30.9.16

Pé de moça em 1852

Enviada por Walter De Queiroz Guerreiro

Crônica diária

Colheres de bambu

Encontrei de passagem por São Paulo uma velha amiga. Ela e seu marido, há muitos anos, moram nos mares do mundo, navegando em barco próprio. Graziella Debbane com seus dois olhos claros e azuis vê e comenta o mundo de forma muito particular. Um papo interessantíssimo, sempre. Mal tivemos tempo de colocar a saudade de lado, seu telefone toca e um casal de amigos vem ao nosso encontro. Mera coincidência estarem a poucas ruas de onde estávamos. Resume em duas palavras quem são: "Você vai adora-los. O Alvaro é cronista e faz colheres de bambu, conhecidíssimo na Alemanha. Carol, queridíssima, é arquiteta. Moram no Espírito Santo e estão de passagem por São Paulo." Alguns minutos depois o casal chega. O primeiro contato visual confirmou que a Graziella  estava certa, mais uma vez. O Alvaro Abreu, cabelo e barba brancos e longos, sorriso franco, foi logo caindo nos meus braços como velho conhecido. Carol, também bonita e simpática mais contida. Ela trazia além da bolsa uma sacola com uma caixa de três livros do Rubem Braga. Colocou no centro da mesa. "Olha que sorte", exclamou. "O vendedor disse que era o ultimo da livraria". Foi aí que tomei a palavra para elogiar o escritor, de quem sou fã de carteirinha. Falei da curiosa característica de nunca ter escrito um romance ou contos, numa época em que a crônica era ainda menos respeitada do que é hoje. E fui nessa linha, terminando por dizer: "é o pai de nós todos". Disse isso porque há minutos antes a Graziella havia me dito que o Alvaro também escrevia cronicas, além de esculpir colheres de bambu. O casal me olhava espantado. O que não sabia era que o Alvaro era primo do Rubem Braga. E aí caímos todos numa longa risada.

29.9.16

Varal em Barcelona

Maria Vitoria Lago

Crônica diária

 A frase atribuída a Charles de Gaulle

Revisando o próximo livro "Dance comigo"( com 300 crônicas de 2013/2014) que lanço nos próximos dias encontrei a frase atribuída ao General de Gaulle, que também ajudei a difundir: "O Brasil não é um país sério". Foi atribuída  ao General Francês para criar impacto que o diplomata brasileiro, e verdadeiro autor, genro do Presidente Artur Bernardes, Carlos Alves de Souza Filho, de quem duvido tenham ouvido falar. Foi Marcos de Vasconcellos, cronista do Pasquim que no ano de 1980 esclareceu os fatos. O embaixador serviu em Roma, Londres e em Paris (1964-1966), e foi personagem fundamental no conflito diplomático que envolveu o Brasil e a França, conhecido como Guerra da Lagosta. E como intermediário entre o governo brasileiro e de Gaulle é o verdadeiro  autor da frase famosa. Mas se não fosse o erro de atribuí-la ao General, talvez nunca tivesse a repercussão internacional que teve. Muito atual, por sinal. Viva Carlos Alves de Souza Filho.

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 Mauro Castro, há 4 anos atrás, Fernando Stickel , Célia Conrado, Jacinto Gomes, Valter Ferraz, Selena Sartorelo, Maria de Fátima, João Menéres, Maria Tomazelli, Li Ferreira Nahs, Mauro, Jorge Pinheiro


João Menéres deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Há 4 anos ...":

Os amigos estão sempre presentes e prontos a ajudar.

Postado por João Menéres no blog . em quarta-feira, 28 de setembro de 2016 04:58:00 BRT 

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28.9.16

Há 4 anos ...

Jorge Pinheiro faz publicidade do meu opúsculo POEMA [ entre chaves ]

Crônica diária

A tosse, a flecha e os abutres

Três noticias no mesmo jornal: "a tosse que pode abalar o mundo", "a flecha que matou um catador de papel em São Paulo, e "abutres do Havaí usam ferramentas". Vamos comentar a ultima que trás informações importantes para os cientistas entenderem o uso de ferramentas pelos primatas. Aves que usam pequenos gravetos e espetos para caçarem suas presas. Apesar desse avanço essas aves estão em extinção, restando pouco mais de 100 exemplares em cativeiro. No mesmo dia a imprensa publica a foto de um catador de papel morto por uma flechada no pescoço, no centro da cidade de São Paulo. A flecha foi usada milhões de anos depois dos primatas. E para concluir essas curiosas notícias, a tosse da candidata Hillary Clinton põe em risco a estabilidade política mundial, favorecendo uma eventual possibilidade de vitória do magnata Trump. Seria o fim do mundo.

