1.6.16

Salada

Fleming ´s, São Paulo

Uma difícil escolha

E aí, João? Eu não posso ser mais feminista. E me chamam de machista.

Crônica diária

Hillary e a rede privada
 
A candidata  Democrata à Presidência da República dos Estados Unidos, Hillary Clinton esta sendo acusada de ter usado seu e-mail pessoal para trocar mensagens quando secretária de governo do Obama. O curioso é o contrário, aqui no Brasil os políticos usam o público no lugar da privada.



 

31.5.16

Pintura

Enviada por José Luiz Fernandes

Cronica diária

"Onde estão as flores?"

Esse  é o nome do primeiro romance de Ilko Minev. O título foi extraído da letra de uma famosa canção. Aqui cabe minha primeira observação: as cores e o título da capa me levaram a pensar que os personagens búlgaros tivessem feito essa pergunta ao chegarem à Amazônia, e deparado com o verde intenso e monótono das matas. Elas realmente não tem flores. A história é a de uma família de judeus. Um romance meio biográfico, meio ficcional como de resto são todos. Sofia na Bulgária, campos de trabalho forçado, nazismo, comunismo, Belém, Manaus e Amazônia com aromas de pau-rosa e comunidades judaicas. Ilko consegue escrever a história dos seus tios Licco e Berta, na primeira pessoa do personagem masculino e no final nos surpreende como sendo um texto previamente escrito pelo tio. Paira a dúvida. A narrativa é bem construída, prende o leitor com passagens de fugas dignas de seriados Noruegueses. Fiel à história do após guerra tem como cenário Israel, Sofia, e Manaus, com todas as implicações políticas, ideológicas, econômicas, religiosas e sociais da época. Com uma dose judaica própria das famílias     " quase ortodóxicas" faz o relato de uma aventura romântica e familiar. Um dia hei de perguntar ao autor se o texto é mesmo seu, ou do tio Licco.

30.5.16

Madu, Hanif e Eric Hobsbawm


 Madu Sigrist a direita, Hanif Kureishi o jovem à esquerda, e Eric Hobsbawm, em Parati na primeira FLIP,   2003
Hanif Kureishi
Hanif Kureishi nasceu em 5 de Dezembro de 1954 em Londres, Inglaterra. Escritor e produtor, conhecido por O Meu Filho Fanático (1997), Venus (2006) e The Buddha of Suburbia (1993). É casado com Monique Proudlove com quem têm um filho. Ele foi casado com Tracey Scoffield.
O ÁLBUM NEGRO (1997) - Autor
O BUDA DO SUBÚRBIO (1992) - Autor
O CORPO (2004) - Autor
O DOM DE GABRIEL (2002) - Autor
INTIMIDADE (2000) - Autor
NO COLO DO PAI (2006) - Autor
TENHO ALGO A TE DIZER (2009) - Autor
A ÚLTIMA PALAVRA (2016) - Autor
Prêmios
Prêmio Whitbread 1990, categoria Primeira Novela. Livro: BUDA DO SUBÚRBIO, O (1992).
Prêmio Grinzane Cavour 2006, categoria Premio "Dialogo tra i continenti". Livro: ÁLBUM NEGRO, O (1997).
Prêmio Grinzane Cavour 2006, categoria Premio "Dialogo tra i continenti". Livro: BUDA DO SUBÚRBIO, O (1992).
Prêmio Grinzane Cavour 2006, categoria Premio "Dialogo tra i continenti". Livro: CORPO, O (2004).
Prêmio Grinzane Cavour 2006, categoria Premio "Dialogo tra i continenti". Livro: DOM DE GABRIEL, O (2002).
Prêmio Grinzane Cavour 2006, categoria Premio "Dialogo tra i continenti". Livro: INTIMIDADE (2000).
Prêmio Grinzane Cavour 2006, categoria Premio "Dialogo tra i continenti". Livro: NO COLO DO PAI (2006).

