invita al espectador a ver con nuevos ojos las cosas cotidianas y a construir su propio significado.
Durante una larga trayectoria nacional e internacional, Álvarez Bravo acumuló experiencias, premios, reconocimientos, exposiciones, incluso gran parte de su labor ha consistido en reunir y dar a conocer importantes colecciones fotográficas, así como la creación del Primer Museo de la Fotografía en México. Dentro de sus premios destacan los siguientes: Premio Nacional de las Artes (México, 1975), Condecoración oficial de la Ordre des Arts et Lettres Français, en 1981, Premio internacional de la fundación Hasselblad (Suecia, 1984) y el Master of Photography del ICP (Nueva York, E.U.A, 1987).
Falleció el 19 de octubre de 2002 a la edad de 100 años.

e-mail no VARAL


Brincadeira boboca, mas irresistível: Cataguases é uma cidade de primeira. Passou a segunda, não tem mais graça: ela também passa. Para quem gosta de dirigir, é um desatino. Mal começa, ela acaba. Nem bem engrena, ela termina. Não importa se o carro é mecânico ou automático, se a gente passa ou não passa marcha, ou se as marchas é que nos passam: na primeira acelerada, ela termina. Ou determina marchas-lentas: surgem do nada um trem que é um trem de transtorno, motociclistas avoados, bicicleteiros que parecem esquecidos da vida, (di)vagando nas vias onde o trânsito deveria escoar.

Mas nem sempre escoa, eis que a cidade já exibe, orgulhosa, seus engarrafamentos na hora do rush. Coisas de metrópole: Cataguases tem mais auto(i)móveis que Nova York. Há controvérsias? Resolve-se num só instante: basta checar (por logaritmo, é claro) a proporção carro-habitante. É uma cidade que não pede prise. Talvez por isso não entre em crise. E sejam poucos os acidentes. Que assim seja.

Meia-volta-e-meia saio dela pelaí – assim ao vai-da-valsa, ao suingar-do-samba, ao roquear do rock, ao tarantantan-do-tango, ao bolero-pra-quê-te-quero. Quer dizer: som na caixa (de marcha). Para Astolfo Dutra, quando bate uma vontade já agora impossível de rever meu caro Luiz Linhares. Para Itamarati, porque me agrada a súbita assonância dessa “pedra-ita” que “amara a ti”. Para o Glória, distrito que torna masculina a vila-fazenda do Major Vieira, primeva e primorosa. Para Mirai, quando – mira aí, minha menina – batem saudades de laranjas maduras à beira da estrada, aquela fruta que não vai dar no “avarandado do amanhecer”, que isso é coisa do baiano Caetano, mas no pequenino manancial de mineiras reinações de Mestre Ataulfo Alves.

Para Leopoldina, às vezes & quase sempre, que isso aqui é um festival de controvérsias – e não é? Logo que pra cá voltei, final do século passado, costumava ir pra lá de madrugada, tomar café. Ninguém acreditava que eu pegasse estrada noite adentro pra tomar café. “Tem mulher no meio”, diziam. Pra quem quiser, rimam café & mulher. Mas, não aqui: era café mesmo. Num velho bar perto da Rodoviária, há uma parada dos ônibus que trafegam pela Rio-Bahia. Ali, no Centenário – não falei que o bar era antigo? –, há (ou havia?) café expresso a noite inteira. Então, Leopoldina by night era/é café no Centenário e gostar de dirigir, guiar pra desanuviar, guiar quando o trabalho trava, botar o carro na estrada pra ver se a noite vem socorrer meu texto. Sim, eu dirijo escrevendo.

Ou escrevo dirigindo. Sempre que o texto entala, pego o carro e saio por aí a pensar na morte da cachorra ou na do Ulysses Guimarães. Sim, no insondável mistério da morte direta e já. No súbito desaparecimento do Doutor Ulysses. E na pergunta sem resposta que me fez Tia Dalila, lá se vão mais de quinze anos. Internada no Pronto-Cordis, segurando-se no alto de seus quase noventa anos, Lilila vira-se pra mim no meio da noite, assim como quem não quer nada: “Meu filho, o mar devolve tudo que nele jogamos, não é? Então por que até hoje não devolveu o Ulysses Guimarães?”.

Ó mar, ó mar, porque até agora nada do velho Ulysses voltar? Nada o Doutor Ulysses? Nada? Sigo eu me perguntando estrada afora, enquanto me anoiteço e me aconteço de encontro ao acaso, e torço e traço e teço meu texto. Som ligado, a voz de Cartola me inunda de poesia, e à estrada, e à noite perto da Aurora: “Deixe-me ir preciso andar/ Vou por aí a procurar/ Quero assistir ao sol nascer/ Ver as águas dos rios a correr/ Se alguém por mim perguntar/ Diga que eu só vou voltar/ Depois que eu me encontrar” .

