31.3.07

CORPO FEMININO

DESENHO - CORPO FEMININO, FRENTE E LADO - número 1- circa 70 - crayon s/pepel 44X64 cm
Desenho -CORPO FEMININO FRENTE E LADO - Número 2 - circa 70 - crayons/papel - 44X64 cm - DESCUBRA PELAS CORES - Direita/Esquerda .

VARAL DO WILLIAM A.

VARAL NO ARAME FARPADO . Foto: WILLIAM A. Iraquara , BA a quem agradecemos a gentileza e cortesia.

CAMPANHA POLÊMICA NA ALEMANHA


Campanha lembra que leite materno pode transmitir vírus da aids

Campanha contra aids mostra fotos polêmicas
Foto: Der Spiegel
Campanha mostra foto de bebê com a frase ";queixo do vovô, olho do papai, HIV da mamãe"
Foto: Der Spiegel
Não dê apoio a um vírus, diz frase da campanha

Campanha contra aids mostra fotos polêmicas
Foto: Der Spiegel
Campanha lembra que produtos de sex shop também transmitem o vírus da aids
Carrinho de bebê vira caixão em campanha contra a aids
Anúncio: mulher faz sexo oral em arma contra HIV
Der Spiegel



NA ALEMANHA - O ex-tenista alemão Michael Stich está promovendo, com sua fundação, uma campanha publicitária de prevenção à contaminação de crianças pelo vírus da aids. A nova propaganda está causando polêmica por suas fotos que simulam sexo oral.

Uma das imagens mostra uma mulher de joelhos fazendo sexo oral em um homem. Só que, no lugar do pênis, há um revólver. O slogan diz: "Sexo oral: apenas 0,003 milímetros de látex dividem a vida e a morte".
O objetivo da campanha é aumentar o interesse público sobre a transmissão da aids na Alemanha. A organização de Stich dá assistência a crianças que foram infectadas com o vírus HIV.
Cada uma das sete imagens da campanha, criada pela agência de publicidade alemã Jung von Matt, faz um alerta sobre os perigos do vírus. Uma delas mostra o retrato de um bebê com a frase: "queixo do vovô, olho do papai, HIV da mamãe". Outra foto mostra os seios de uma mulher e a frase explicando que o vírus também pode ser transmitido pelo leite materno.
Alguns alemães criticaram a campanha, afirmando que as fotos eram sexistas e mostravam uma imagem negativa das mulheres.

Fonte: TERRA

GUARDIÕES DO COMUNISMO

Bustos de MAO TSE-TUNG num depósito do MUSEU JIANCHUN em CHENDU, China -AP-

30.3.07

SÉRIE MATANDO O PORCO -1994-

Série Matando o porco - 1994 -" Comemorando" - òleo sobre tela - 100X120 cm -

UMA GOTA NO VARAL

UMA GOTA NO VARAL . foto : E.P.L.

LIDER EM PEDAÇOS

Dois funcionários trabalham armando uma estátua de Chiang Kai-Shek em Taoyuan, Taiwãn
Foto: Richard Chung/Reuters