27.9.16

Marrocos

Azeitonas e temperos

Crônica diária



A perda da memória

Minha comadre ontem confidenciou-me que o Arthur esta completamente gagá. E ele é só nove anos mais velho do que eu. Contou-me que ele ao acordar pela manhã, vai ao banheiro, e a primeira coisa que faz depois de urinar é escovar os dentes. Pega o tubo de pasta, põe tremulamente na escova, fecha o tubo e coloca-o no copo sobre a pia. Molha a pasta sob a torneira, e escova demoradamente os poucos dentes que lhe restam. Cospe a pasta, lava a escova, com a mão tremula em concha coloca água na boca, bochecha e cospe novamente. Coloca a escova no copo, e pega o tubo e repete essa operação até que ela entre no banheiro e avise que ele já escovou os dentes. Outra forma de parar é quando a pasta acaba. Aí chama a mulher e reclama que a pasta acabou. Por outro lado sua memória da infância é cada dia mais nítida. Lembra do primeiro dentista que sua mãe o levou. Dr Jaci. O consultório ficava num prédio da Líbero Badaró. As salas, tanto de espera como a do consultório eram pouco iluminadas, móveis de madeira maciça, pesados e de cor escura. Descreve o móvel com dezena de gavetinhas onde guardavam as brocas e material dentário. Havia persianas na janela. A cadeira era parecida com as de barbeiro da época. A broca era acionada por pedal e correias de couro fino. O barulho na boca era de uma britadeira moderna. Lembra como se fosse hoje.

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Gaspar de Jesus deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Bois no mar":

Bela e dinámica Fotografia. Parabéns Eduardo.


Postado por Gaspar de Jesus no blog . em domingo, 25 de setembro de 2016 19:59:00 BRT

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 Paulo Levy Fico contente que tenha gostado, Eduardo Penteado Lunardelli. Quanto às descrições detalhadas, elas servem para mostrar como funciona a cabeça do Dornelas. Ele não perde nada. Vamos ao próximo. Abraço forte.

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 Psicanalista deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Moça reclinada":

Bizarro !

Postado por Psicanalista no blog . em segunda-feira, 26 de setembro de 2016 14:42:00 BRT 

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26.9.16

Moça reclinada

Escultura no Jardim da Piacaba - Moça Reclinada

Crônica diária


Pedra Bruta, do Paulo Levy

Foi exatamente há um ano, dia 26 de Setembro de 2015 que escrevi sobre o segundo livro do Paulo Levy, "Morte na Flip". Três dias antes havia escrito sobre seu primeiro romance policial " Réquiem para um assassino". Até hoje fico na dúvida de qual dos dois gostei mais. O certo é que fiquei fã do delegado de Palmyra, Joaquim Dornelas e seu cão Lupi. Este mês os amigos do autor receberam em seus endereços eletrônicos e suas residências uma INTIMAÇÃO da Delegacia de Palmyra, assinada pelo Delegado titular, Joaquim Dorneles intimando-os a comparecerem à Livraria da Vila endereço tal, em tal dia e hora para o lançamento do terceiro romance protagonizado pelo delegado. Pedra Bruta. Minha mulher e eu fomos ao lançamento. Três dias depois tinha lido com muito prazer mais essa aventura do delegado. O Paulo ao autografar o meu exemplar disse que gostaria de saber a minha opinião. E digo publicamente que gostei. Reclamei do tipo de letra e cor do papel, mas isso é problema meu e não do escritor. Apesar de ter acabado de trocar as lentes do óculos, letras miúdas e papel branco me dificultam a leitura. Adoro tipo de letra grande espaço entre as linhas e papel amarelado. Mas isso tem a ver com a editora e não com o autor. Do Paulo só posso reclamar umas duas longas e muito detalhadas descrições de casas em Palmyra. É certo que o ambiente, mobiliário, tudo tem a ver com o clima da história, mas aqui no caso houve excesso. Nos anteriores o autor usou essa sua habilidade em descrever o Dornelas. Aqui, não havia necessidade, e não se conteve em mostrar que sabe e faz bem essas descrições. De resto mantenho minha opinião que Palmyra esta ficando muito pequena para um delegado do porte investigativo do Dornelas. Já não há mais quem matar, e havendo crime os suspeitos, em cidade tão pequena, são muito previsíveis. Estou pronto para ler o próximo. O Paulo se firma entre os bons escritores policiais brasileiros, ao lado do Raphael Montes, e do veterano Luiz Alfredo Garcia Roza.

