20.4.18

Montanha nº41 em seu novo lugar

Na sala da PIACABA

Crônica diária

 Novos 0%
"Em vez de escolher um candidato com apelo popular, o Novo preferiu apostar no dono do partido.

O resultado não poderia ser pior.

João Amoêdo tem 0% no Datafolha." O Antagonista
Concordo plenamente com O Antagonista.
Não é possível que não exista um único brasileiro ilibado, com grande apelo popular,  para concorrer nas próximas eleições por um partido que se propõe Novo. A fragmentação eleitoral com partidos nanicos, e outros nem tanto, mas todos com candidatos próprios, vai levar ao segundo turno duas expressões antagônicas, igualmente inconvenientes para o exercício do cargo na presente situação. O futuro presidente precisaria de um cacife eleitoral capaz de se eleger no primeiro turno com larga margem de votos. Unir o país profundamente dividido. Só esse prestígio popular lhe habilita promover todas as reformas que o país reclama. E logo no primeiro ano de mandato. Com o clamor e calor das urnas ainda frescos. Só esse candidato terá condições de fazer com que o Congresso engula goela abaixo reformas impopulares, e que contrariam os interesses corporativistas. Sem essas reformas o Brasil vai continuar patinando, e liderando, no sentido negativo, as nações mais atrasadas do planeta.

19.4.18

Almoço entre amigos

Carol e Alvaro Abreu, cronista deste blog, no almoço em São Paulo. Na foto o autor do blog e sua mulher Paula. Abril 2018

Crônica diária

 Onde o assédio é parte do trabalho

Em interessante matéria publicada no The New York Time, assinada por Juliet Macur e John Branch, e transcrita na Folha de São Paulo, sob o título:"Nos EUA, cheerleaders dizem que assédio sexual é parte do trabalho, trata do relato de funcionárias das equipes das ligas americanas que são obrigadas a assinar contratos de sigilo. Por medo de represália raramente decidem denunciar as agressões que sofrem de alguns torcedores. É evidente que essa profissão exercida por bailarinas embute o assédio como parte do trabalho. "se você esta usando um sutiã push-up e uma saia curta e pregueada, esse tipo de coisa (ser assediada ou bolinada) infelizmente parece ser visto como parte do trabalho." Frases como: " Espero que você seja estuprada", é comum por parte dos torcedores do time rival. E ouvir isso faz parte do trabalho.

18.4.18

MONTANHA nº 41

Montanha com árvore e cristal
Frente e verso da MONTANHA nº 41, com cristal e uma árvore

Crônica diária

A sexta galeria

Duas curiosidades ditas pelo Diretor do Departamento Penitenciário do Paraná, Luiz Alberto Cartaxo Moura::
1ª Todos os presos (inclusive os da Lava Jato) tem a mesma alimentação. O que difere é a qualidade do que as famílias levam. Bolacha, por exemplo, é permitida a entrada de seis pacotes de até 200 gramas por semana. O preso pobre é bolacha Maria. O rico é Bon Gouter. Essa é a diferença. O pobre leva amendoim e o rico leva pistache.
2ª O cheiro de mofo, de bolor que as cadeias tem, vem das roupas lavadas pelos presos e que não   secam, permanecendo úmidas, e responsáveis por esse odor. A sexta galeria, onde estão os presos da Lava-Jato, é limpa, arrumada, e tudo em ordem, tudo cheiroso. Não tem cheiro de cadeia, de bolor. Eles mandam lavar fora. A família leva e traz de volta. O sujeito usa durante a semana quatro camisas, três calças e está resolvido. A roupa íntima meias e cuecas, eles ainda lavam. Lavam e já secam. O líder no momento é o Eduardo Cunha e o André Vargas (15 de abril de 2018) que dão as cartas e todo mundo obedece, cumprindo suas tarefas. Muito provavelmente lá será o destino do Lula. A sexta galeria fica no Complexo Penal de Pinhais, em Curitiba.