ESTÚDIO MARIMBONDO


Sexta-feira, Março 23, 2007

Colagem

A colagem foi uma técnica iniciada por Picasso (1881-1973), em 1912 com a obra Natureza Morta com Cadeira de Palha. Essa técnica foi largamente usada e explorada no Cubismo e Dadá. Surgiram vários tipos e formas de criar colagens.A cubomania é uma colagem feita a partir de uma imagem recortada ou rasgada em quadrados e depois os seus pedaços são rearrumados aleatoriamente.A "inimage" ou "décollage" é um processo de colagem em que imagens são sobrepostas e coladas em sucessivas camadas e depois são arrancadas para revelar partes das imagens cobertas e assim criar novas imagens através da subtração de partes das camadas.A "étrécissement" também é um método redutivo; a imagem é obtida rasgando ou cortando partes da imagem original para formar uma nova imagem.A "landscapade" é uma técnica na qual uma imagem de paisagem ou várias imagens de paisagens são cortadas e rearrumadas para formar uma nova paisagem. Posteriormente essa técnica se tornou a "landscapade mask" uma máscara ou molde, através da qual um rosto é feito a partir de pedaços de uma paisagem.Brincadeiras surrealistas como a "colagem paralela" usa técnicas de colagem coletiva e em grupo.Jean Arp (1887-1966) utilizou o princípio da colagem livre em algumas de suas obras. Ele rasgava desenhos, imagens ou papéis e jogava os pedaços no chão. A partir do padrão aleatório formado pelos pedaços caídos ele criava as suas "colagens casuais".Henri Matisse (1869-1954) também usou a colagem para criar as sua obras mais alegres, livres e originais de toda a sua trajetória de artista. Através da colagem Matisse conseguiu simplificar as formas e intensificar as cores criando obras de forte impacto emocional.O colagista alemão Kurt Schiwitters (1887-1948) criava as suas colagens fazendo composições com coisas encontradas na rua como bilhetes de ônibus, botões, restos de papel etc. Ele chamava essas composições de merz.Alguns artistas também cortam as suas telas pintadas para rearrumá-las e fazer novas composições colando os pedaços de telas cortados em uma nova tela criando assim novas imagens a partir dos pedaços da imagem anteriormente criada. Existem também os artistas que criam as 'assemblage' - trabalhos tridimensionais construídos a partir de objetos e ou materais encontrados, formando colagens tridimensionais.Muitos artistas contemporâneos utilizam o conceito da colagem em suas obras. Atualmente a estética da colagem digital é muito difundida entre designers, publicitários e artistas que utilizam o computador como ferramenta para compor e criar imagens. Existem muitas dicussões sobre direitos autorais que envolvem colagens, o artista plástico Jeff Koons esteve envolvido nas mais polêmicas. O fotógrafo Art Rogers o acusou de ter se baseado numa fotografia dele para fazer a escultura String of Puppies. Este caso é referência em casos similares nos Estados Unidos. Se Koons tivesse usado apenas a "idéia" da foto, não teria se configurado uma cópia ou plágio, teria sido apenas uma paródia, uma referência à obra de Rogers para criar outra. Mas Koons reproduziu a forma como Rogers "expressou" a sua idéia ao retratar o casal de velhinhos, utilizando a mesma composição, a mesma pose. A fotografia foi apenas copiada em três dimensões, segundo a opinião da corte. Enfim, a linha entre o plágio e a paródia é uma linha tênue e pode levantar muitas discussões. A obra "American Gothic" do Gran Wood é uma das obras mais copiadas e parodiadas, além da La Gioconda do Leonardo da Vinci. Sem falar naquelas coincidências incríveis! E o Duchamp que expôs um urinol – desenhado e confeccionado por outras pessoas e virou ícone da arte moderna? – Existe também um outro aspecto no que concerne a autoria: nem sempre quem faz/executa é o autor do trabalho. Duchamp inaugura assim um outro ato/ação criativos: a escolha. O artista não é somente aquele que faz, mas aquele que escolhe. Ele é capaz de destacar, de ressaltar entre tantas imagens,objetos que fazem parte do nosso cotidiano algo que passou desapercebido. Ele expõe a nossa 'cegueira' e diz: isto não foi visto com a devida atenção, é preciso olhar novamente para esta imagem ou objeto, ela possui muitos significados que ninguem percebeu até agora. O artista nos faz um convite para refletir sobre essa escolha.Quando um artista, em uma colagem, utiliza trabalhos que foram criados por outras pessoas o resultado é uma 'obra derivativa', isto é, diferente da mera cópia, é uma obra nova que derivou de outra, foi proveniente de, teve a sua origem em. Como não existem palavras que nunca foram ditas, no mundo bombardeado por imagens no qual vivemos, não existem imagens que nunca foram vistas, por isso alegar completa originalidade é algo que pode ser questionado. Além do mais, não se cria do nada, do vazio, se cria sempre a partir de algo que já existe, que se entranha, se mistura, se une a outra coisa e forma algo novo. Inspirar-se, apropriar-se, não é copiar, é transformar. Transformação é criação.Para ver mais colagens:
Collage Museum
Este site imperdível ESTÚDIO MARIMBONDO foi uma dica do MAURÍCIO, grande artista e amigo deste VARAL. Obrigado Maurício, e parabéns Gabriela e equipe.