 Eric  Hobsbawm
Eric John Ernest Hobsbawm (Alexandria, 9 de junho de 1917 - Londres, 1 de outubro de 2012[1] ) foi um historiador marxista britânico reconhecido como um importante nome da intelectualidade do século XX. Ao longo de toda a sua vida, Hobsbawm foi membro do Partido Comunista Britânico.
Um de seus interesses foi o desenvolvimento das tradições. Seu trabalho é um estudo da construção dessas tradições no contexto do Estado-nação. Argumentou que muitas vezes as tradições são inventadas por elites nacionais para justificar a existência e importância de suas respectivas nações.

Cronica diaria

                                                     Harif Kureiski
                                                                  
                                                                Foto: Madu Sigrist a direita, no centrEric Hobsbawm, e a direita Harif Kureishi

Ainda pinçando uma frase do livro " A ultima palavra" do autor Harif Kureishi, com quem a nossa leitora Madu Sigrist esteve em Paraty, 2003, na primeira FLIP, e nos enviou foto comprovatória, transcrevo por oportuna, irônica e verdadeira: "Qualquer idiota que acredite em qualquer insanidade deve ser tratado com complacência, pois é seu direito humano." Penso nos cinquenta e quatro milhões de humanos que votaram na Dilma.

Comentarios que valem um post

João Menéres deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Comentários que valem um post": 

INATINGÍVEL é não passar cartão a qualquer bicho careta.
O papel poupa-se ! 

Postado por João Menéres no blog  . em domingo, 29 de maio de 2016 02:00:00 BRT

29.5.16

Sensualidade

Autor desconhecido, mas com muita sensualidade

Crônica diária

Idas e vindas do Temer, e a oposição

Impossível resistir a tentação de falar (escrever) sobre as idas e vindas do Temer em menos de uma semana de governo. Primeiro quero voltar a abordar a questão ridícula de gênero. Quem melhor escreveu sobre o assunto foi Sheila Leirner, de Paris, em sua página do Facebook.* Em dois textos resumidamente criticou a posição das mulheres, antes do Temer ter capitulado. Ao capitular disse que o novo governo não sabe o que é a mulher. E elas ao reclamarem a quota no governo, se apequenaram. Mulheres e negros não precisam lutar por quotas, como os deficientes. Suas inclusões devem ser por mérito e capacidade. O resto é um protecionismo caipira, atrasado e impróprio. Quanto a volta do Ministério da Cultura, mais uma vez Sheila acerta na mosca. Insuspeita, intelectual ligada às artes, disse que nem o governo sabe o que é cultura. A imprensa e as redes sociais se posicionaram sobre esses temas considerando que o Temer demonstrou esperteza, humildade, e outros ainda, fraqueza. Acredito que foi um pouco de tudo isso. Fraqueza no caso dos artistas que o fizeram rever a transformação do Ministério da Cultura em secretaria subordinada à Educação. A meu ver errou. Mas demonstrou humildade e esperteza. Digo que errou porque em menos de sete dias de governo já voltou a trás na politica de redução (drástica) de Ministérios e despesas públicas. Na mesma linha, os pescadores poderão reclamar a volta do Ministério da Pesca. Os apicultores, floricultores, ou os criadores de borboleta poderiam revindicar um ministério próprio ao invés de ficarem subordinados ao da Agricultura. Educação, cultura e esporte, num país pobre e carente como o nosso, deveria sim estar sob o mesmo ministério, com uma visão de curto e longo prazo, priorizando verbas para educação, e privatizando as produções culturais como são as esportivas. A arte e cultura não podem ser programas de partidos, de governos, com viés ideológico. Devem ser livres, autônomos e regulados pelos consumidores.

*" Sheila Leirner: Representatividade de classes é normal. "Princípio da representatividade feminina" é sexista SIM, e como! Em qualquer lugar no mundo. É recibo passado da inferioridade das mulheres. Na França, no Canadá, seja onde for. SEXO NÃO É CLASSE. Se um homem for mais competente do que uma mulher para um certo cargo, é ele que deve escolhido. E se houver mais homens do que mulheres, qual o problema? Isso sim, é realismo."

"Sheila LeirnerQuando uma mulher é vitoriosa em ministério, como Simone Veil o foi na França em época em que não existia essa obrigação idiota, ela tem infinitamente mais valor do que as mulheres que estão lá só para cumprir "representatividade"

Comentários que valem um post


Jorge Pinheiro deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Crônica diária": 

Inatingível é uma espécie de aura que se nos cola e que afasta intimidades que podem redundar num excesso de socialite. 