Então, Cataguases está logo ali, no clarão da antemanhã E não há mais controvérsias: ela é um só entrecruzar de fronteiras eruditas e automobilisticamente semoventes, com ou sem marchas. De tudo um trem, um traste, um apito, um muito alto grito. Tudo fora dos trilhos: drama, geografia, manhã, etimologia, música, poesia. Como este texto, essas palavras que escapam ao meu domínio. Um cicio, um sussurro em fuga, quase algaravia. Uma reta, uma canção que se segreda. Uma curva, uma história que surge e some.

"Ronaldo Werneck" " type="hidden">

FOTO DO PERFIL

Série CADEIRAS


The Clutch Chair made of 10,000 drinking straws! By Scott Jarvie, amazing!

Vai bem para a série cadeiras:
Abs,
Eduardo Lunardelli Novaes
via

VARAL DO DIA



30.8.09

Na casa da Gloria


Fui visitar minha neta caçula, Gloria, filha da Adriana e Guilherme meu filho.
E revi um desenho colorido da década de 60 que não via a muitos anos! Foi um estudo para uma tela a óleo da minha mãe.

A Gloria esta enorme e muito esperta!

Aproveitei para rever e fotografar uma escultura minha, de 2002, e uma colagem de 1970

Isabella Kantek do blog Colcha de Retalhos

O descanso dos regadores de jardim

A menina pediu para a mãe sentar ao lado dela no sofá. Nem que fosse por um instante. Então, estendeu no varal que corria ao longo da sala tudo o que podia ser deixado para depois. A linha, uma interrupção mais ou menos longa feito pipa no céu. Com a ajuda do pai abriu um buraco no teto para deixar o sol entrar e as estrelas cairem todas, uma de cada vez. Quando sentiam sede, desenhavam copos de requeijão com água gelada numa folha e penduravam. E quando sentiam fome de carne seca, estendiam um pedaço de bife no varal bem embaixo do vão por onde os raios de sol invadiam a sala. À noite, penduravam as conversas, o cansaço e o silêncio. E olhando o céu e as nuvens, adormeciam no canto do sofá.
"Acabei de ler um texto e só lembrei do seu blog, você até tem a autora adicionada."
Ilana

Modelo é presa por posar nua em museu de Nova York

Ensaio não autorizado faz parte de projeto do fotógrafo Zach Hyman.
Kathleen Neill tirou a roupa na sala de armas e armaduras do museu.

Uma modelo foi detida por posar nua para um fotógrafo em uma das salas do Museu Metropolitano de Arte (Met) de Nova York.

Kathleen Neill, de 26 anos, foi detida pouco depois que, na quarta-feira (26), tirou a roupa na sala de armas e armaduras do museu. As autoridades a acusaram do crime de comportamento lascivo e depois a deixaram em liberdade.

Foto: Reprodução/New York Post

Kathleen Neill, de 26 anos, foi detida pouco depois que tirou a roupa na sala de armas e armaduras do museu. (Foto: Reprodução/New York Post)

A sessão fotográfica não autorizada faz parte do projeto do artista gráfico nova-iorquino Zach Hyman de retratar corpos nus em locais públicos da cidade, como Times Square, o bairro de Chinatown ou a estátua do touro de bronze de Wall Street.

"Tudo foi muito bem até o final, em que ocorreu o pior que podia acontecer", explicou o fotógrafo ao jornal "New York Post", dizendo que se mostrou surpreso pela rápida reação dos guardas de segurança do Met.

Faça parte da comunidade do Planeta Bizarro no Orkut

"Fizemos questão de entregar a moça à Polícia, havia crianças vendo o que acontecia", afirmou um dos vigias à publicação.

Como em outras ocasiões, Hyman tinha planejado meticulosamente a ida ao museu, e inclusive estava acompanhado das câmeras do canal local "NBC New York".

Nas imagens, a modelo aparece tirando o vestido rapidamente e posando em frente a uma estátua coberta pela armadura de um cavaleiro medieval à luz dos flashes.
G1 da Globo

CABEÇALHOS NOTÁVEIS


Link do blog AQUI

FOTO DO PERFIL

Série CADEIRAS


FOTO DO PERFIL Update

Ivana deixou um novo comentário sobre a sua postagem "FOTO DO PERFIL":

Acho que essa sou eu...
Mas cadê minha caricatura? Eduardo, num me diz que a minha foto sozinha já é uma caricatura!!! aiaiai!!!
Beijo. Ivana

Minha querida Ivana, por um lamentável engano de minha parte ( quem manda ter tantos blogs???) sua FOTO DO PERFIL foi postada na VÍTIMA DA QUINTA. Mas não perde por esperar! srsrs
Bjs

29.8.09

Arquiteto Eduardo Longo, e seu personagem!