29.3.07

CARVÃO com CARVÃO E ACRÍLICA

Desenho do CARVÃOZINHO , nosso cachorro, - 2002 - carvão e acrílica s/papel- 44X64 cm

PRENDEDOR DE VARAL

O melhor prendedor ainda é o de madeira. Os melhores no mercado são marca GINA.
Made in Brasil.
Embalagens com 12 unidades, frente e verso.
Internamente eles vem presos numa régua igualmente de madeira.
Duram mais do que os de plástico, que ressecam e quebram á exposição de muito sol e chuva.
Sem contar com o fato de serem, os de madeira, muito mais bonitos.
São os tradicionais. Quem tiver guarde, pois já começam a ser raridades. Fotos : E.P.L.

ESCOLABRASIL



Prefeitura Municipal de Campinas e Fundação Stickel convidam para a abertura da exposição:
ROUXINOL 51UM OLHAR SOBRE A ESCOLA BRASIL:
Curadoria: Claudia Valladão de MattosAbertura:
Terça-feira 3 de Abril às 20h
Exposição: 3 Abril a 20 Maio 2007terça a sexta-feira das 9 às17h sábado das 9 às 16h domingo das 9 às 13hMuseu de Arte Contemporânea de Campinas José PancettiR. Benjamin Constant 1633 Centro de Campinastel 19 2116-0346
Idealização: Fundação Stickel
Esta exposição é parte de um projeto que implantará ao longo de três anos um "Centro de Pesquisas sobre a Escola Brasil: e a Arte Contemporânea Paulista" constituindo um espaço de referência sobre este tema, aberto ao público, com múltiplas atividades.A Escola Brasil: fundada em 1970, pelos artistas José Resende, Carlos Fajardo, Luiz Paulo Baravelli e Frederico Nasser, funcionou como instituição de ensino entre 1970 e 1974 e opôs-se às formas pedagógicas tradicionais. Sua proposta de aprendizagem baseava-se na vivência e na atividade artística como experimentação, apoiando-se fortemente no modelo de formação recebido pelos seus fundadores na convivência com Wesley Duke Lee.Procurando romper com as formas de ensino tradicionais, fundadas numa relação autoritária entre professor e aluno, os quatro artistas organizaram a Escola, não em torno de um currículo fixo e progressivo, mas em torno das personalidades de cada um dos fundadores. Os Ateliês tinham o nome de seus professores com a constante modificação do conteúdo de acordo com a orientação do professor.
A exposição apresenta:- 60 fotos, em grandes ampliações, do cotidiano da EscolaBrasil: - Trabalhos realizados nos Ateliês, de ex-alunos da escola como Leila Ferraz, Fernando Stickel, Suca Mattos Mazzamati, Gilda Maia Rosa, Flávia Ribeiro, José Carlos BOI Cezar Ferreira, Helena Carvalhosa, Sara Goldman-Belz, Gemma Giafonne.-
Documentos da época como cartas, apostilas, panfletos de divulgação, a única edição do jornal da Escola, Dois Pontos, revistas, catálogos das exposições dos professores nos anos 70 e o programa com a filosofia da escola estarão expostos em vitrines.-
Vídeo com entrevistas com os professores -
Distribuição de um catálogo gratuito, com texto da Profª Drª Claudia Valladão de Mattos e ilustrações diversas.-
Distribuição da reedição do trabalho de 1978 de Helena Carvalhosa e Regina Sawaya, "Sobre a Escola Brasil:"
Matéria transcrita da postagem de 28/03/07 do blog do FERNANDO STICKEL

SELO PARA SEMPRE

UM SELO " PASRA SEMPRE " - Este é o selo "PARA SEMPRE" , um novo selo que iniciará a ser vendido nos Estados Unidos a partir de 12 de Abril, a 41 centavos de dolar [R$o,87] e servira para postar correspondências com aré 28 gramas. O selo continuará sendo válido no futuro, mesmo que as tarifas do correio subam.Foto: Kevin Lamarque/Reuters.

ARTE NA CHINA

Estudantes durante apresentação artística em ZHENGZHOU, CHINA.
Foto: China Daily/ Reuters

28.3.07

DESENHOS 1993

Desenho RETRATO 1993 carvão/crayon/papel 43X31,5 cm
Desenho RETRATO 1993 carvão/papel 43X31,5 cm
Desenho RETRATO 1993 carvão/crayon/papel
Desenho RETRATO 1993 carvão/papel
Desenho RETRATO 1993 carvão/crayon/papel