Postado por Jorge Pinheiro no blog . em sábado, 28 de maio de 2016 07:48:00 BRT


É verdade, caro Jorge, mas concordo que tenho uma postura que afastam as pessoas, e ao mesmo tempo tenho muita dificuldade de romper essa "aura" e me relacionar mais facilmente com estranhos. Deixo sempre uma impressão errada de mim. Pelo menos é assim que me vejo.
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 Valter Ferraz Inatingível é um bom adjetivo. Não compromete e deixa uma confortável distância.
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28.5.16

Word Tour, mais uma vez

Crônica diária

 O inatingível

Tenho uma sala, num prédio de escritórios, na cidade de São Paulo. Como moro em Santa Catarina é lá que cuidam das minhas coisas. Comprei em 1997, dezenove anos atrás, portanto,  e nunca participei de uma reunião ou assembleia de condomínio. A sala é pequena, o condomínio e o IPTU proporcionais. Mas como estava na cidade e o horário era conveniente fui com meu filho, pela primeira vez, à assembleia ordinária. Como de habito nessas ocasiões, mesa posta com lápis e copos d´água. Duas senhoras representantes da administradora do edifício e três ou quatro condôminos. No horário previsto para a segunda convocação, pontualmente entrou na sala o dono da unidade e síndico do condomínio. Advogado, muito simpático, conduziu a reunião que levou duas horas para tratar dos seis pontos da pauta. Antes foi eleito o presidente dos trabalhos secretariado por uma das funcionárias da administradora. Terminada a assembleia, todos se levantaram, se despediram e ficamos meu filho e o síndico por ultimo. Ao estender a mão para me despedir disse: "Já havia ouvido falar muito do senhor". Ele é mais novo do que eu. Respondi com uma pergunta: "Bem ou mal?" e sorri! Ele ficou embaraçado com a pergunta, titubeou, procurou as palavras certas e saiu-se com essa: "Nem bem, nem mal, mas que era inatingível!" Rimos. E completou: "Agora sei porque morando em Santa Catarina fica difícil, mesmo".

27.5.16

Word Tour

Quando blog estava nos seus áureos tempos (2010 por aí) era comum encontrar blogs extraordinários. Depois, até pela falta de hábito de frequentá-los nunca mais vi nada que me impressionasse. Hoje trago para vocês um muito bom. Imagens e sons do mundo WOLD TOUR.
Não percam, Vale a pena. 

Crônica diária

 Play Ping Pong

Volto a bater na tecla de que sem humor a vida não vale ser vivida. Não é um convite ou persuasão aos mal humorados que se suicidem, mas que revejam seu modo de encarar a existência. As pessoas sérias de mais, com sua postura incomodam seus semelhantes e não percebem quanto de humor há no mundo. Recebi um e-mail do amigo e grande colaborador José Luiz Fernandes, meu ex colega do tempo do ginásio, em Cataguases, que escreveu dizendo: "No café da manhã de um hotel na Espanha, acabo de ler atrás da camisa de um senhor bem idoso a seguinte inscrição, resumida de séculos e séculos da Filosofia:
TO LIVE LONG
PLAY PING PONG.