17.4.18

Água no verão

 Água nos gramados
Jardim do Clube Harmonia. Notem a grossura do Eucalipto.

Crônica diária

Aeroportos e as obras de arte

A ultima novidade no mundo das artes é a nova taxação de suas obras. Em todo o mundo toda mercadoria despachada via aérea é cobrada por peso ou volume. Guarulhos e Congonhas acabam de inventar mais uma jabuticaba. Passaram a cobrar uma taxa sobre o valor de mercado das obras. Pasmem vocês. O transporte de obras de galerias e museus só viajam cobertas por caros seguros. Os aeroportos são meros pontos de partida e chegada de tais mercadorias. As companhias aéreas suas operadoras. O que pode levar a essa operação ser taxada sobre o preço de mercado de uma obra de arte? Só a insanidade desses concessionários públicos. E a conivência dos órgãos que os controlam. A arte no mundo todo é subsidiada, apoiada pelos governos, incentivada pelas instituições culturais. Aqui, nos aeroportos, resolveu-se taxa-la pelo valor de mercado. Um valor aleatório e de difícil aferição. Mas o certo é que Pablo Picasso, C.M. Coolidge, Auguste Renoir, Jackson Pollock, René Magritte,Vincent van Gogh, Grant Wood, Diego Rivera, Claude Monet, Gustav Klimt, Rembrandt van Rijn, James McNeill Whistler, Johannes Vermeer, Georges-Pierre Seurat, Salvador Dali, Edvard Munch, Leonardo da Vinci, jamais nos visitarão.

16.4.18

Aniversário da minha neta Glória

 Glória de braços abertos ao completar 9 (nove) anos, em companhia dos pais e de três amigas de classe.
 Painel no colégio
 Auto retratos da classe
Este do centro é o da Glória

Crônica diária

Ainda sobre a guerra aos canudos

Alguns dias atrás falei da guerra que precisamos declarar aos canudos. Consegui sensibilizar alguns leitores. Volto ao assunto pela importância ecológica que tem. E lembro que muitas coisas aparentemente insubstituíveis não existem mais. Nem fazem a menor falta. As novas gerações nem sabem do que se trata. Por exemplo, devem lembrar-se das chavinhas que vinham coladas nos fundos das latas de Toddy. Elas serviam para abrir as tampas. As embalagens mudaram completamente e as tais chavinhas ficaram na memória da minha geração. Espero que com relação aos canudos seja rápida a mudança. Os fabricantes de sucos que comercializam seus produtos em caixinhas com um canudo colado, e sem ele é impossível consumir o líquido, precisam rapidamente providenciar a mudança de embalagem sob pena de falência. E chamo atenção dos hospitais, escolas e companhias aéreas que servem, em larga escala, esses sucos, que forcem a indústria a promover as mudanças. Os golfinhos e tartarugas agradecem.

Comentários que valem um post

 Aloísio de Almeida Prado concorrendo com o Roberto Klotz, quem tem um sorriso mais aberto e franco que o outro.
Ambos felizes com meu novo livro CONTOS URBANOS

15.4.18

Leitores dos CONTOS URBANOS

 Maria Tomaselli e Cristina Rolim
                                       Ana Maria Fc de Almeida Prado e Roberto Klotz