Sempre que vou a São Paulo, almoço com o Arquiteto Eduardo Longo. Bom papo, bom vinho, e certamente material para uma postagem. Invariavelmente desenha sobre a toalha de papel da mesa, um personagem ( sempre o mesmo há mais de 40 anos), com caneta, dedo, vinho, água, café, ou o que se apresente no momento. Os desenhos ficam para os garçons, ou para o dono do restaurante!

FRANCESCA GALLIANI - Fotógrafa




e-mail no VARAL: Sobre blogs

O que acontece quando todos blogam

Qua, 26 Ago - 14h48

O que acontece quando todos blogam

Por Rodrigo Martins, colaborou Ana Freitas

São Paulo, (AE) - Hoje todo mundo "bloga" - e assim, entre aspas mesmo. O formato surgiu há mais de uma década como versão digital de diários de viagem (blog é contração de weblog - e "log" é o termo em inglês para essas narrativas), chamou a atenção ao dar voz a uma geração especializada em falar sobre si mesma e mudou a internet ao permitir que qualquer um, mesmo sem conhecimento técnico, pudesse se autopublicar.

Tudo isso aconteceu e, no entanto, o blog não evoluiu como formato. E a grande novidade da internet no século 21 - a autopublicação - foi incorporada por quase todos os endereços da atual paisagem digital. YouTube, Flickr, Twitter, redes sociais, podcasts e agregadores de RSS são a base daquilo a que chamamos de web 2.0 (do conteúdo gerado pelo usuário).

Ao mesmo tempo, a chamada blogosfera cultivou seus autores, gente que viu ali chances de fazer sucesso - artístico, financeiro, profissional. Esses blogueiros regeram momentos-chave da cultura digital no Brasil.

Unidos em torno de um formato - eles se linkavam, discutiam e faziam do blog uma ponte para encontros presenciais -, os blogueiros causaram um ruído grande e organizado na rede, formando a entidade blogosfera.

Mas quando todos publicam online, seja onde for, esse movimento se quebra, certo? E o blog segue firme como ferramenta - hoje é possível blogar sem que seu site sequer pareça um blog.

"O blog não evoluiu rápido o suficiente e por isso agora ele parece lento demais", diz o ex-blogueiro Steve Rubel, que matou seu blog para adotar outro estilo de publicação. A aposentadoria de Rubel fez que muitos decretassem a morte do formato.

Exagero. Como sistema de publicação, ele persiste, mas agora orbita em um espaço em que há mais vozes e ruídos - desorganizados - em ambientes diferentes.

Uma foto no Flickr é tanto autopublicação como um link no Twitter ou mesmo um post num blog. A diferença é que os dois primeiros são mais rápidos. E que o blog, agora, não é mais o único nem o principal - é só a plataforma mais voltada para textos e para reunir tudo o que se publica de forma descentralizada pela web.

Foi assim que nasceu o www.alessandrolandia.com, do jornalista Alessandro Martins, que prova a sobrevida do blog nos novos tempos. Ele publica só links que posta em seus outros blogs. Para ele, é uma volta às origens. "Ainda é a ferramenta mais versátil".

Enviado por Francisco Coelho

SÉRIE CADEIRAS


Cadeira na árvore! Foto minha, de uma cadeira numa praça da esquina ( Rua França/Rua Portugal) na cidade de São Paulo.

Ainda sobre o Tumblr


O achado que foi o Tumblr, menor e mais limitado que o blog, maior e mais versátil que o Twitter, veio a calhar no caso das minhas postagens do BLOG SAL, SOL, SUL, que deixou de ser atualizado, e passou 90% das postagens para o NOVO Tumblr com o título: CIMITAN EDUARDO P.L.
Estão convidados a conhecer o blog e o modelo. AQUI

FOTO DO PERFIL

VARAL DO DIA


Praia do Rosa- Imbituba- Santa Catarina - E.P.L.

28.8.09

Nicole Tran Ba Vang

nicole_a_as2

Nicole Tran Ba Vang – Collection Automne/Hiver 2007/08

Nicole Tran Ba Vang is a Paris based artist. She has realized some amazing photographic project. This is one never posted. Enjoy!

t_stre_qwhire

the rest at www.tranbavang.comAlinhar ao centro

Tumblr.


Só por curiosidade, para ver como funciona, criei este Tumblr monotemático.