25.9.16

Bois no mar

Cena inusual

Crônica diária

Feijão carioquinha

Duvido que entre meus doutos e sábios leitores tenha alguém que, sem consultar o Google, saiba por que o feijão "Carioquinha" tem esse nome, e por que o carioca não o come? Como todo mundo sabe, no Rio se come arroz com feijão preto. O "Carioquinha" é relativamente novo, tendo sido criado através de mutações genéticas na década de 70. Há muitas controvérsias sobre a origem do nome. Como tudo que é bom e faz sucesso, sempre cria disputa sobre a paternidade. Só filho feio não tem pai. Encontrarão na internet pelo menos três ou quatro versões para o "pai do carioquinha". A que vou lhes contar aqui tem a chancela pessoal da minha querida amiga e vizinha de apartamento em São Paulo. Mariinha Oliveira, que ontem jantou em casa, acompanhada de duas filhas Adriana e Luciana. A Valéria, dona do apartamento, onde mora a mãe, encontra-se viajando. Dou todos esses detalhes para qualificar o depoimento da Mariinha. Segundo ela foi o agrônomo Wladimir Coronado Antunes, em Ibirarema, Estado de São Paulo quem deu o nome de "carioquinha" para o feijão de cor bege e listas formando desenhos em forma de ondas do calçadão de Copacabana. Essa variedade foi um sucesso agrícola e comercial. Daí encontrar-se outras versões para sua paternidade e origem do nome. Alcides Conceição que tinha nove anos em 1960 quando, segundo ele, encontrou no sítio onde morava em Conchas, SP, um grão de feijão que deu o nome de "carrapatinho" que viria a se tornar o "carioquinha" atual. A cidade de Conchas reclama a paternidade. Mas há o engenheiro agrônomo Leonardo Melo, da Embrapa, que escreve sobre o assunto, confirmando as controvérsias. Segundo ele a mais romântica é a narrada pela Mariinha. Mas sustenta que a origem mais provável do nome "Carioquinha" teria vindo dos porcos "caipiras" muito comuns à época, de cor bege e listas espalhadas pelo corpo, e que era chamado Carioca. Defende ainda o engenheiro que o trabalho de seleção teria sido feito no Instituto Agronômico de Campinas. E para finalizar essa polêmica não podemos deixar de registrar que o agrônomo Luiz D´Artagnan  de Almeida, também conhecido como "pai do carioquinha" foi um dos que incentivou e popularizou o plantio em larga escala em várias regiões do estado de São Paulo. Hoje esse feijão é o mais consumido em todo o Brasil. Quanto à razão da predominância do consumo do feijão preto nos estados do Rio, Espírito Santo, Santa Catarina e Rio Grande do sul  são históricas e culturais.

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Psicanalista deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Bambu":

Um míssil bambuar.

Postado por Psicanalista no blog . em sábado, 24 de setembro de 2016 07:37:00 BRT

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24.9.16

Brinca e Cresce

Mundo a fora

Crônica diária

 Você já foi tratado como um deficiente cognitivo?