Crônica diária

Nossa Síria é aqui

A guerra na Síria já completa sete anos. Meio milhão de mortes, cidades inteiras destruídas. As maiores potências militares do mundo envolvidas, ora apoiando um lado, ora participando contra ataques químicos, inconcebíveis nos dias de hoje. Mas a Síria esta muito distante das nossas preocupações. Temos aqui na América do Sul uma grave crise, que procuramos ignorar, para não intervir em política interna de vizinhos. A Venezuela, em estado de decomposição social, com milhares de fugitivos invadindo nossas fronteiras. A governadora de Roraima  Suely Campos falando pela rádio CBN alerta o governo federal para o problema econômico, policial e social que os 500 venezuelanos que cruzam a fronteira diariamente tem criado para o estado de Roraima. Ela, sensibilizada pela condição miserável dos  refugiados, esta muito preocupada com as consequenciais para a população local. Nascem cinco crianças venezuelana por dia, e o estado não tem maternidades que possam atender com um mínimo de humanidade essas parturientes. E as grávidas brasileiras parem nos corredores dos hospitais por falta de leitos. As praças da capital estão tomadas por venezuelanos acampados.  Há problemas de saúde publica. A maioria dos refugiados não tem documentos, nem capacitação profissional, e não sofrem nenhum tipo de controle na fronteira. Entre os bem intencionados tem entrado armas e gente do mal. A segurança fica comprometida. Mas a resposta do Ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes Ferreira e do Presidente da República Michel Temer foi rápida e categórica no sentido de não fechar (provisoriamente) a fronteira. Problemas diplomáticos à parte, a governadora do PT tem inteira razão em suas preocupações. Nicolás, apesar de Maduro, há muito tempo, não dá sinais de cair. Esse é um problema nosso, e precisamos enfrentar. Ao contrário do Trump, que quer construir muros na fronteira com o México, um bom reforço na fronteira do Brasil com a Venezuela se impõe, como proteção às populações brasileiras locais.

Comentários que valem um post

Roberto Klotz e seu exemplar de Contos Urbanos. A imagem fala por si só.
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14.4.18

Guilherme e Cristina


Cristina Rolim e Guilherme Lunardelli

Crônica diária

Incômodos da língua portuguesa nº 2

Uma importante jornalista da Globo News, dia desses, usou a expressão:..."via de regra".... na santa ignorância de que essa expressão deve ser, evitada para que não se confunda com "vagina". E a moça que trabalha em casa, outro dia, pediu para minha mulher um comprimido de "Navagina". Os laboratórios também não facilitam.

Comentários que valem um post

Obrigado Maria Vitória Lago.
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 Joares Costa  caro Eduardo o seu "Contos Urbanos", se juntam aos vários outros, que vou degustando e recolhendo ensinamentos que enriquecem a todos nós. No momento, revisito o "Agudas e Crônicas", e lanço-me à ventura deste novo "Contos Urbanos", também excelente.
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Waldo Claro Um livro que nasce como sonho e desperta como uma melodia.
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Ana M Fc Ap
Programão para amanhã. Adorei a capa.
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13.4.18

Saladinha de quinoa

Salada de quinoa no meu apartamento de São Paulo

Crônica diária


Os incômodos da língua portuguesa

Cômodo pode ser um substantivo (uma parte da casa, um quarto, uma sala, uma acomodação. O feminino, cômoda é um móvel geralmente usado nos quartos. Mas cômodo pode ser um adjetivo (que oferece comodidade, conforto; agradável, confortável ou 
adequado, conveniente, útil, proveitoso.) Incômodo é alguma coisa que incomoda, molesta, constrange, importuna, estorva, inquieta, perturba, apoquenta, atormenta, amofina, acossa, enfada, desacomoda. Causa irritação e aborrecimento. Exaspera, buli, chatea, impacienta, indispõe, desgosta, transtorna, amola, azeda, aborrece, zanga, irrita, e enerva. No entanto, estar incomodada significa menstruação. Essa língua é muito complicada. E rica. 



Comentários que valem um post

Parabéns Eduardo...um amigo escritor.uma honra.

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 João Menéres deixou um novo comentário sobre a sua postagem "A beleza da gravidez":

Excelente FOTOGRAFIA !

( Julgo que nunca a tinha visto ). 