RESPOSTA À PERGUNTA DA FOTO VARAL DE ONTEM

ACERTOU QUEM DISSE: "O MUNDO NÃO VALE O MEU LAR "
E foram muitos, e por isso resolvemos modificar o critério de PREMIAÇÃO.
TODOS os que participaram, e os que não participaram , todos os que acertaram, e todos os que tentaram acertar, poderão mandar , pelo meu e-mail : cimitan@terra.com.br seus endereços postais, de CORREIO, que enviarei um desenho original, assinado, COMEMORATIVO DESTA POSTAGEM.
Assim estaremos além de premiando os participantes, iniciando uma troca de ARTE POSTAL sugerida pelo WILLIAM A. {Ver EDITAL de convocação , no segundo postagem logo abaixo }.
Como curiosidade: após ter feito a foto do varal do Ademar, que no dia, não tive a curiosidade de saber qual era a frase do André, me levou no, dia seguinte, dar uma chegada ao barraco de barcos para ver se a camiseta ainda estava lá. E estava. Aí fiz a produção da foto acima!

CRISE NA ARTE ?

A crise da arte contemporânea definida por um chofer de táxi diante do Tate Modern em Londres:

"Quando a gente entra, dá para entender porque é gratuito!"

(contado por Jean Baudrillard e publicado no blog Tristes Topiques)

Nossa fonte: CAVE CANEM do artista D´NORONHA.

CONVOCATÓRIA ARTE POSTAL

CONVOCATÓRIA INTERNACIONAL DE ARTE POSTA


A arte postal é uma manifestação artística formada por um circuito alternativo da arte que utiliza a correspondência entre os artistas para comunicar idéias, pensamentos, poemas, imagens em variados suportes, são propostas criativas e livres de regras. Seu foco central é a troca de informações e a formação de uma rede de relações interpessoais sem discriminação de nenhum tipo e sem exclusões.
As experiências com arte postal são desenvolvidas por meio de projetos ou convocatórias, muitas vezes baseadas em temas específicos que norteiam os trabalhos apresentados; lançados por meio postal ou via internet, as convocatórias pedem que os interlocutores enviem sua produção para um ou vários endereços. Esses trabalhos circulam na rede e sofrem interferência e algumas vezes são expostos em várias partes do mundo.
A origem histórica da arte postal remete ao Grupo Fluxus – termo criado por Georges Maciunas (1931-1978) em 1961, para designar as múltiplas ações de um grupo de artistas internacionais, que acreditavam que a vida pode ser vivida como arte, suas ações se deram em torno de poéticas variadas, tais como: performance, arte postal, assemblage, jogos teatrais, concertos musicais e publicações, com forte influência da música experimental de Jonh Cage (1912-1992). O conceito central do Fluxus foi a máxima “faça você mesmo” elemento impulsionador dessa nova forma de expressão artística. Em 1962 o artista neodadá americano componente do Grupo Fluxus, Ray Johnson (1927-1995) criou a “New York Correspondance School Of Art”, responsável pela divulgação mundial da arte postal.


Tema: Letras

Dimensão: Postal
Técnica: Livre
Data limite: 05/06/07
As obras recebidas serão postadas no site:
http://arte-postal.blogspot.com/

Enviar para:

William A.
Rua do Mulungú, s/t
Andaraí Bahia Brasil
CEP 46830-000

TEMOS QUE REAGIR

Recebemos este e-mail da amiga Márcia Cardeal , que nos pede para ler, refletir e repercutir este brado:


Segunda-feira, Março 19, 2007
E NÓS CONTAMOS OS CORPOS...

Texto lido ontem, por Tico Santa Cruz, vocalista dos Detonautas,
na escadaria da Assembléia Legislativa do RJ