Ontem contei minha ida ao Poupa Tempo. Para poupar o vosso, fui sucinto e não descrevi que passei por uma experiência inédita.  Fui tratado como "um retardado" ou um "velho esclerosado". Quem leu a crônica de ontem sabe que tive que recolher as taxas pela segunda vez para obter a CNH no mesmo dia. O crédito do pagamento anterior serviria para uma futura e "eventual" segunda via, mas não para o mesmo documento. Vai entender. Mas não discuti. Depois de vinte e três dias de espera, a possibilidade de sair com a carta de motorista na mão, valia pagar tudo de novo. Com o recibo em mãos fui ao guichê da Secretaria da Receita Estadual providenciar  a devolução do crédito. Já me haviam informado que levaria no mínimo noventa dias. Melhor a devolução do que a "eventualidade" do uso. O raio não costuma cair duas vezes no mesmo lugar. Não haveria de precisar da segunda via no prazo de doze meses, quando o crédito expira.  A moça do guichê pegou o comprovante do pagamento e perguntou o que eu desejava. Respondi que a devolução do valor pago anteriormente. Ela teclou o computador, e de olho no monitor me perguntou: "O senhor é o Eduardo de tal?" Respondi que sim. Ela então me deu a notícia: "Não poderá ter o reembolso porque o senhor tem uma dívida de IPVA no sistema". Como assim? "Os IPVA´s dos anos de 2015 e 2016,de um Honda 125, de cor vermelha, ano 2007". Mas eu não tenho moto. Aí ela olhou com um sorrisinho meio de pena, meio de dó, e voltou calmamente a me perguntar: "Então o senhor vendeu?" Minha filha, deixa eu anotar esses dados, posso? pegando um pequeno papel branco de anotações sobre o balcão. Ela disse: "Claro" e me passou uma caneta. Anotei todos os dados e finalmente lembrei de perguntar de onde era essa moto? Ela procurou no monitor e respondeu: "Campinas". Ahh, então desconfio do que se trata. Deve ser a moto do vigia da Fazenda em Campinas. Ela só balançou a cabeça sem fazer nenhum gesto de estar modificando seu juízo a meu respeito, e disse: "quando o senhor pagar os IPVAs, preencha este formulário, junte todos os documentos aí listados, e volte para protocolarmos." Eu peguei o papel, o meu recibo, agradeci a atenção e saí convicto de que não tinha desfeito a má impressão. Acontece que eu e meus três irmãos temos em sociedade uma Fazenda em Campinas. Um sobrinho toma conta. Como havia muito roubo de gado, e assalto às sedes das fazendas na região, há nove anos  compraram a moto para o guarda noturno. Foi comprada em meu nome, pelo visto, e nunca declarei no meu IR. Liguei para o meu sobrinho e meia hora depois o contador me ligou pedindo desculpa pelo incômodo. A funcionária da fazenda, que deveria cuidar disso, estava de férias no vencimento. Ao voltar esqueceu do assunto. Como lá não chega correio, não tem aviso. A única forma de sanar futuros problemas é mudar a data das férias da funcionária, uma vez que ela é filha do gerente. O vencimento é junho e nesses dois anos ela esqueceu.

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Psicanalista deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Dance comigo":

Importantíssima, a......orelha!

Postado por Psicanalista no blog . em quinta-feira, 22 de setembro de 2016 19:05:00 BRT

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 Jorge Pinheiro deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Bambu":

Um buraco para o céu.

Postado por Jorge Pinheiro no blog . em sexta-feira, 23 de setembro de 2016 07:58:00 BRT

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23.9.16

Bambu

Gosto desta minha foto. Praia do Luz, SC

Crônica diária

Poupe seu tempo

 Fui ao Poupa Tempo de Santo Amaro renovar o CNH, que na verdade havia desaparecido da minha carteira fazia dois meses, e resolvi correr o risco durante sessenta dias dirigindo sem habilitação. Dei sorte. Ninguém me pediu a carta. Aliás durante os seus três anos de validade nunca fui solicitado a apresenta-la. Dois meses atrás ao tirar minha e-cpf (assinatura digital) mostrei a identidade, e como a foto é muito ruim, a moça que me atendeu perguntou se eu possuía outro documento com foto mais recente. Prontamente abri a carteira e tirei o documento que pensava ser a CNH. Era a carteirinha do clube. Essa não serve, disse desapontada a moça. Mas eu tenho a CNH. Procura, que procura, desmontei minha carteira, que na verdade tem várias repartições, e misteriosamente a habilitação sumira. Como vencia dois meses depois, corri o risco de esperar, evitando dois trabalhos. Uma segunda via por sessenta dias. E exatamente dia 23 de Agosto, quando vencia a desaparecida, eu me apresentei no Poupa Tempo para renova-la. Fui com hora marcada, e munido de todos os protocolos e documentos. Os procedimentos são relativamente rápidos. Uma hora depois tinha cumprido a parte burocrática, feito o exame médico e passado pelo Banco para recolher as taxas. O caixa grampeou todos os recibos e perguntei se era só isso. Ele disse que sim, agradeci e fui embora. Paguei uma taxa a mais para receber pelo correio sete dias úteis a contar do dia seguinte quando a CNH estaria pronta. Preferi o correio para evitar uma horas de transito de casa para ir, outra para voltar. Sete dias e nada da carta chegar. Ligo para o Poupa Tempo e depois de muitas perguntas e respostas recebo outro protocolo, com dezesseis dígitos, e me pedem para aguardar sete dias para obter uma resposta. Indignado voltei ao Poupa Tempo. Depois de meia hora  acharam meus documentos. Haviam ficado parados  por falta do recibo do pagamento das taxas. Mas ninguém me disse que precisava entregar o recibo. Pois é, disse educadamente o atendente, foi falha de comunicação. Mas eu ainda perguntei ao caixa do Banco se era só isso. Sinto muito. Agora com o recibo o senhor irá recebe-la em sete dias. Pra mim foi demais. Meu senhor, estou esperando desde o dia 23 esses mal ditos sete dias, que em verdade com sábados, domingos e feriados são o dobro, e estamos na estaca zero. Não dá para o senhor resolver isso hoje? E deu. Tive, evidentemente, que pagar de novo, e eventualmente usar o crédito em outra ocasião. Incompreensível que havendo um crédito eu não pudesse usa-lo ali naquele momento. Não podia. Mas se pagasse a taxa, novamente, em uma hora eu teria minha CNH. De fato, na hora prevista, com o documento ainda quente, eu estava habilitado por mais três anos. E o pior é que passa muito rápido. Mas fica aqui o alerta, não saiam do Banco sem entregar o recibo de recolhimento de taxas no balcão, pessimamente, sinalizado. Ou contrate um despachante. Poupe seu tempo.