26.5.16

Os pés da Cher

Crônica diária


A pressa dos bandidos

Houve má fé o tempo todo. Durante os longos e pesarosos treze anos que a Organização Criminosa governou o Brasil, destruiu dois antigos e preciosos pilares de nossa sociedade: o Itamaraty e nossa tradicional política externa, respeitada e construída ao longo dos anos pelas melhores cabeças da inteligência e cultura brasileira. E destruíram, saqueando, a maior empresa e orgulho nacional que era a Petrobras. Trabalho de solapa contínuo, silencioso, permanente. Com os crimes de responsabilidade cometidos, e o governo legitimamente deposto, as críticas dos que se sentiram prejudicados, vale dizer, membros da Organização Criminosa, e simpatizantes, em menos de uma semana começaram a criticar e cobrar resultados do novo recém-empossado governante. Se não fosse de um cinismo atroz, seria hilário. Junto ao novo crime de denegrir a imagem do país no exterior, reclamaram cotas de mulheres e negros nos ministérios. Não entenderam a que veio o novo governo. Continuam pensando como agiram durante os treze anos. Criavam-se ministérios como se cria cargos de contínuos em escolas primárias. Para cada demanda pessoal, uma nova e onerosa despesa pública. Para cada pressão de organizações populares, uma nova verba para cooptá-los. Assim com mentiras, maquiagem, pedalada, uma completa irresponsabilidade, nunca vista na história deste país, chegaram a criar um rombo nas contas publicas superior a cento e setenta bi e quinhentos milhões de reais. Saúde em pandarecos, ensino sucateado, embaixadas com mais de três meses sem pagamento, órgãos internacionais sem receber suas quotas. Falência financeira e moral completa. E cobram cotas para as mulheres, e um ministério para a Cultura. E criticam o novo governo como se fosse possível resolver a grave e profunda crise da economia, do emprego, da segurança, numa semana. Cínicos e criminosos. Bandidos são assim. Agem em surdina, e são rápidos e agressivos na fuga.

Comentários que valem um post



Selena Sartorelo Lembro como se fosse hoje quando você e a Paulinha contavam sobre esse encontro enquanto eu folheava um livro sobre alguns trabalhos deles, mas o que lembro mesmo era o carinho e a admiração de vocês dois por eles. Sinto como se a conhecesse.

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25.5.16

Navegar é preciso

Partida de manaus para quatro noites no Rio Negro. Aloisio de Almeida Prado e amigos de Ribeirão Preto.

Crônica diária

"A filha dos rios"

 Foto de Luciana de Francesco


Outra curiosidade da minha viagem ao Rio Negro, foi tomar banho em suas águas, de mãos dadas com mais de três dezena de passageiros fazendo um círculo em torno de uma árvore. Cantamos a canção "Navegar é preciso", nome que também é do evento, e na sua sexta edição. Foi nessa circunstância que conheci o escritor Ilko Minev. Conversamos sobre trivialidades, literatura e não me lembro de o que mais. A noite, no restaurante do barco em que estávamos hospedados, gentilmente autografou seu livro "A filha dos rios", se desculpando por não ter mais o outro "Onde estão as flores?". Agradeci e solicitei o seu endereço para, chegando em São Paulo, poder retribuir, enviando os meus. Tive a sorte, e ele não sabe, de um dos agraciados, com seu primeiro romance, ter esquecido no momento do check-out, e uma das coordenadoras da excursão entrou no ônibus perguntando se alguém havia esquecido. Como ninguém se habilitou, falei se não aparecesse o dono, eu gostaria de ler. Na chegada ao Aeroporto a mesma coordenadora veio me entregar o livro, solicitando que eu o devolvesse se o dono aparecesse. Não apareceu, e será minha próxima leitura. Mas hoje vou falar do "A filha dos rios". É preciso que se diga algumas palavras sobre o autor. Ilko saiu de Sôfia para viver na Bélgica, depois São Paulo, e finalmente Manaus, onde foi cônsul, e empresário. O livro é "em bom e leve português" como escreveu o crítico da Folha de São Paulo". O romance composto de oito capítulos, bem estruturados, prende o leitor com uma história repleta de ações e personagens bem construídos. Um nono capítulo é uma síntese que recapitula os oito anteriores, narrados na primeira pessoa, pela personagem principal, Maria Bonita. Não sei se teria gostado tanto da leitura se não estivesse recém voltando da Amazônia, de Manaus, e do Rio Negro. Porém é certo que  aqueles que quiserem conhecer um pouco da história do apogeu do garimpo, logo após o fim da Batalha da Borracha, encontrarão material fértil, humano e econômico muito interessante. Como, inadvertidamente, li o segundo romance antes do primeiro, vou reencontrar Licco, Oleg e David, no "Onde estão as flores".
 

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João Menéres deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Sempre os malditos pés":

Pés amarrados e assim juntos, não dão muito jeito.
Mas é sugestivo , sensualmente falando.

Postado por João Menéres no blog . em terça-feira, 24 de maio de 2016 05:32:00 BRT 
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Jorge Pinheiro deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Comentários que valem um post":

Estamos a falar de quê?!