"Os Deputados, Senadores, Prefeitos, Governadores e Presidentes, desfrutam de muitos privilégios
PAGOS com o dinheiro do povo.E nós contamos os corpos...Seus filhos estudam em colégios particulares e muitos de seus parentes quando precisam são atendidos em excelentes hospitais que não pertencem a rede pública. ANDAM EM CARROS BLINDADOS e moram em locais da cidade
protegidos por seguranças particulares.
E nós contamos os corpos...55% dos deputados estaduais residentes nesta Assembléia Legislativa estão respondendo a processos cível,
criminal ou eleitoral, enquanto você sequer pode prestar concurso público se estiver envolvido em algum processo judicial.
E nós contamos os corpos...Os políticos brasileiros são processados por fraudes, corrupção, desvio de verbas ou qualquer crime
cometido ao longo de seu mandato TEM DIREITO A JULGAMENTO EM FORO PRIVILEGIADO.Até o momento nenhum político envolvido nos crimes e nos escândalos de corrupção que acompanhamos
pelos jornais e TVs foram parar atrás das grades. Isso chama-se IMPUNIDADE.
E nós contamos os corpos...Verbas que deveriam ser destinadas a Rede Pública de Ensino, aos Hospitais,
a Segurança de nossas Comunidades são desviadas por muitos destes cidadãos
que deveriam nos defender e nos representar. E nós contamos os corpos...O Supremo Tribunal Federal retomou dia primeiro de março o julgamento de recurso destinado
a garantir o foro privilegiado a "agentes políticos" processados por improbidade administrativa,
mesmo que já tenham deixado o cargo.
Dos 11 ministros do STF seis já votaram a favor dos políticos e um contra. Restam votar 4 ministros.A medida, se aprovada, impedirá que ministros de Estado e o presidente da república sejam fiscalizados
por procuradores na primeira instância da Justiça, como ocorre hoje.
Além de paralisar os processos em andamento a decisão do STF permitirá que administradores
já condenados possam pedir a RESTITUIÇÃO de valores que foram obrigados a devolver aos cofres públicos.Cerca de 10 mil inquéritos e ações judiciais contra autoridades acusadas de corrupção podem ser arquivadas. Os defensores do foro privilegiado querem que presidentes, ministros, governadores e prefeitos
envolvidos em corrupção não sejam mais atingidos pela lei. O Código Penal Brasileiro é de 1940.E nós contamos os corpos...Um soldado da polícía militar ganha 800 reais por mês.Um professor ganha em média 400 reais por mês.Um médico do SUS ganha em média 1.500 reais. O Estado gasta em média com nossas crianças 300 reais por mês.Um preso custa aos cofres públicos em média 800 reais por mês e todos nós sabemos que o Estado não oferece nas penitenciárias NENHUMA CONDIÇÃO DE REABILITAÇÃO dos apenados, cabendo a sociedade arcar com todos estes custos e mais os salários dos nossos políticos que passam
de QUINZE MIL REAIS mensais.
E nós contamos os corpos...O Rio de Janeiro está em guerra enquanto nossos representantes não fazem nadaE nós contamos os corpos...Fim da impunidade.Fim da imunidade parlamentar.Fim do voto secreto no Congresso Nacional.Queremos segurança, educação e saúde de qualidade pois pagamos por isso. SEM JUSTIÇA NÃO HÁ PAZ.Deputados assumam suas responsabilidades pois elas são do mesmo tamanho de seus privilégios.Enquanto nós contamos os corpos.Ass) "Voluntários da Pátria"

DIVULGUEM.

27.3.07

MOÇA SENTADA

Moça sentada - 1976 - 60x80cm - Óleo sobre tela -
Qualquer semelhança com LIVIA DUND, vaso do Di, e gato da ELEONOR FINI , não é mera coincidência.

VARAL DO BARRACO DE PESCA DO ADEMAR

Ademar, pescador, vereador e amigo, tem o único barraco de pesca da praia de Ibiraquera.

VAMOS VER QUEM ACERTA A FRASE COMPLETA DA CAMISETA. ESCREVAM NOS COMENTÁRIOS, E AMAHÃ POSTAREMOS A FRASE VENCEDORA.
Foto:E.P.L.

ALFORÍSMOS

ALFORÍSMOS INGÊNUOS

Na arte contemporânea não existe mais público, no sentido antigo e ingênuo da palavra: todos são críticos potenciais.

* * *Nagasakis

Por sinal, não existem mais críticos. Nagasakis: sumiram do mapa - são todos, agora,
c-u-r-a-d-o-r-e-s.
(F.C.B)

Essa postagem é de FERNANDO C. BOPPRÉ do ARTE POR EXTENSO

BARCO ENCALHADO parte 8

As dificuldades de retirar pela praia o barco encalhado se deve ao seu tamanho, peso e marés baixas.
Ele se encontra enterrado na areia.
Os cabos de aço se partem.
Cabos novos são colocados em serviço, e não aguentam arrasta-lo.
Nem com todo o engenho de gente acostumada com esses serviços.

OLHA AÍ PESSOAL, TODOS PODEM PARTICIPAR

O WILLIAM A. do ARTE POSTAL esta postando este convite aberto. Ninguém se habilita?