Postado por João Menéres no blog . em quarta-feira, 11 de abril de 2018 02:41:00 BRT

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 Cristina Rolim
 Essa capa ficou muito original para o título do livro, como sempre, você é muito criativo e talentoso.
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valter ferraz



Caro amigo,
Com a sempre agradável surpresa ao abrir a caixa de correio um envelope pardo antecipa minha reação, mais um livro do meu amigo Eduardo. Não deu outra. Era isso mesmo.
Li de uma sentada o primeiro conto e fiquei agradavelmente surpreso. O amigo escreve a cada dia melhor. E ganha ainda mais um ponto ao utilizar papel de textura e cores agradáveis. É mais: fontes que não ferem nossos olhos cansados.
Imensamente grato. Desejo sucesso ao caro amigo. Escritor profícuo.
Forte abraço.
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Regina Rocha
Regina Rocha
Eduardo querido ,obrigado pelo livro !
Estou adorando ,provavelmente termino amanhã no avião .

Um beijo !
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Alvaro Abreu
O seu livro chegou ontem e eu, homem de pouca leitura, já li o primeiro conto, trama surpreendente que só quem tem boa imaginação consegue levar o "acontecido" ao papel (isso antigamente).
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 João Menéres deixou um novo comentário sobre a sua postagem "A biblioteca aumentando":

Tão produtivo escritor, quanto era Artista plástico !
O meu abraço parabenizante.


Postado por João Menéres no blog . em quinta-feira, 12 de abril de 2018 07:27:00 BRT 

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12.4.18

A biblioteca aumentando

Alguns livros do autor do blog, ou livros onde há contos, crônicas ou poesias suas publicadas.

Crônica diária

Uma bandeja e sete décadas

Dei conta que posso ilustrar as sete décadas da vida de um homem descrevendo o que ele tem ao lado da pia do seu banheiro. No meu caso tenho uma pequena bandeja. Nela  na primeira década tinha um copo com uma escova de dente, um tubo de pasta e um pente de plástico. Na segunda década foi acrescentado um pote de Gumex, um barbeador, um pincel e creme de barba, uma loção após barba,  um frasco de água de colônia, um tubo de fio dental e um protetor solar. Da terceira década, à sexta, aumentou desodorante, o pente deu lugar a uma escova, pois o cabelo raleou. O Gumex não foi mais necessário. Um ou dois perfumes. Mas a maior diferença aconteceu na sétima década. Os perfumes e desodorantes quase sumiram e deram lugar, na bandeja, a sete caixas de comprimidos, e remédios líquidos. É quase uma farmácia.

Comentários que valem um post

Fernando Ulhoa Levy
Fernando Ulhoa Levy
Adorei o Contos Urbanos.
Muito obrigado.

Curti seu estilo como sempre e também o suspense que me prendeu do começo ao fim.



Fernando Ulhoa Levy
 Muito bons os dois contos, vale a pena ler o Contos Urbanos.
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João Menéres disse...Será que também me chegará esse extintor para apagar a minha curiosidade sobre
os CONTOS URBANOS de que a BETTY VIDIGAL desvenda um tanto ?
Hoje vou a um centro comercial e perguntarei se têm o último livro dela.

quarta-feira, 11 de abril de 2018 02:58:00 BRT
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 Waldo Claro Fora do assunto. Quero apenas dizer que você honra a literatura nacional

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Maria Thereza Conde Sandoval
Maria Thereza Conde Sandoval Vou comprar amanhã.
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Anna Sylvia
Anna Sylvia recebi já li e adorei uma narrativa que nos prende a atenção do começo ao fim mas no tamanho e medida certa para não nos atrapalhar os compromissos.
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Zazá Do Val
Zazá Do Val Eduardo muito obrigada pela gentileza, adoro seus livros desde a capa, o título e principalmente a sua bem humorada e inteligente narrativa. Bjs.
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 João Menéres deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Crônica diária":

Ao ler esta crónica, pelo título, julguei que se referia aos licenciados ( ou não...).
Afinal era sobre as aqui chamadas palhinhas, aqueles tubinhos de plástico de que grande número de pessoas se serve para tomar um sumo ou uma coca-cola.

Raramente me sirvo disso.
Estou nessa, Eduardo : GUERRA AOS CANUDOS


Postado por João Menéres no blog . em quarta-feira, 11 de abril de 2018 02:51:00 BRT 

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