Comentários que valem um post



Li Ferreira Nhan deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Dance comigo":

Pa ra béns!!!
A capa, lombada, contracapa, e orelhas estao6 show!
Genial a criação do seu filho com a tua tela; ela é linda e tem tudo a ver com o título. Os comentários são o que eu tb penso.
Ficou mesmo ótimo!
Não vejo a hora de sentir o "cheiro" do livro!

Postado por Li Ferreira Nhan no blog . em quinta-feira, 22 de setembro de 2016 05:09:00 BRT

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 João Menéres deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Dance comigo":

É uma honra ter o meu nome numa orelha sua, perdão, na orelha do DANCE COMIGO !
Muito obrigado pela distinção, Eduardo, e o maior sucesso para estas crónicas.


Postado por João Menéres no blog . em quinta-feira, 22 de setembro de 2016 05:57:00 BRT

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 Jorge Pinheiro disse...
Sempre gostei de estar nas orelhas. Ouve-se tudo em primeira mão. Agora a sério, a capa está com muita pinta. Parabéns.

quinta-feira, 22 de setembro de 2016 07:38:00 BRT
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 Gaspar de Jesus deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Dance comigo":

Ups... que orgulho.Ter algo de meu na orelha do seu novo livro é um privilégio. A sua Tela resultou muito bem na Capa! Parabéns ao Autor e à sua brilhante equipa.

Postado por Gaspar de Jesus no blog . em quinta-feira, 22 de setembro de 2016 17:17:00 BRT

********************************************** Luiz Briquet Estagnada e vil
é a mente dessa tropa alegrinha do "progresso". Precisamos de um flautista que os conduza ao rio, como no conto de Grimm.


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Excluir

22.9.16

Dance comigo

Em primeiríssima mão para meus leitores do Varal, a CAPA do próximo livro reunindo 300 crônicas de 2013/2014, DANCE COMIGO. Capa, lombada, contracapa, e orelhas. Na contracapa texto do Claudino Nóbrega, Prefácio de Walter de Queiroz Guerreiro, e comentários nas orelhas dos amigos Marta Mercadante, Jorge Pinheiro, João Menéres, Ery Roberto Corrêa, Renata Fioravanti, Ricardo Ramos Filho, e Gaspar de Jesus. A foto e criação da capa é de Guilherme Lunardelli, a tela "A bailarina" acrílica e óleo é de autoria do autor do livro. Revisão Estela Salles, Diagramação e arte final da capa Adalton Martins, Índice onomástico Paula Canto.