26.3.07

COLAGENS E DESENHOS

Colagem - acrílica/ sobre papel - circa 1970 -
Colagem - acrílica - sobre papel - 43X 31,5 cm - circa 1970
Colagem - acrílica sobre papel - 43X31,5 cm - circa 1970
Auto-retrato - carvão sobre papel - 43X31,5 cm circa 1970
Estudo para MEMÓRIA VI - carvão sobre papel - 1998

O ARMÁRIO NO VARAL

Amigo deste VARAL OXICLISTA nos remete de Portugal mais esta simpática foto de VARAL

JOSÉ STUART CARVALHAIS [1887-1961]

José Stuart Carvalhais (1887-1961) Introdutor da BD em Portugal, desenhador, ilustrador, fotógrafo, realizador de cinema, actor, decorador, cenógrafo, figurinista e designer gráfico. Resumo: Ilustrador e desenhador, colaborou nos periódicos 'Sempre fixe', 'Os Ridículos', 'Diário de Notícias', e em vários jornais e revistas. Um extraordinário desenhador da Imprensa Portuguesa do seu e de todos os tempos, igualando os melhores artistas contemporâneos do mundo. Em 1949, os seus trabalhos valeram-lhe o Prémio Domingos Sequeira.
José Herculano Stuart Torrie d’Almeida Carvalhais nasceu em 1887, em Vila Real de Trás-os-Montes, de pai português e mãe inglesa. O seu pai foi correspondente em Vila Real de um jornal humorístico e de caricaturas intitulado O Dragão, publicado no Porto, cujo primeiro número saiu em 1887. Após vários anos em Espanha, regressou a Portugal em 1891. A sua irregular vida escolar termina após passagem pelo Real Instituto de Lisboa (1901-1903). Como ilustrador, Stuart começa por participar em mostras colectivas, como as primeiras dos Humoristas em Lisboa (não integrando já as do Porto), a Exposição dos Humoristas Portugueses e Espanhóis (1920) e a Exposição de Artes Plásticas (1935). Exporá individualmente só em 1932. Galardoado com o Prémio Domingos Sequeira em 1949, manter-se-á figura isolada da primeira geração dos modernistas portugueses. Não aderindo à nova linguagem protagonizada por Almada Negreiro ou Santa-Rita, faz antes a ponte com a caricatura herdeira de Bordalo Pinheiro, e nutrida na estada parisiense de 1912-1913 afirmando-se como cronista perspicaz e cirúrgico. Fragmento de um desenho a tinta da china sobre papel. Stuart não poupou a crítica a quem a mereceu e, em 1914, colabora no jornal satírico monárquico O Papagaio Real. Meio de sátira ao poder, a caricatura e a banda desenhada, que inicia em 1916 no suplemento humorístico de O Século com as célebres Aventuras do Quim e do Manecas, permitem-lhe um retrato de época crítico das poses da burguesia, às quais contrapõe tristezas e vilezas sociais, personificadas em tipos populares e miseráveis.
O ABCzinho, posto à venda em 1921, era uma revista infantil como já não havia desde 1910, ano da aparição — e desaparição — de O Gafanhoto (2ª Série). Com o nome de baptismo inventado por Stuart Carvalhais, tinha, inicialmente, como directores, Manuel Oliveira Ramos e Cottinelli Telmo. Os anos 20 marcam o grande sucesso de Stuart. Em 1921, trabalha para o Diário de Lisboa e para o Batalha. Em 1922, desenha para o ABCzinho, reiterando o sucesso das suas peças nos suplementos infantis. Colabora ainda com A Corja, o Espectro, A Choldra e o Diário de Notícias, a revista Ilustração (a cuja fundação está ligado) e com o semanário humorístico Sempre Fixe. Capa pertencente a uma colecção de partituras de fado originais ilustradas por Stuart Carvalhais Como gráfico, soma encomendas: da ementa do Bristol Club, aos conjuntos de postais ilustrados realizados para a exposição de 1925 dos Mercados, ou à concepção da publicidade da Sassetti. É assim que, em meados da década, é o artista que contabiliza mais capas de livros e de pautas de música – trabalho gráfico em cuja investigação associa o desenho aos tipos de letra a usar e com o qual ganha dois prémios em concursos internacionais, em Itália e Espanha
Cenógrafo e figurinista do Teatro Nacional e do Politeama, desenvolve actividade no cinema (em 1916, trabalha na adaptação a filme das Aventuras do Quim e do Manecas), passa pela aventura da realização (O Condenado, com Mário Huguin) e desdobra-se como actor, decorador, cenógrafo e gráfico. Embora antifascista, como clarifica nos trabalhos da década de 30, não perseguirá nos anos seguintes a via do Neo-Realismo, onde poderia ter encontrado família artística, social e política. Os seus entraves à pintura, que admira mas não liberta da ilustração, mantêm-no circunscrito ao exercício do desenho para periódicos. Talvez também por essa actividade constante, não se dividindo em décadas e expressões ou estilos balizados