Postado por Jorge Pinheiro no blog . em terça-feira, 24 de maio de 2016 06:21:00 BRT 
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24.5.16

Sempre os malditos pés

tumblr.

Crônica diária




 Foto Romulo Fialdini
Cecília Rodrigues

Esta crônica é aquela que nunca gostaria de estar escrevendo. O Dan Fialdini e seu irmão Romulo estudaram e foram meus contemporâneos do Dante. Depois ficamos muitos anos sem nos ver. O Romulo tornou-se o melhor fotógrafo de arte do Brasil. Certa feita, ele já era famoso, fez um trabalho fotográfico para uma empresa minha e do Luiz Paulo Barbosa, a Suvide. Nunca mais nos encontramos. Sei que tem um filho seguindo a carreira. O Dan foi o braço direito do Professor Bardi durante muitos anos. É um artista e escultor conhecido. Morei e ainda tenho um apartamento vizinho de um imóvel, na rua Horácio Lafer, onde era o atelier da artista, colecionadora e joalheira Cecilia Rodrigues. Já morando em Santa Catarina, e brincando com argila fiz umas "casinhas" em homenagem à obra em mármore e granito do Dan. Convidei o casal Cecilia e Dan para virem me visitar. Tínhamos um casal de amigos comuns que nos davam notícias recíprocas. A Claudia e o Vincenzo Scarpellini eram nossos íntimos.O convite precisou ser renovado vários anos depois para ser aceito. O Vincenzo já havia morrido e a Cecilia gravemente enferma, recém-operada, resolveu criar um blog para escrever suas experiências de vida. Achou que eu poderia ajudá-la na criação do blog. O casal passou um fim de semana em nossa casa. O Dan sempre um príncipe, achou graça das minhas "casinhas". A Cecilia, embora muito abatida fisicamente pela doença, era uma deusa de sabedoria, beleza, e cultura. Meus parcos conhecimentos digitais em nada puderam ajudá-la. Mas criou o blog e escreveu muito. Suas joias, publicadas num precioso livro, que nos deu de presente, usam o que há de mais brasileiro. Pedras, madeira, plumas, penas, e metais. Uma beleza. Ficamos de nos encontrar mais vezes. Eles em São Paulo e nós, Paula e eu na Piacaba, sempre dificultou esse encontro. Receberam-me um dia no apartamento de São Paulo, onde se tirava o sapato na entrada, para não poluir o ambiente branco recheado de arte. Um verdadeiro museu, a casa e a coleção do casal. Ontem o Dan publicou a noticia de que Cecília não esta mais entre nós. Esta crônica eu nunca gostaria de ter escrito.

Comentários que valem um post



Jorge Pinheiro deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Sinal de crise":

É preciso é ter apetite.

Postado por Jorge Pinheiro no blog . em segunda-feira, 23 de maio de 2016 06:51:00 BRT 
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 João Menéres deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Sinal de crise":

JORGE

Só se estiver doente é que admito que o apetite não seja grande...

Postado por João Menéres no blog . em segunda-feira, 23 de maio de 2016 08:24:00 BRT 

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23.5.16

Sinal de crise

Enviada por João Menéres, Porto, Portugal

Crônica diária



Saudade da salada de ostras

Ontem falei do empreendedorismo do jovem dono do novo restaurante Fleming´s em São Paulo. Hoje falo da saudade que me deu a notícia da morte do Mitsuo Tangi (84). Depois de uma vida parecida com tantas outras de imigrante japonês, trabalhando como vendedor de doces numa Kombi, colono em lavoura de café, acabou dono do pequeno, mas sempre muito concorrido, restaurante Tangi, na Liberdade. Era uma figura. Comandava as cervejas solicitadas pelos frequentadores com um tradicional e sonoro: BIRÔ. Ela era sempre estupidamente gelada. E não me lembro de ter comido outro prato a não ser seu carro chefe: salada de ostras, com broto de nabo, pepino, suco de limão e shoyu. Inesquecível.

AS POSTAGENS ANTERIORES ESTÃO NO ARQUIVO AÍ NO LADINHO >>>>>

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