Saiba mais AQUI

Você sabia que existe um intermediário entre um BLOG e um Twitter? Pois é, nem tão limitado como o Twitter, nem tão amplo como um Blog, existe o TUMBLR que fica entre os dois e é usado para temas específicos! Talvez haja interece! Conheça mais AQUI
No Brasil já passam de 85.579, não tem em Portugal, e os campeões são os Norte Americanos com 5.959.226 de usuários.

e-mail do World Community Grid



Obrigado Eduardo P. Lunardelli!
World Community Grid tem o prazer de anunciar a conclusão da primeira fase do "Discovering Dengue Drugs - Together" projeto. Demorou apenas dois anos para ser concluído, mesmo com o projeto interrompido durante 17 semanas, devido à destruição da University of Texas Medical Branch instalações de pesquisa em conseqüência do furacão Ike.

No total, os membros forneceram quase 12.000 anos de tempo de processamento do computador para esse projeto. Seu computador contribuiu com o tempo de execução de 3 dias no processamento para "Discovering Dengue Drugs - Together".
Concluindo esta fase do projecto é um contribuição significativa para a investigação da febre de dengue, não só mas também Hepatite C, Nilo Ocidental, febre amarela e outras doenças causadas pela família Flaviviridea de vírus.

Mais detalhes sobre a conclusão da Fase 1 e Fase 2 de maio próximo, pode ser vista pelos visitantes: http://www.worldcommunitygrid.org/forums/wcg/viewthread?thread=26618

IMPORTANTE: Se você optou por participar apenas do projeto: "Discovering Dengue Drugs - Together" , você deve tomar algumas medidas para impedir que seu agente World Community Grid fique ocioso no seu PC até a próxima fase do lançamento do projeto. Acesse a World Community Grid, e da minha grade "página", selecione a opção "My Projects" (link http://www.worldcommunitygrid.org/ms/viewMyProjects.do) no menu à esquerda. Desde o "My Projects" página, selecione um ou mais projetos em que você gostaria de participar ou marque a caixa "Se não há trabalho disponível para o meu computador para os projectos que tenho selecionado acima, envie-me trabalho de outro projeto "e clique no botão" Salvar ".

Fico feliz de poder ter contribuido,sem nenhum custo ou trabalho, para tão meritoria pesquisa!
Doem, vocês também, o tempo ocioso de seus computadores da a World Community Grid.

FOTO DO PERFIL

VARAL DO DIA


En castelán pinzas... nao há varal (tradicional e bonito) sem eles!
Abraços
Pablo Santiago

Série CADEIRAS


Chair by Sebastien Wierinck

27.8.09

SUPER URBER no iAi

VISITA a EXPOSIÇÃO Super Urber na PIXEL PARK em São Paulo
Até dia 30 de Agôsto no INSTITUTO DE ARTES INTERATIVAS na rua Amauri, 352 Jardim Paulistano das 10 às 20 horas
A Super Urber trabalha na convergência entre arte, tecnologia e design.
Realiza direção de arte e de tecnologia, design interativo, vídeo e animação, cenografia, eletrônica e software.
Criada em 2002, realizou projetos com a instalação Beco das Palavras no Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo e o projeto cenográfico e multimidia do Claro Cine, no Rio de Janeiro.

Eduardo Novaes me explica como funcionam as obras e as tecnologias!

A Super Urber participou de festivais e exposições como:
Tim Festival no Brasil, PeléStation na Copa 2006 na Alemanha, Techkriti na Índia, Spring Dance na Holanda, Open Air em Portugal.
Eu, interagindo com uma das obras!
Primeira Exposição individual do Super Urber
Esta obra é comandada pelo sopro das pessoas.
Varal de Ideias foi PICHADO ( grafitado ) digitalmente numa porta da exposição.
Detalhe da PICHAÇÃO Varal de Ideias com projeção sobre seu autor!
Escrevendo com a ponta dos dedos. Cores, grossura dos traços, escorrido! Tudo pode ser previsto . Muitas outras obras estão nessa exposição, que recomendamos fortemente! O "futuro" na ponta de seus dedos, já e agora!

AS POSTAGENS ANTERIORES ESTÃO NO ARQUIVO AÍ NO LADINHO >>>>>

.

Only select images that you have confirmed that you have the license to use.

Falaram do Varal:

"...o Varal de Ideias é uma referência de como um blog deve ser ." Agnnes

(Caminhos e Atalhos, no mundo dos blogs)

..."parabéns pelo teu exemplo de como realmente se faz um blog...ou melhor tantos e sempre outstandings...".
(Vi Leardi )

Leiam também:

Leiam também:
Click na imagem para conhecer

varal no twitter

Não vá perder sua hora....

Blog não é tudo, tudo é a falta do blog ....
( Peri S.C. adaptando uma frase do Millôr )
" BLOG É A MAIOR DAS VERTIGENS DA SUBJETIVIDADE " - Maria Elisa Guimarães, MEG ( Sub-rosa )