no tempo, a mestria de traço de Stuart, que lhe permite variar os registos, evidencia sobretudo o manifesto desejo de liberdade creativa, nutrido por enorme apetência experimental. A sua própria vida, na qual o sucesso convive com o alcoolismo e a instabilidade financeira, leva-o à experimentação de materiais inesperados, não ortodoxos, como suportes ruinosos recuperados dos restos da cidade (papel de embrulho, tampas de caixotes), e até de alguns materiais de desenho, de que se destacam os fósforos queimados com que frequentemente traça composições. Profundo conhecedor da má-vida lisboeta, Stuart fixou da capital um registo que cruza com o seu... Negra e violenta, a miséria, como o vício ou a solidão, é caracterizada em traços rápidos e rugosos, gastos ou recortados, no contraste de preto e branco. Elegante na ilustração, essencial na caricatura, cada personagem de Stuart detém, na representação, os conceitos que a ela estão associados.«Stuart é um album de tipos stranhos, vergastados pela dor, pelos sarcasmos da vida e nele as figuras irmam-se aos aspectos sombrios de Lisboa, aquela parte de onde o sol não se debruça todos os dias, onde há sempre trevas. E como Steinlen, Stuart busca os tipos miseráveis, aqueles en cuja alma ulula o vento da tragedia; busca as ruas escuras, a luz tibia, o claro-escuro.» Ferreira de Castro, 1926.
O filme «Quim e Manecas»
Em 1916, estreou O Quim e o Manecas - um filme curto, baseado nas famosas histórias em quadradinhos de Stuart Carvalhais, publicadas no semanário humorístico O Século Cómico.
A rodagem decorreu na rua e jardins da Escola Politécnica, no Bairro Brás Simões, além do cinema Colossal (Real Coliseu, na Rua da Palma) onde estreou. O argumento era de Stuart, em peripécias e tropelias de ocasião, capazes de provocar a hilaridade entre o público jovem. Infelizmente, não tiveram continuidade estas proezas de Manecas, nem sobreviveram as suas aventuras com Quim, que em 1930 ainda atraíam gente ao Chantecler.
1916 - O Quim e o Manecas 35 mm - pb - 10/15 m. Realização: Ernesto de Albuquerque. Produção: Empresa Internacional de Cinematografia. Argumento: Stuart Carvalhais. Fotografia: Ernesto de Albuquerque. Elenco: Stuart Carvalhais, Armindo Coelho, Octávio de Matos, José Clímaco.
«Stuart», filme premiado no 30.º Cinanima
Dura só 11 minutos mas demorou dez anos a fazer a curta metragem animada Stuart, do realizador português José Pedro Cavalheiro, também conhecido como Zepe. O Grande Prémio Tóbis, entregue pelo júri internacional a um dos filmes portugueses a concurso, foi para "Stuart". Convidando-nos a uma deambulação pelas zonas mais sórdidas de Lisboa, a partir da obra de Stuart Carvalhais, o filme obteve ainda o Prémio António Gaio, a que concorreram 17 filmes de produção nacional e o prémio para a melhor banda sonora original.
"A decisão de realizar um filme de animação sobre Stuart de Carvalhais assenta em dois pressupostos. O primeiro diz respeito ao próprio universo gráfico do artista, à tinta-da-china e à sua economia, capaz de captar as deambulações por Lisboa numa visão impressionista de personagens, ambientes e situações. O segundo advém de uma história mergulhada nas situações correntes do dia-a-dia, vividas em declínio lento, num espaço social e de trabalho alheio às elites culturais e à categoria de artista consagrado (isto apesar do enorme talento de Stuart).
A característica de “looser” talentoso, no pano de fundo das décadas de 30 a 50, numa Lisboa ignorada e fechada sobre si mesma, tornou-se um veio principal do filme, estendendo-se em torno da fuga e da diluição. No fim de contas, não são só de Stuart as vontades que não se concretizam, os caminhos interrompidos, um país que vive de costas, com uma espécie de saudade de si mesmo.
... Não há uma apropriação directa das ilustrações de Stuart mas sim a transposição livre do universo do artista, pensada numa lógica de movimento." - José Pedro Cavalheiro
Bibliografia
Pacheco, José. Stuart Carvalhais — O Desenho Gráfico e a Imprensa. José Pacheco já em 1987 tinha publicado a obra Stuart e o Modernismo em Portugal , e foi um dos responsáveis pela exposição comemorativa do nascimento de Stuart no Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian.
Livro em capa dura, profusamente ilustrado (mais de 200 ilustrações de Stuart, entre pinturas, desenhos e caricaturas), meio século da história contemporânea portuguesa, observada pela arte de Stuart Carvalhais. 317 págs. Edição apigraf, 2000. 20,00 €.