Crônica diária

 Cuba, museu a céu aberto, do atraso e falência do regime comunista

O que vou dizer aqui não é novidade nenhuma. O que espanta é que haja, ainda, muita gente de esquerda, socialista, e comunista no Brasil. Envergonhados pelo vexame que esses regimes causaram pelo mundo a fora, trocaram o nome comunista, socialista e de esquerda por PROGRESSISTA. Ora bolas, se as imagens e notícias que tenho de Cuba, refletem algum progresso, cinquenta e tantos anos depois da revolução, Deus nos livre desse inferno. A Globo News, através do Pedro Andrade, apresentou um documentário da vida cubana, recente, que é um terror. Nem cenário de após guerra, de filmes de época, são tão tenebrosos, e chocantes. Cuba depois de meio século continua em ruínas, social e  economicamente. Uma diarista de hotel ganha $3,00 dólares por dia. Isso mesmo: R$ 9,75 reais. E estuda medicina à noite. Mas o que come uma pessoa com esse salário? Arroz e feijão todos os dias, e uma coxa de frango uma vez por semana. E por que não saem de Cuba? Porque um passaporte custa $500,00 dólares. Os prédios em ruína, os carros aos pedaços, e o povo miserável é o que Cuba tem a apresentar ao mundo como resultado de sua criminosa experiência socialista. E os nossos comunistas chamam a isso de PROGRESSO.

21.9.16

Lagoa de Ibiraquera

Morro onde eu moro. E,P,L,

Crônica diária

O assunto virou geleia

Ontem foi jabuticaba e carambola, e minha leitora Maria Vitória Lago comentou que "o assunto virou geleia". Gostei da frase, e virou o título da crônica de hoje. Sobre geleia poderíamos continuar falando por muito tempo. Minha amiga e leitora Guaracy Mirgalowska ontem comentou "que também é época de pitanga e amora. Já colhi uma porção e vou fazer geleia e licor!" Isso me fez lembrar uma história de infância. Meu pai teve uma criação de Bicho-da-Seda. Sericicultura, é assim que se chama. E é sabido que a melhor alimentação para o "bicho" é folha de amoreira. Por conseguinte havia na fazenda uma plantação de amora. Minha mãe fazia geleia do fruto e "as lagartas" comiam as folhas. Essa é uma das razões porque até hoje prefiro geleia de amora do que as de morango. E não posso esquecer a pitanga, citada pela Guaracy, que tem a forma de bolinhas globosas e carnosas, de cor vermelha, laranja, amarela ou preta. Sua geleia é ótima, mas bom mesmo é batida de pitanga. O avô dos meus filhos, Alfredo Sestini, plantava em seu Haras em Campinas, jabuticaba e pitanga. No meu aniversário  presenteava-me pela manhã com uma garrafa de pinga amarela, e uma cestinha de pitanga, para fazer a melhor batida que já tomei na vida.

20.9.16

Linhas paralelas

Praia do Luz, SC- Foto E.P.L.

Crônica diária

Sete de Setembro, jabuticabas e carambolas

No feriado de Sete de Setembro passado, descrevi meu café da manhã, por conta de ilustrar como é fácil encontrar temas para nossas crônicas diárias. Dois ou três dias antes o leitor e motociclista amador Fernando Zanforlin criticou-me alegando que eu andava sem assunto. Pelo contrário, estou quase quinze dias adiantado, com textos prontos, e não param de surgir ideias. Esta mesmo foi escrita na manhã de sete de Setembro. (Hoje é 20/09). E por que jabuticabas e carambolas? Porque no meu café matinal, descrito na crônica citada,  havia comido torradas com geleia de laranja, feitas aqui em casa, com laranjas do meu jardim. Um luxo. Uma extravagância. E os comentários das minhas amigas Ana Maria e Regina Ferraz davam conta que iriam também comer torradas, com geleias de jabuticaba e carambola, respectivamente. Que luxo. Outra extravagância. Próprios deste país abençoado. A variedade de frutas, e dos produtos, delas derivados, é enorme. Jabuticaba, essa preciosidade negra, de caldo doce, e que brota de flores brancas, num caule rijo, e praticamente impossível de se acreditar que possa vingar uma delícia como ela. É coisa nossa. Ao contrário da carambola, que tem sua origem na Índia, e é muito comum na China, aclimatou-se perfeitamente nos jardins e pomares brasileiros. Seu formato característico propiciou estrelinhas nos pratos de chefes requintados. Sua geleia é muito saborosa. Só não sei a origem da expressão: "Ora. carambolas!" Mas também não vem ao caso.

19.9.16

Enfeite natalino

Rua Oscar Freire, Dezembro de algum ano passado. E.P.L.