Ferro, João Pedro. História da Banda Desenhada infantil portuguesa. Colecção Dimensões. ISBN: 9722301713. 238 pp. Editorial Presença, 1987. O texto está mal ilustrado e o formato de livro de bolsa não é adequado ao tema.
Topo da página
Quer usar este texto em qualquer trabalho jornalístico, universitário ou científico? Escreva um email a Paulo Heitlinger.

Este extraordinário artista português, nos foi endicado pelo amigo Ruben Valle Santos, RUVASA
a quem agradecemos muito a gentileza das visitas e colaboração inestimável.

25.3.07

ARTE POSTAL

Você já havia ouvido falar em ARTE POSTAL ? Visite os links grifados para saber mais.

O ARTISTA PLÁSTICO WILLIAM A. da cidade de ANDARAI na Bahia é um gravurista que cultiva essa arte POSTAL no Brasil, onde pouca gente conhece ou sabe do que se trata.
O VARAL foi até o blog do William para trazer aqui algumas das suas postagens do blog

ARTE POSTAL que recomendamos visita para conhecer melhor , e entender o que é ARTE POSTAL

Em resumo, para quem não pretende ir aos links, você manda uma carta PERSONALIZADA com sua ARTE ou "arte", pois qualquer um, mesmo não sendo um ARTISTA, pode fazer ARTE postal, e a pessoa que recebe te devolve, outra carta ou postal, em retribuição à sua, e dessa troca nasce a COLEÇÃO.



Ainda não sabe o que é?


Claro que a gente sempre simplifica as coisas quando tenta explicar. Entra aí a história, os persongens, a época, enfim, existem bem mais coisas que isso.
Dei uma geral por aí e encontrei um excelente texto da Fabiane Pianowski, uma amiga assídua da nossa lista de discussão.Uma boa oportunidade pra quem estiver a fim de começar a fazer arte.
Leia, discuta e pergunte.

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O que é Arte Postal

É um circuito ou tendência alternativa de arte por correspondência onde participam todos que tenha como objetivo central a comunicação e o contato através intercâmbio de informação e propostas criativas.
Na arte postal, o criador das mensagens é, ao mesmo tempo, o emissor e receptor dos mesmos. Incluem-se nos trabalhos técnicas e suportes mais diversos; gráfica, postais, adesivos, poesia visual, timbres e livros de artistas, selos, fax, vídeos, etc,.
Na prática, voce cria uma peça qualquer, pode ser um cartão postal (10×15cm) cheio de colagem, dessenhos, recortes e envia pra algum artista postal em qualquer lugar do mundo e ele te envia um outro trabalho em troca. Simples.
Existem também as convocatórias, mas aí é outro assunto.

Para quem se interessou nos blogs do WILLIAM A. tem uma série grande de links de ARTE POSTAL no Brasil e no Mundo.

AS POSTAGENS ANTERIORES ESTÃO NO ARQUIVO AÍ NO LADINHO >>>>>

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"...o Varal de Ideias é uma referência de como um blog deve ser ." Agnnes

(Caminhos e Atalhos, no mundo dos blogs)

..."parabéns pelo teu exemplo de como realmente se faz um blog...ou melhor tantos e sempre outstandings...".
(Vi Leardi )

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( Peri S.C. adaptando uma frase do Millôr )
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