Crônica diária

Divagações sobre os cristalinos*

Hoje tive que dilatar a pupila para um exame oftalmológico. Qualquer incorreção no presente texto fica por conta de que sou péssimo datilógrafo, e com a visão embaçada, pior. Fui renovar minha CNH (carta de motorista agora se chama assim) e no exame de vista quase não passei. Depois assisti muitas horas seguidas de julgamento do impeachment e me senti indisposto. Culpei o grau das lentes do meu óculos que já tem oito anos. O oculista não encontrou muita diferença para as necessidades atuais. Acha que a indisposição se deveu ao nível do debate dos senadores. Também é possível.  Mas encontrou uma catarata em pleno desenvolvimento. O mal estar pode ter sido ocasionado por ela e não por falta de grau. Aí começamos a falar sobre a operação, que segundo ele, não vou escapar dentro de doze meses. Como tenho muitas outras prioridades, voltaremos ao assunto o ano que vem, quiçá em 2018. Mas meu oculista não aconselha a troca dos cristais por multifocais. As lentes do óculos podem, e devem ser, quando necessárias, mas os cristais não. Ele é minoria entre seus pares. E para tirar minha dúvida liguei para o Paulo meu irmão, dois anos mais novo, e que operou de catarata há alguns anos. E como nunca mais o vi de óculos perguntei se a dele era multifocal. E a resposta foi positiva. Mas confirmou que muitos médicos desaconselham. No caso dele se deu bem, e só reclama do halo colorido com luz frontal de carro na estrada. De resto vai muito bem. E sem óculos, que nunca gostou de usar. Eu, ao contrário, que uso desde os seis anos, seria como sair sem cueca, ou sem fazer a barba. E tem mais, agora que virei cronista, perderia o ar de meio intelectual. Seria lamentável. Quando for ter que decidir talvez opte por colocar uma lente com grau para perto e óculos para dirigir. 

*Optei em chamar de "Divagações sobre os cristalinos" porque "catarata" é coisa de velho, e nunca esperei ter que tratar, nem dela, nem do assunto, nos meus textos.

18.9.16

Eterna

Autor desconhecido. Deve ter sido Deus.

Varal infantil

Autor desconhecido enviada por José Luiz Fernandes

Crônica diária



Manifestantes ou marginais 
      
Deturpar o sentido das palavras é um dos métodos da esquerda em todo mundo. Democracia é a mais vilipendiada. Dilma em seu discurso de despedida citou a palavra golpe 16 vezes, equivocadamente. O impeachment foi absolutamente constitucional. Golpe foi o fatiamento da pena. Nessa mesma fala mentiu dizendo ter sido presa e torturada por defender a democracia. Foi presa e torturada por atentar contra o regime militar vigente, como guerrilheira e militante de esquerda, na linha de Cuba. Nada mais distante de uma democracia do que os regimes de Cuba, Rússia, China e assemelhados na época. Outra palavra mistificada é a de manifestações políticas. Quando a esquerda com suas bandeiras vermelhas,  reivindicam com gritos e faixas a destituição do Temer, são invariavelmente, secundados por baderneiros, criminosos encapuzados, mascarados de preto, que agridem a PM que só faz presente para segurança dos manifestantes de boa fé. A PM é o primeiro alvo dos marginais. Depois de ofensas aos profissionais do Estado, partem para o quebra quebra, onde o alvo é banco, ou vidro de revendedoras de automóveis. O ritual é sempre o mesmo. A esquerda não quer admitir que o voto que levou o Temer ao poder foram os mesmos 54 milhões de eleitores da Dilma. De lá só sai quando terminar seu mandato, dois anos e quatro meses da sua posse. Ou se cometer crime de responsabilidade como cometeu a Dilma. Fora disso, é continuar a perder tempo, e atrasar ainda mais a salvação do Brasil.

Comentários que valem om post

Li Ferreira Nhan deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Crônica diária":

Há mais desempregados aqui no Brasil que toda a população de Portugal.
E há quem não veja essa desgraça; miopia seletiva.

Postado por Li Ferreira Nhan no blog . em sábado, 17 de setembro de 2016 04:58:00 BRT

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17.9.16

AS POSTAGENS ANTERIORES ESTÃO NO ARQUIVO AÍ NO LADINHO >>>>>

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Falaram do Varal:

"...o Varal de Ideias é uma referência de como um blog deve ser ." Agnnes

(Caminhos e Atalhos, no mundo dos blogs)

..."parabéns pelo teu exemplo de como realmente se faz um blog...ou melhor tantos e sempre outstandings...".
(Vi Leardi )

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